Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Somos um livro rabiscado
"Eu sou um belo livro por dentro a penas,
A penas
Minha capa, trás riscos
folhas sujas, dobradas pela vida
Queimadas até algumas delas.
Sou um velho book jogado no chão
Já fui bom
Já fui lido
Muitas pessoas passaram por aqui
Algumas deixaram lembranças.
Eu gostava de ser lido por pessoas novas
Sou mesmo um livro abandonado
Não escrevi um bom poema
Tosco #
Errei mais que tudo
folhas brancas
Coisas que eu tentei viver
Mais apenas, rasurei
Apaguei, joguei no lixo
gastei diversas vidas;
folhas, canetas e borrachas com pessoas,
Nada valeu a pena
Os rabisco, mostram que tudo foi uma ilusão.”
E que eu fiquei Babo com minha presidente(a).. Gastando nossos créditos telefônicos ligando pra Indonésia.. Para defender um bandido e não faz nada por mim.
Olha só: eu tinha um coração manteiga nasci assim, talvez por ser muito amada pela minha família. Daí cresci e comecei tomar minhas próprias atitudes que sempre foram motivadas pelo coração manteiga, até aí tudo bem. Assim que a gente cresce tudo é intenso mas tudo é muito rápido também, daí cresci mais um pouquinho e comecei a fazer escolhas, movida pelo tal coração manteiga, até então tudo bem se não fossem as escolhas erradas que eu me acostumei a fazer, tive decepção, ingratidão, ilusões... e não me venham falar para não criar expectativas sendo que é a melhor parte da história você poder contar pelo menos com seus sonhos, impossível viver sem expectativas... mas aí lembram do coração manteiga ? Então ele derreteu...e como se fosse num passo de mágica virou pedra ! Nossa não tinha percebido isso, eis que apareceu alguém corajoso pra poder trazer de volta a doçura do meu coraçãozinho manteiga, e como num passo de mágica de novo ele amoleceu e se derreteu todo... seria um lindo final feliz, se não fossem as escolhas erradas de novo... Moral da história: não importa o quanto você ama ou se doa, o que importa é, e sempre será saber fazer as escolhas certas.
Sinto uma aperto no coração
sera que é amor ou apenas algo da minha imaginação?
Eu tenho o mundo como algo sem noção
Algo louco que toma minha própria ilusão.
Cansei de acreditar e só imagina
Que algum dia algo nesse mundo vá mudar
Quero seguir minha vida acreditando apenas em mim mesmo
Quero ser meu próprio caminho seguir sem destino
Não tente me parar apenas me siga e vá chegar
Siga meus passo por onde eu passar..
Eu amo a minha tendência à felicidade! Mesmo que o mundo prove o contrário, eu ainda acredito nas pessoas e nas coisas boas!
...e se eu criar coragem, eu saio por ai, dando voltas ao mundo e ao redor da minha ressuscitada felicidade e esta vontade imensa de ganhar da vida o viver. Isso se eu criar coragem, pois por enquanto, eu só crio promessas: promessas famintas!
Deixa assim: deixa eu nessa minha infelicidade sem fim! Deixa eu nessa minha tristeza, nesta minha "incoragem" de sair dela. Deixa eu apanhar dessa covardia que é pra ver se eu tomo vergonha na cara e faço alguma coisa por mim... Deixa assim, que por enquanto eu to aguentando o tranco, esse nó na garganta... Eu nem sei porque faço isso comigo, e por não saber, também não sei ainda como me salvar! Por enquanto...deixa assim!
...e se eu chorar, não me enxuguem as lágrimas. Deixem que elas lavem a minha tristeza, antes que enferrujem a minha alma!
...e se eu perder o medo, vou levar minha coragem pra causar uns escândalos por ai. Sem o medo, vou também perder os modos, a timidez, a sensatez e me desatar dessa coisa que me mantém estacionada nesta vidinha à tanto tempo, comportadinha, arrumadinha e chatinha de dar dó! Vou espalhar por ai meus segredos - inconfessáveis - e vou hastear minha bandeira de vitória aos gritos de "Glória!". Vou mudar o figurino do meu destino, vou rodar a baiana, vou levantar poeira, acender a fogueira e mandar sinais de fumaça pro meu tão saudoso atrevimento! Meu Deus, que grande momento! Infelicidade nunca mais! Daqui pra frente só o que me diverte e me satisfaz! E nessa minha nova trajetória, vou ser dona do meu nariz e das minhas histórias. Vou deletar tudo o que de ruim estiver guardado na memória que é pra nunca mais deixar o choro vir... No meu rosto, só o sorrir! E vou ser feliz de verdade, sem dó, nem piedade! Do futuro terei esperanças e do passado sequer saudade... Mas só se eu perder o medo...mas só se eu tiver coragem!
