Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Agora, seria sua hora de mudar a vida ou seria a hora da vida mudar você?
Temos tanto que aprender que se perdemos nas lições, existe tanto que viver que nem percebemos, o que já fora aprendido.
Nunca sabemos o bastante e nunca saberemos tudo. Afinal, a vida é apenas o suficiente.
Você fazer a diferença na vida de alguém é o que pode fazer a diferença no mundo. Seja aquilo que você gostaria de ver no mundo.
Meu interior vazio agora está preenchido por você
Não está mais sozinho
Empatia era algo que tínhamos e não sabíamos o nome. Agora é algo de que sabemos o nome e não temos.
Lembra que houve um tempo
em que era tudo imaginação?
E agora é real.
Imagine.
Quantas coisas lindas
começamos a tornar reais
no momento em que as ousamos
imaginar.
Faz tempo,
Tempo, muito tempo,
Faz parte, fazem partes
E a vida.
É nada.
Estou cantando agora.
Pre vc.
Ouvir ...
Outra pessoa.
É que as vezes acho que sou
A melhor pessoa,
Para tirar a sua realidade,
E a última, e e primeira.
Eu bem sei que não sei quem eu sou.
Mas eu penso nisso as vezes.
"Os iguais se atraem, não os opostos".
Pense em tudo que vc não admira em alguém e agora imagine vc vivendo com esse alguém. Repito, os iguais se atraem, não os opostos.
Terremoto mental do medo
Você sabe o quero dizer?
Se ocorresse agora um forte terremoto
E você estivesse deitado na cobertura do prédio
Olhando para o iluminado céu estrelado...
Sentiria o pico do medo?
Derramaria lágrimas como orvalho
Ou clamaria para o sagrado
Para curar a sua fobia?
Desejaria um novo amanhecer
Clamaria para ver a mamis
Ou para ouvir novamente
O canto dos pássaros
Na beira do rio?
O que você faria
Com esta desagradável angústia?
Desejaria o direito por um novo dia
Para ter seus desejos hostis
De viver agradáveis amores doentios?
Desejaria
Sentir-se vivo
Em liberdade
Ousando na criatividade
Como os voos dos sábios?
Se tudo ao seu redor tremesse fortemente
O que você faria para não se perder
No universo mental do medo
Sentindo-se desamparado?
Lutaria bravamente para vencer o caos ou
Morreria sentindo o medo do fracasso?
Marivaldo Pereira Souza Mperza
LAPIS CADERNO LIVRO
pega, moleque,
Este lápis caderno e livro
Agora estuda, que é teu direito
Negado a nossos antepassados
Escreve calcula e lê
Nas estrelinhas das estórias
Da história mal contada
E desarma armadilhas seculares
E seja para sempre, moleque,
Gente preta sim!
Feliz estudada empoderada
Que é teu direito,
Negado a nossos antepassados.
Gritos da alma
De maneira profana e ardilosa agora meu espírito clama
Não se sabe ao certo o que ele deseja, mas eu choro
Choro desconsoladamente, o choro dos não compreendidos
Sofro por está colhendo os frutos amargos da minha pior colheita
Onde estarão aquelas mãos que sempre me confortam
Onde posso encontrar o abraço do consolador de outrora
Sinto-me tão só, tão perdida, desprovida de sonhos e esperanças
Seria eu agora incapaz de reerguer-me, de superar com sempre fiz?
Por onde vaga meu espírito que agora perde-se de mim?
O que pensar agora, se estou a vagar, prisioneira de meus próprios medos?
Como posso eu agora ser liberta da escuridão que me invade?
Minha mente escureceu-se, minh’alma gélida, meu espírito...
Seria a morte em mim, nesta sensação de terror que me domina?
Oh, minha paz....! Dói não sentir mais a brisa no rosto!
Os suspiros cada vez mais distantes, mais ausentes, só silêncio
Um silêncio que não traz paz, um siLêncio de terrível desespero
É este o silêncio que trago dentro de mim agora, desalador
Quero ainda gritar, mas nada consigo, nada consigo sussurrar
Que pavor terrível! Que angústia! Deus! Eu consigo pensar...
Deus! Eu clamo a Tua misericórdia... é o que penso agora...
Um toque suave... o ar entra em meus pulmões, alívio!
Sinto uma brisa a me tocar, uma boa sensação me invade
Respiração profunda e suave, um sussurro: _você esta viva!
Sinto-me outra vez, meu espírito voltou e eu estou bem.
Busque sempre o que for melhor para você, hoje, agora, sem perda de tempo, pois a vida é curta e o tempo voa.
Poluição humana…
Vamos tentar limpar, a Mãe de nós;
Agora que a vimos, limpa a ficar;
Devido a nosso poluir, parar;
Pela a nós vinda, de um vírus; atroz!
Vamos diminuir o poluir;
Que a tanto ser, em tal anda a matar;
Como a pureza, que ela tem pra dar;
Caso o seu chorar, possamos ouvir.
Que bom será, máscaras dispensarmos;
Como as tais que agora todos usamos;
Por termos medo até: do respirar!...
Por nossa Mãe tanto contaminarmos;
No pormos nela, um sujar, que abusamos;
Por pormos nela, um tanto conspurcar.
Com esperança;
O sol está em mim agora. O sol é meu coração, e todo o mundo - os pescadores na China e os plantadores de milho no México e as pulgas nas costas dos cães em Katmandu - dependem da ascensão e queda do meu coração.
Mil anos se passaram desde o colapso da civilização industrializada. Uma selva tóxica agora se espalha, ameaçando a sobrevivência dos últimos seres da raça humana.
(Narrador)
Lembro-me como era antes da pandemia..E agora?
Era como gato
Era bom...era uma pan de mia . .era lá fora. E agora.aqui dentro... não sou louco. Eu não aguento.. é muito pouco esse momento.
Eu não sei bater panela na janela
Sinto saudades de bater biela na banguela
Um laço sem abraço
Um nó em dó maior.
A lembrança de ontem criança
O amanhã a esperança.
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