Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
"Eu mudei minha convicção arriscando em uma ilusão. Eu larguei o meu orgulho em busca de um futuro, um futuro que só existe em contos de fadas".
NA MINHA CAMA
Nossa, era tão bom quando eu chegava do colégio e a primeira coisa que eu ia fazer era falar com você. Saber se você estava bem, se tinha dormido bem, como estava sua vida. Sentia uma enorme alegria ao saber que tudo estava ocorrendo muito bem com você. Mas depois de me preocupar tanto, você, a pessoa que eu tanto amei, me deixou a planar sobre as águas da amargura, continuei deitado na minha cama e pensando como você pôde ter feito isso comigo. Como pode? Tanto que eu me preocupei com você, tanto que eu me doei a ti e não recebi nem uma simples reciprocidade em troca. Só bastava isso, ser recíproco e nada mais, sabe. Mas enfim, como eu já disse: - continuarei deitado na minha cama e pensando como você pôde ter feito isso comigo.
INDIFERENTE
Não consigo. Por mais que eu tente e diga na minha mente conturbada que não vou correr atrás de você, eu acabo indo. Acabo falando e ficando no vácuo mais uma vez, e sempre que fico no vácuo, digo que é a última vez que irei chamar você no Whatsapp ou Facebook. Quando passa alguns minutos ou horas, já não consigo aguentar ficar sem saber como você está o que está fazendo, como está sendo o seu dia, perguntas bobas que pra mim fazem uma grande diferença. Sei lá, me importo tanto com você, mas você não percebe já me declarei várias vezes (indiretamente) e você nunca notou. Até mesmo quando me declarei (diretamente) você esnobou, ou não viu, ou fingiu que não viu. Mas eu vou parar, vou parar de correr atrás, um dia talvez, quem sabe um dia, talvez.
QUANDO tivemos nosso primeiro beijo minha primeira fala foi..nada de perguntas...
E assim eu me entreguei,o beijo do lobisomem ....ele me despertar emoção nunca sentida na minha alma,seu abraço me envolve toda,meu coração dispara somente com o seu olhar,na cama você me incendeia de prazer; eu perco o ar,quanto mais você me toca mas ,sua eu sinto ser.... não me permito palavras neste momento...
O tempo é meu inimigos pois sei que vou te perdendo a cada amanhecer...nossa última noite foi a mas pura e intensa loucura de amor..por você eu morreria e renasceria dinovo desde que despertasse nos braços do lobisomem ..
congelada no seu olhar fascinante assim me despeço a cada instante..
Eu resisto à toda e qualquer obstáculo à minha felicidade. Enxergo meu poder pessoal em meio às trevas emocionais. Desenvolvo a coragem diante de toda e qualquer dificuldade
Eu mudo minha visão de mundo de acordo com as necessidades. Gerencio os obstáculos como oportunidades de crescimento. Equilibro razão e emoção.
Meu pai e o mágico - minha lembrança...
Ontem eu sonhei com meu pai a noite toda, e deu aquela saudade imensa dele. A gente sempre teve um bom companheirismo, sobretudo na fase adulta, riamos das mesmas coisas e de vez em quando passávamos horas vendo filmes.
O que me fez remeter uma lembrança antiga, de uma única vez que levei um cascudo dele; e pensando hoje: bem dado, fiz por merecer.
Era um mês de julho chuvoso em São Paulo, não parava um só dia de chover, eu de férias com 11 anos, minha mãe teve que viajar para o nordeste com meu irmão e só tinha em casa eu e meu pai. Meu velho trabalhava de motorista de frota de ônibus quase o dia todo, só retornava à noite, eu ficava na vizinha, mas chovendo e cheio de ordens dele para não dá trabalho, eu quase tinha virado um monge budista mirim.
Com minha mãe eu aprontava, apanhava, mas dava para levar, porque quase não doía nada e ela já estava acostumada com minhas zoeiras de brigar na rua, escalar paredes, subir em árvores e etc. Já com meu pai que quase não sabia dessas coisas e visto a sua postura austera, eu não tinha a menor ideia de como ele reagiria. Só imaginava uma surra tremenda e um sermão das montanhas quando terminasse.
Então por uma semana e meia eu me portei exemplarmente! Até que na sexta-feira seguinte, fui como sempre à banca de revista para comprar um gibi da Marvel, quando me deparei com uma revistinha que ensinava “Aprenda a ser um mágico”; putz! Gamei na hora! Investi toda minha mesada de bom menino que meu pai me deu nessa revistinha de mágico; até porque vinha nela um brinde: “Fósforo mágicos”. Consistia numa caixa similar a qualquer outra, com palitos iguais, nada de mais de diferente, entretanto “explodiam” feito bombinhas de São João. Nessa época nada era politicamente incorreto e pregar peças ou comprar coisas assim era o show. Comprei a tal revista, levei para casa e contei 24 palitos de fósforos “mágicos”, testei três deles, e realmente fazia barulho e emitia uma luz azul clara intensa.
No sábado meu pai ficaria em casa o dia todo, e lógico que eu apresentaria meu número principal a ele; assim pensei...
