Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Você cobra perfeição da relação
mas esquece que ela também precisa suportar você inteira.
Marcilene Dumont
A lua não brilha, ela devolve…
feito espelho educado da noite,
ensinando que até refletir já é luz.
Mulher é raiz que sustenta, é asa que liberta, é horizonte que não se alcança.
Ela aprende a dançar com as tempestades para depois florescer nos dias de sol.
FIBROMIALGIA
Ela acorda antes do despertador.
Não porque queira — mas porque o corpo chama.
A fibromialgia não grita, ela sussurra em forma de peso.
É como se a noite tivesse deixado pedras espalhadas pelos músculos. Levantar não é apenas sair da cama. É negociar com o próprio corpo. É dizer: “Vamos, mais um dia.”
Ela aprende a se erguer devagar, como quem respeita uma maré.
Há dias gelados em que o frio parece morar dentro dos ossos. Há dias cinzentos em que o mundo olha para ela e diz: “Mas você nem parece doente.”
E ela sorri — aquele sorriso treinado, que esconde tempestades.
A fibromiálgica luta contra algo invisível.
E lutar contra o invisível exige uma coragem que ninguém aplaude.
No espelho, às vezes vê cansaço.
Mas também vê força.
Vê uma mulher que, mesmo com o corpo pedindo repouso, escolhe colocar cor no vestido. Um batom mais vivo. Um brinco que dança com a luz. Se o mundo insiste em cinza, ela responde com amarelo. Se o clima fecha, ela procura o sol — nem que seja o sol da própria fé.
Ela aprende sobre tolerância — não apenas a dos outros, mas a dela consigo mesma.
Aprende que produtividade não define valor.
Aprende que descansar não é fracassar.
Aprende que sentir dor não é ser fraca.
E quanto aos outros…
Ah, como seria bonito se todos entendessem que a dor invisível também dói. Que a fadiga não é preguiça. Que a sensibilidade não é drama. A pessoa com fibromialgia não quer pena — quer compreensão. Quer que respeitem seus limites sem que precise justificar cada passo mais lento.
Ainda assim, ela segue.
Com resiliência de quem já enfrentou invernos longos.
Com a esperança de quem sabe que o clima muda.
Com a firmeza de quem transforma dor em delicadeza.
Porque viver com fibromialgia é, todos os dias, escolher florescer em meio ao próprio inverno.
Liberdade não grita,
ela silencia tudo aquilo
que já não te pertence.
E, no espaço que sobra,
você finalmente cabe em si.
Talvez a nossa inocência não tenha nos deixado. Ela está calada, quietinha, sendo a única coisa que ela pode ser para esse mundo. Invisível. Escondida para o seu próprio bem.
Podemos confiar plenamente na Palavra de Deus, porque ela reflete perfeitamente quem Deus é: fiel, verdadeiro e imutável.
A vida tem outro tempo.
E nesse tempo, muitos chamam a morte.
Como se ela fosse um refúgio,
um lugar onde a dor acabaria.
Sem tristeza, sem violência,
sem amores que ferem.
Um sono profundo.
A morte parece solução
para quem já não enxerga saída.
Mas viver também é aprender
a amar a própria solidão.
A solidão, às vezes, se torna companhia.
Porque conviver com pessoas
pode ser como uma facada inesperada,
um aviso escrito na pele das ruas.
E então você entende:
às vezes morremos por dentro
quando confiamos demais nos outros
e esquecemos de confiar em nós mesmos.
MULHER DE ALMA GUERREIRA
Poeta Brithowisckys
Ela não veste de pesadas armaduras,
mas carrega no peito a indomável
coragem de séculos antepassados.
Não precisa de aplausos de plateias compradas,
porque seu valor ecoa no silêncio dos seus atos.
Simples e imprescindível como o nascer do sol,
mas intensa como o fogo que não se apaga.
Ela enfrenta o mundo com o rosto cansado,
Às vezes desfigurado pela amargura da dor
mas não se deixa abater, porque sua força
não mora na aparência física frágil,
mas na essência da alma que não se rende.
Ferida sim, pode estar, mas derrotada, jamais!