...e eu ando por ai desfilando minha segurança e minha ousadia em ser o que sou! Me amo da cabeça aos pés. Sou abusada, desmiolada , desbocada e ainda assim me acho um anjo! Não...eu realmente não me importo com o que pensam ou falam de mim. Tenho mais o que fazer na vida do que me importar com gente recalcada, desequilibrada, que não tem outra função à não ser de querer ser eu!
Acho autenticidade um luxo e me recuso a ser imitação de quem quer que seja! Sou absoluta, sim, e sei que isso incomoda muita gente.
Mas é a vida: uns nascem para serem estrelas, já outros para admirá-las!
...e no meio da minha confusão moram duas garotas: a "eu boazinha" e a "eu nem tanto assim"! Mas de uns tempos pra cá, a "nem tanto assim" tem corrompido a "boazinha", e eu nunca fui tão feliz na minha vida!
As vezes eu queria q minha cabeça e coração tivessem lugares trocados . Só pra eu amar com a cabeça e pensar com o coração .
A sua pessoa certa pode estar por ai e você vem no portão da minha casa a essa hora? Eu sou a garota errada e é uma pena você gostar disso.
Sem pressa...
Eu quero, tocar minha harpa
sobre o palco das estações da vida
e receber os aplausos das flores
que dançam, balançadas pelo vento.
Estou na espera de uma brisa amena
para suavemente, empurrar o som
até encontrar a saudade
que sem pressa,
caminha devagarinho
na direção do meu coração.
By/erotildes vittoria
minhas trevas são parte da minha compaixão,
tudo é um jogo das trevas
eu sou apenas uma luz no meio da escuridão,
com meus medos são mais reais que sonhei,
deixei de viver porque te amo,
meu tempo acabou,
nunca vou esquecer como acordei na escuridão,
juro que tentei viver mais acabou.
E por mais que eu tentasse, por mais que eu me esforçasse minha vontade de transparecer força era em vão... Quando te via só sentia um calorzinho no peito, a minha vontade era de correr e te abraçar e não soltar mais, com uma lagrima em meu rosto declarando amor eterno, que aquele momento nunca acabaria, que só por aqueles segundos o mundo inteiro nos pertencia, a única coisa que roubaria o meu foco seria o brilho dos seus olhos, o calor de sua respiração bem próxima a minha, as batidas aceleradas de seu coração que junto as minhas formando uma canção que me dizia “nunca mais me deixe, não sou nada sem você”, o suor frio escorrendo por sua mão dizendo que você estava nervosa e por fim; quando meus lábios tocassem os seus, naquele momento eu saberia que minha missão de estar com você e te fazer feliz estava cumprida, que minha sina era te amar por toda minha vida, que nada e nem ninguém poderia nos separar; mas pena que tudo isso e apenas uma ilusão, um sonho bobo de um poeta que não consegue encontrar sua inspiração, coisa de um coração que nunca teve um amor correspondido, isso tudo são apenas devaneios de um tolo apaixonado.
Donde eu vim?
CAPÍTULO V
Minha Primeira Boneca de Verdade
Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco.
Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos.
Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada.
Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade.
Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha.
Quando eu vi aquela boneca, fiquei deslumbrada!
Eu queria uma boneca de verdade! Esta era a minha chance!
Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade!
Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. E eu dei muitos pulos de alegria...
Ao anoitecer, quase no final da festa chegou a esperada hora do sorteio.
Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha boneca de verdade!
Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Vestia um vestido de renda, cujo decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança.
No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Fizemos uma casinha dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadre e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha.
Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos anoiteceu.
Acordei aos pulos na manhã seguinte. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida...quase decomposta!
Havia chovido a noite toda!!!
mel - ((*_*))
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