Nesta manhã, meu pai acordou cedo, foi lavar roupa nossa no tanque, não me chamou para ajudar, fez meu café e deixou-me acordar tarde. Quando eu tomei o café fui varrer a casa e passar pano, e ele me dizendo como era bom ajudar a mãe nessas coisas, e que não podíamos deixar a casa suja para quando ela voltasse. Enfim fizemos uma faxina completa, roupas lavadas, tivemos que deixar secando atrás da geladeira algumas e outras dentro do banheiro, improvisando um varal porque ainda chovia, mas fino, uma garoa no sábado em São Paulo. Meu pai avisou que iria fazer o almoço e depois iria jogar sinuca no bar do japa no bairro, me deixaria ir para jogar nas máquinas de fliperama porque eu estava sem brincar fazia dias. Lógico fiquei todo alegre e resolvi aprontar à mágica rapidamente, sem ele saber, afinal mágico que é mágico não revela seu truque, né?! Esperei que ele saísse da cozinha e troquei a caixa de fósforo normal pela do “mágico”.
Fiquei como um totem, duro, tenso na cozinha, esperando ele ir ligar o fogão para ver sua reação.
Não demorou não! O velho veio da sala pegou a frigideira e a carne que já estava toda temperada por ele previamente, e colocou as tiras de filé na frigideira e também foi colocando as panelas de arroz e feijão, ocupando todas as 04 bocas.
E minha hora chegando, a hora que eu mostraria um grande truque de mágica. Estava igual pinto na merda, ansioso com o evento que se aproximava. Meu velho pegou a caixa e nem olhou nada e começou abri-la pegando o primeiro fósforo... posso dizer a você que leu até aqui, que na minha cabeça isso tudo era como câmera lenta, eu estava muito focado na ação dele, e nem respirava de emoção com o desfecho chegando. E pronto, meu pai escolheu a panela da frigideira como a primeira à ser acesa... e assim riscou o fósforo bem pertinho da boca, o que eu achava antes que seria feito de longe, mas não... ele fez debaixo da frigideira, colado com a boca do fogão... e a mágica aconteceu:
- Foi um tiro de bala praticamente. A casa toda fechada e só nós dois, o eco foi de um revolver sendo disparado. A tensão toda fez meu pai sacudir a frigideira para o alto e o clarão azul tomou conta da cozinha; porque ele não pegou um, mas dois ao mesmo tempo para acender. E nisso todas as panelas caíram do fogão, pelo medo dele, saiu batendo e se apoiando em tudo que era canto da cozinha, principalmente querendo me proteger, só sei que na hora eu emiti um riso de nervosismo e por achar muita graça mesmo, dei aquela gaitada ampla de moleque o que me fez entender porque é que nunca tinha apanhando antes... Senti no rosto uma mão quente e dura sacudir minha cabeça igual um melão vindo no carrinho de feira e um cascudo tão grande que ele chegou a estalar os dedos nela só com o cascudo. Eu, nem tive tempo de chorar, corri feito menino com medo de apanhar e voei pela janela como um passarinho que descobriu uma fresta, na gaiola - fui parar na rua, enquanto eu o ouvia abrindo a porta e correndo a trás de mim.
Fiquei lá o dia todo, até a noite, enquanto ele prometia que o mágico iria ver a varinha balançar no meu traseiro. Não adiantou eu explicar lá de longe que era um número de mágica. Não adiantou eu fazer promessas. Não almocei, e a vizinha foi intervir e ficou comigo até que ele se acalmou. À noite fui pra casa e não apanhei, ele também não disse uma só palavra, por dez dias, ficamos calados dentro de casa. Até que minha mãe chegou e botou ordem. Fui rebaixado de mágico oficial para leso oficial. E nunca mais pude comprar coisas desse tipo e por 04 meses não li gibi algum.
Antes de morrer, meu velho ainda se referia a isso a todo mundo que perguntava sobre minha infância. Ele ria muito, porque agora ele achava graça, mas na época pensava que o botijão tinha explodido ou algo assim. Valeu pelo sonho meu velho...
EU PENSEI QUE NÃO DARIA CONTA ...pensei que meus ombros não suportariam tamanha carga ,que minha alma envelheceria e eu sucumbiria pela dor .
Pensei que não merecia ...
Mas tenho dado conta .
Meus ombros suportam
Minha alma não envelheceu ,e eu não sucumbi . se mereço não sei mas nem pergunto .
Continuo um dia de cada vez .
Porque suporto tamanha saudade ??
Por que esta dor ,esta saudade é nova a cada dia ...
Algumas saudades envelhecem e até morrem ...
Não esta, ela não envelhece ela renasce como os dias .
E cada dia ela doi de uma forma singular .
Não para ,não some ,só se renova .
Mas assim como doi ,como machuca ,eu também não sei mais viver sem ela .Pois esta saudade dolorida tem um nome ´´FILHO´´ que é por quem eu faria tudo e não sei viver sem ... Te amo filho amado até aonde a eternidade nos levar ...edmasfcosta,
MINHA ALMA GEMEA! MINHA ALMA GEMEA POR ONDE ANDAS?