Cada cicatriz em seu lindo rosto é uma marca,
de um belo verso da sua nobre história!
Cada queda é um degrau para o pódio dos seus sonhos.
Por ser guerreira de nata de excelência,
ela sonha com os pés no chão de pedregulhos,
mas o coração firmado no ninho das estrelas.
Ela tem amor-próprio e desconhece o impossível,
Esbraveja, cerra os punhos com dentes de tigresa.
Ela sorrir mesmo chorando, respira fundo e faz acontecer.
Essa mulher é uma poesia viva, tempestades que rega esperanças,
é raiz que sustenta o imaginário do impossível.
Ela é tudo e mais um pouco que o mundo precisa,
e mais um pouco do que ele ainda não entende.
É uma deusa guerreira, indomável com feições de mulher
O que tu vai gostar aqui: Em todas, a água Nun nunca é criada. Ela é eterna. Os deuses só “acordam” dentro dela e começam a separar as coisas. Exatamente como “o Espírito se movia sobre as águas”.
2. Hindu – Vishnu dormindo no oceano cósmico
Aqui o ciclo é ainda mais claro:
1. Pralaya = dissolução. O universo acaba e só sobra Karanodaka = Oceano Causal. 2. Vishnu deita nesse oceano, em cima da serpente Ananta. 3. Do umbigo de Vishnu nasce uma flor de lótus. 4. Dentro da flor tá Brahma, o criador. Ele abre os olhos, vê só água, e começa a recriar o mundo usando os elementos que já estavam dissolvidos ali. 5. Quando Brahma “morre” depois de 100 anos dele, Vishnu absorve tudo de volta pro oceano. E o ciclo recomeça.
Os 4 elementos aparecem forte:
• Água: o oceano que nunca some • Ar: o sopro/respiração de Vishnu que faz ondas • Fogo: de Vishnu sai uma luz que ativa Brahma • Terra: Brahma molda os continentes em cima da água O que isso diz sobre teu pensamento inicial 1. “Nada não existe”: Egípcios e hindus concordam 100%. Sempre tem um substrato. Chamam de Nun, Karanodaka, Caos, Abismo. 2. “Tudo foi criado através deles”: Sim. Em quase todo mito, os 4 elementos são as ferramentas ou os primeiros filhos da criação. 3. Criação = organização: O verbo hebraico bara em Gênesis 1 pode ser lido como “separar, ordenar”. Não necessariamente “fazer do zero”.
Curiosidade pra fechar: Na física, a teoria do “Big Bounce” diz que nosso universo nasceu do colapso de um anterior. Ou seja: também viemos de “algo”, não de nada. Tua intuição tá batendo com mito de 4 mil anos e com artigo científico de 2024.
De todas as cores, sempre optei pela transparente. Ela não precisa ser visível demais, escura ou nítida; não necessita de mistura para ser. Em sua ausência, não se esconde. Ao se sobrepor a qualquer outra cor, apenas revela e amplifica a coloração alheia — pois sabe que, na propriedade de matéria do seu próprio ser, sua missão é permitir à luz passar sem espalhamento.
Ela surgiu de mansinho. Com um olhar cativante e um sorriso suave, envolta em uma aura quase angelical.
Sem perceber, entrei em um mundo proibido. Meu coração foi roubado pelo brilho do seu sorriso.
Agora, sem o seu “bom dia”, o mundo perderia toda a cor.
Ela possui a doçura de uma menina, mas carrega o charme de uma mulher madura. Apaixonada, genuína, fala exatamente o que pensa. Ainda assim, atrai as pessoas ainda mais.
Ela é única. Um charme enlouquecedor, um desejo e, ao mesmo tempo, uma ternura. Tão deslumbrante quanto o sol, e, ao mesmo tempo, tão melancólica quanto a chuva.
Ela é perfeita. Até mesmo os seus defeitos são belos. Geniosa, cheia de manias, às vezes batemos de frente, ela bate o pé firme...
Mesmo assim, nela — tão intensa e indecifrável — eu me perdi… e já não sei se desejo encontrar a saída.
"A paz não cai do céu, ela nasce no chão que a gente pisa, através das escolhas que fazemos a cada segundo."
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