Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
'' - Não existe nenhum fantasma. Olhe, é apenas você. - disse a desprovida de afeto em frente ao espelho.''
Nunca me disseram o que devo fazer
Quando a saudade acorda
A beleza que faz sofrer
Nunca me disseram como devo proceder
Chorar, beijar, te abraçar, é isso que quero fazer
É isso que quero dizer ♫
Deus nos deu a vida,
Mas ñ disse q seria fácil vivê-la.
Com nossos tropeços na vida,
Aprendemos a vê-la de forma linda.
São com os erros q aprendemos,
Por isso erramos em muita coisa...
E ñ é um tropeço...
Um amor ñ correspondido q nos fará desistir.
Devemos aprender q ñ resolvemos tudo sozinhos.
Precisamos sempre de alguém,
E nada melhor q os anjos q Deus nos deu,
Anjos esses mais conhecidos pelo nome de AMIGO...
Um Amigo nos ajuda sempre,
Nos mostra o caminho a seguir sempre do nosso lado,
Pois sabemos q sozinho ñ chegamos a lugar nenhum,
Um Amigo sempre te acompanha,
Se vc chora ele tbm chora,
Mais sempre enxugando suas lágrimas...
Te consolando e dizendo que vc vai conseguir
“Hoje só desejo que esteja bem... que seja feliz, não sei de você, como você disse que foi embora para se curar de nós eu demorei mas também me curei. Hoje só sinto saudade do que não fomos, dos tantos sonhos que não concretizamos não mais de você”
Loira na Enchente
Em um dia de chuva e de alagamentos, um rapaz disse para uma loira.
- Moca, a enchente vai levar o seu carro!!!
Fique de olho. Não dá pra bobear com um temporal destes.
Sem perder a tranquilidade e achando-se muito esperta, a moςa respondeu para o sujeito:
- E vc acha que eu sou Loira burra, é?
Não vai levar meu carro não, seu bobo!!!
Já tinha pensado nisto. A chave está aqui comigo!!!
PS: Viu só Loira, virei um apreciador de piadas de Loiras em tua homenagem, hahaha...
Vai passar, tudo passa! Por várias vezes ja disse que não aguentava mais e então descobria que sou mais forte do que penso, hoje a dor já não doi tanto e o tempo já não demora tanto a passar. Hoje só quero que tudo que passei e que ainda vou passar realmente valha a pena!
Um dia você me disse que a nossa vida é um livro
E que cada história vivida
Tem uma página escrita
E que quando
A história acaba
É pagina virada
É folha em branco
É uma nova escrita
È uma nova vida
A ser vivida
É uma nova história a ser contada
Um dia você me disse:
Escreva qualquer coisa, escreva, não importa, qualquer coisa, o importante é você está com vontade de escrever!
Você disse muitas coisas ao meu respeito que não são verdades, mas entendi sua raiva e fraqueza ao me atacar dessa forma. Eu perdoei tudo o que disse, simplesmente porque entendo o quanto deve ser ruim ser fraco e ter que usar palavras assim para parecer forte. Entendi que está sofrendo, por isso percebi que está andando de um lado para o outro tentando ser quem não é....
Querida não fale mal de... mim mais, eu só tenho boas lembranças de você, e as ruins guardo para mim, e não permito que as pessoas saibam, elas não poderiam mudar o que aconteceu, e que saber elas não merecem saber de nossa intimidade. Permita que sejam suas amigas, mas não permita que invadam sua privacidade e sua alma. Deixe seu coração curar por si só. Você é capaz de se refazer!!!
Estou bem agora, e encontrei na minha companhia a melhor das baladas e conversas...Faça o mesmo, passe um tempo com você. A noite te dá prazer momentâneos, mas quando você fecha a porta do seu quarto precisa está bem com você. Lembre querida, fomos felizes sim!!! Onde estavam essas pessoas quando os obstáculos estavam à nossa frente, não pense que são especiais porque oferecem a mão para se levantar agora. Quantas pessoas foram a sua casa te abraçar nas noites em que brigamos, quantas pessoas te ligaram para te dizer o quanto estava feliz de ver suas fotos de felicidades nos momentos que estava alegre. Cuidado, tenho me agarrado na minha família e naqueles amigos que estavam comigo a todo tempo, não aqueles que surgiram e reapareceram, esses não me interessa dividir minha historia, permito que saibam apenas o agora. Bem querida desejo você felicidades e prosperidade....”
Quem foi que disse que para ser feliz seria necessário ser perfeito? Ninguém é perfeito! Pare de idealizar as pessoas, aceite como elas são de verdade e aprenda a conviver com os defeitos..e acima de tudo se ame, ame tudo em você para so depois amar os outros..e ai sim você conseguirá conviver com o que você considera imperfeito.