POR ONDE SE ESCONDES?
QUERIA EU SABER ONDE VOCE HABITA.SE NESSE SECULO OU EM OUTRA VIDA,HÁ ALMA GEMEA NÃO SE ESCONDA DA SUA METADE ,QUE SOFRE EM BUSCA DE TI .
VEM ALMA GEMEA MOSTRA –ME O CAMINHO POR ONDE ANDAS TU
VEM ALMA GEMEA MOSTRA-ME A LUZ DO SEU CAMINHO,VOU ATE TI PELA ETERNIDADE, PROCURO-TE HÁ ALMA GEMEA , VOU AO INFINITO OU CEU OU INFERNO POR TI ,VOU A SUA PROCURA INFINITAMENTE ALMA GEMEA!! Licia Madeira
Atraso é essa minha mania de me agarrar a âncoras, quando tudo o que eu preciso são velas. Para fazer, dos ventos que há tempos assombram os meus mares, movimento.
MINHA POESIA
(dedico àqueles que como eu amam amar)
Minha poesia
é essencialmente romântica
livre, conciliadora, intensa
e nada, absolutamente nada
posso fazer pra quem dela
despreza, renega ou mesmo
não gosta ou não compartilha
Porque entendo perfeitamente
que na estrofe de verso de sextilha
nem todo mundo ama, amar
há os que preferem tristeza, dor
ódio, revanchismo, ceticismo
na sua escrita, no seu poetar!
Enquanto a vida segue sua rota, eu percorro meu caminho!
Escrevo minha história, e observo com uma calmaria em mim, as chuvas tempestuosas por tão pouco, naqueles que não descobriram o verdadeiro sentido da senhora vida!
(Karolina Palloni)
Sou eu...
Em cada momento da minha vida,busco ser eu mesma,
faço cada detalhe por amor valer a pena...
Que seja como for,mas consciente...
De que se não for eu ter em mente...
Os fatos,meus desejos,os lamentos...
Por pessoas que em mim desacreditam,
Que criticam,me maldizem e não confiam.
Sou eu,por mim,por mais ninguém,
Que conduzo minha vida e vou além...
De tudo que por vezes,eu concretize,
Uma vida sem pudor,crio raízes.
Caída do 21º Andar
ai!
como
eu
odeio
poema
que
cai.
ai!!
imagina
minha
inveja
por
hai
kai
e
soneto
que
não
se
des
faz.
Eu prefiro o silêncio da minha solidão
às meias verdades de um amor pela metade.
Se for pra ser, que seja inteiro.
Meias foram feitas para os pés,
não para o peito...
Um Parte da minha vida eu dedico a mim, unicamente.
A outra parte dedico ao meu tempo, inteiramente,
parte da minha morte eu dedicarei ao fim precisamente,
a outra parte, dedicarei ao começo indiscutivelmente. Parte das minhas dores é dedicada a minha impossibilidade de entender mais a mim antes de julgar terceiros, e na outra parte, eu me reconheço. Quanto a minha felicidade? eu sou inteiramente o único responsável pela sua intensidade, quantidade e qualidade.
Tranquilidade de pouco a pouco vai aumentando , enquanto eles acelerados enxergam pouco eu na minha calma vejo muito.
Se eu quisesse apagar algo da minha vida...
Apagaria o medo que tenho da sua ausência, o trauma que me causaria uma despedida...
Apagaria a palavra adeus de seus lábios, porque meus ouvidos se recusam a ouvir essa palavra...
Talvez apagaria muitas coisas que foram escritas no livro da minha vida, mas a única certeza que carrego em mim é que você não tem como apagar...
Mesmo porque não desejo isso, porque quando esse capítulo de minha vida é a melhor parte de mim...Consigo ler com uma clareza na memória...Eternizei dentro de mim cada detalhe, cada linha escrita, um capítulo único e eterno.
Talvez seja o motivo que cruzou o meu caminho, suas mãos foram a minha âncora...Seu abraço o meu porto seguro...E eu que não acreditava em mais nada, fiz de você o meu cais onde pude atracar meu coração...Agarrei a sua mão... Sai da solidão e esqueci a dor que dominava minha alma.
Voltei a sonhar...Naveguei por lugares desconhecidos...Dei asas a
minha imaginação e voei alto só pra sentir a liberdade que já havia perdido...Lembro quando meu olhar colidiu com o seu ...Minha alma te reconheceu... Não precisei dizer uma única palavra...Foram nossas almas que falaram por nós.
E em tão pouco tempo se tornou tão especial... Tão intenso o sentimento que guardo em mim... Não me deixes sofrer a dor de uma despedida...Eu não suportaria o seu adeus...Seria injustiça me devolver a vida e logo em seguida ser retirada de mim...Hoje respiro cada momento ao seu lado como se fosse único...Saboreio cada detalhe dessa história...Pois o medo da despedida me faz valorizar cada segundo que temos...Guardo esse capítulo de minha vida como a mais linda história que o destino me permitiu escrever...Nunca darei um final..."
Roseane Rodrigues
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