É péssimo quando você cria uma frase, e descobre que alguém do século 15 já disse isso antes de você...
Prometi não me iludir; disse a mim mesma para resistir. Mas quer saber? Esse seu sorriso bobo, a cada dia que passa, faz meu coração palpitar e perceber que aquela ‘promessa’ já não vale mais absolutamente nada.
Ontem sonhei contigo, estavamos juntos...mas logo a saudade despertou-me, sufocando-me e disse: ei,estou aqui!
De tantos dizeres.
De dizer disse tanto, e calou-se a voz do coração.
De dizer disse adeus, e a mágoa que trás a expressão.
De dizer, disse que amo, e a voz calou então.
De dizer disse que não. E então eu fui ao chão.
De tanto dizer, tornou-se fixa na mente.
De dizer, tanto que disse, que queria esquecer.
De dizer que foi perfeito, perfeitamente.
De dizer, que o sentimento, se fez nascer.
De dizer, então partiu. Só de dizer o que disse.
SOBRE ÉTICA,CULTURA E POLÍTICA
Guimarães Rosa, em entrevista ao crítico Günter Lorenz, disse que "a política é desumana porque dá ao homem o mesmo valor que uma vírgula em uma conta". A desumanidade da política extrapola a esfera dos governantes e governados e navega nas várias esferas da vida na pólis, na sociedade. A desumanidade, lembrada pelo escritor Guimarães Rosa, refere-se à falta de compromisso com a verdade, com o conhecimento. Há por aí filósofos de pára-choque de caminhão. Pessoas que julgam pessoas sem o menor conhecimento de sua obra. Vários pensadores foram vítimas desses semicultos. Colocaram frases jamais proferidas na boca de Maquiavel. Deturparam Marx ou Sartre. Ridicularizaram ideologias. Sobre os semicultos, escreveu Mário de Andrade nos idos de 1927: "A gente pode lutar com a ignorância e vencê-la. Pode lutar com a cultura e ser ao menos compreendido, explicado por ela. Com os preconceitos dos semicultos, não há esperança de vitória ou de compreensão". Os semicultos estão por aí, escondidos atrás de um pequeno poder. Dizem superficialidades, deixam-se levar por um olhar tacanho do que não conhecem e fingem conhecer. Os semicultos não têm a humildade necessária para a dialética. Não há antítese. Apenas tese. Tosca tese de quem nunca nada defendeu. Apenas destruiu ou tentou destruir. Há de se discutir a ética na política, nas organizações e na mídia. Falta com a ética o político demagogo ou o corrupto, ou o que semeia inverdades em redações de jornais e revistas, ou o que mente à sociedade. Falta com a ética o jornalista que se deixa deslumbrar com o poder de destruir e não investiga, não vai a fundo no que escreve. Falta com a ética quem destrói a gestão do outro, a obra construída solidamente na política ou na empresa. O trabalho sagrado de servir. É tempo de ética. Da ética aristotélica do meio-termo. Da ética do valor, da axiologia preconizada por Miguel Reale. Do conceito correto de política que constrói Estados e pessoas, como sonhava Bobbio. Da ética da linguagem. A palavra a serviço da verdade e do conhecimento. A semiótica de Umberto Eco, que, relembrando Cícero, fala em razão e emoção. Em fragilidade e consistência. Da ética da humildade. Os arrogantes ou semicultos se distanciam muito da verdade, pois só enxergam a si mesmos. Humildade no respeito à diversidade. A intransigência leva ao radicalismo, e este, à tragédia. Franco Montoro dizia que há coisas em que não podemos ceder -valores, ética. Quantos às outras, é preciso ter olhos de ver. Humildade em reconhecer o valor do outro. Não podem interesses levianos de períodos eleitorais jogarem lama em carreiras construídas com afinco. Adélia Prado, poeta da leveza, disse: "Só pessoas equivocadas quanto à natureza do fato literário repudiam um livro por sua casuística religiosa. O enredo ou tema de um livro não é o que o torna bom ou mau. Seu valor e desvalor têm a ver com forma, apenas". A maturidade literária ou a maturidade crítica exige conhecimento, profundidade. "Não li e não gostei" é coisa de semiculto. Enfim, que neste ano eleitoral haja muito debate, muita investigação e, acima de tudo, compromisso com a verdade. Que a ética permeie o calor do debate, que será mais rico e belo se deixar fluir o passado e o amanhã sem desmerecer a pessoa. Um debate ético lança luzes sobre idéias, não sobre perfumaria. Um debate ético ajuda a consolidar a cultura democrática e respeitosa. O Brasil tem mulheres e homens com essa postura em todos os ambientes profissionais. Que esses sirvam de exemplo aos demais. São profissionais que construíram uma obra. Aliás, o que é muito mais edificante do que destruir obras alheias.
Publicado no Jornal Folha de São Paulo
Uma Nova Oportunidade
"Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu." São estas as palavras que abrem um dos grandes clássicos da literatura brasileira, O Ateneu, do fluminense Raul Pompéia. Adquirir domínio sobre a leitura e a escrita, essas ferramentas extraordinárias, é exatamente esse "encontrar o mundo", é abrir surpreendentes e infinitas estradas ao pensamento, no mapa do tempo e da história, no mapa do sonho e da imaginação, ampliando em muito o alcance da mente e dos sentidos, aumentando a capacidade de absorver e compartilhar as experiências próprias e alheias, tornando a todos mais ricos daquela riqueza que os ladrões jamais poderão roubar. Paralela à leitura, a técnica da escrita permite a possibilidade de registrar e transportar sentimentos, pensamentos, levando atuação e intervenção concretas a lugares muito distantes, numa irradiação dos produtos do espírito humano para muito além dos limites restritos da presença física de cada um. A escrita dá a cada um de nós um poder extraordinário: o dom da ubiqüidade, ou seja, a capacidade de estar em muitos e diversos lugares ao mesmo tempo. Escrever um bilhete e deixá-lo para ser lido por alguém que só chegará depois é um exemplo simples e cotidiano desse dom. Uma carta enviada a algum remoto lugar onde nunca se esteve, ao qual fisicamente talvez nunca se irá, é outra prova dessa capacidade de ultrapassar limites físicos e ampliar a presença pessoal no mundo. Os extraordinários recursos postos à disposição do homem pela informática e pelo desenvolvimento tecnológico dependem da leitura e da escrita para poderem ser plenamente desfrutados. Quem não domina essas ferramentas acaba sofrendo, portanto, uma exclusão dupla. Todas essas capacidades quase mágicas são facilitadas por essas duas práticas, tão cotidianas que chegam a ser vistas com trivialidade. Sendo tão naturais, tão compartilhadas por todos, tão presentes no mundo, muitas vezes fica até difícil imaginar, neste tempo renovado de um século que se inicia, a existência de pessoas que, por razões que não cabe discutir aqui, não adquiriram esses instrumentos tão necessários para compartilhar existência e experiência, permanecendo por isso mergulhadas num sombrio estado de isolamento, uma espécie de limbo social que as torna quase invisíveis, motivo de limitações e dificuldades que surgem a cada dia e já não se justificam de nenhum modo. Existe um grande esforço espalhado por todo o país, muita gente empenhada em enfrentar e transformar essa situação. Exatamente para se reunir a esse esforço e resgatar desse inaceitável limbo pelo menos setecentas mil pessoas acima dos quinze anos de idade é que a Secretaria de Estado da Educação, associada ao Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior em São Paulo (SEMESP), lança o Programa de Alfabetização e Inclusão, que também atende pela sugestiva sigla PAI. O objetivo é, em quatro anos, atingir essa meta. Professores e salas de aula, sustentáculos humanos e base estrutural do programa, serão fornecidos por mais de cem instituições de ensino superior que já mostraram interesse pela parceria. O governador Geraldo Alckmin esteve presente ao evento de assinatura do convênio entre SEMESP e Secretaria da Educação, no dia 5 de junho último, no Centro Universitário Adventista, e ficou visivelmente tocado ao testemunhar a viva emoção de pessoas de cinqüenta, sessenta, setenta anos, mais que felizes por esta bem-vinda nova chance e pela circunstância muito especial, jamais imaginada, de que isso vá acontecer dentro de uma universidade. Entre as melhores lembranças desse dia ficará o sorriso de uma senhora de sessenta e quatro anos, respondendo orgulhosa à neta que lhe perguntava o que ia fazer: - Vou à universidade, ao sonho, à vida! À Secretaria de Educação caberá a supervisão dos cursos e a orientação pedagógica, realizada a partir das Diretorias Regionais de Ensino. No segundo semestre de 2003 estarão mobilizados mais de dois mil estudantes universitários espalhados por mil salas de aula. Caberá às universidades e faculdades articular o recrutamento dos estudantes dentro de sua base territorial. Esses são apenas números iniciais. Com a adesão de mais instituições de ensino também crescem as perspectivas de expansão do programa. Uma das preocupações que orientam o projeto é trabalhar a aprendizagem a partir dos problemas locais da comunidade, chamando a atenção dos estudantes para uma visão nova do seu próprio universo. Tudo isso vai ser feito com a intenção de criar caminhos e possibilidades para que as pessoas promovam sua própria inclusão social e compartilhem com todos o luminoso sol do conhecimento, e também o seu calor.
Publicado no Diário do Grande ABC
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