Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Tudo o que eu mais queria agora era um abraço. Não um qualquer, mas o seu abraço. Porque quando você me abraça, eu me sinto segura, me sinto protegida, eu tenho vontade de não te soltar mais, de viver eternamente ali, abraçada com você.
A melhor parte é saber que agora eu não tenho medo de decepcionar ninguém, afinal, eles nunca se preocuparam com isso.
Meu super ego tirano
não me permite mais
um dia deixou me entregar
e foi só abandono
agora eu preciso aprender
a ficar só e esquecer
sonhos e planos...
Tô fora de viver pra agradar os outros. Agora é sobre ser eu mesma: meio doida, toda sonhadora, surtada com charme. E quer saber? Ser um pouco louca não mata ninguém... o que mata é tentar ser normal pra caber no mundinho dos outros. Tô vivendo do meu jeitinho e quem gostou, gostou!
😜🌈✨
QUANDO DEUS SE CALA EM MIM
O que eu queria agora
era silenciar as vozes que gritam por dentro,
as urgências que não cessam,
as perguntas que não dormem.
Queria sentar comigo,
sem pressa, sem cobrança,
e me oferecer escuta
sem precisar consertar nada.
Habitar o intervalo entre o que penso e o que sinto,
o espaço onde as respostas não se obrigam a nascer.
Porque nem todo vazio é ausência.
Às vezes, é chão.
O que procuro agora
é um lugar onde caibam as contradições,
onde a dúvida não seja erro,
mas matéria-prima do ser.
Carrego em mim perguntas que não se resolvem,
ideias que não querem ponto final,
mas que insistem em permanecer,
como quem caminha mesmo sem destino,
e ainda assim, me levam.
E em meio a esse território sem margens,
ressoa em mim o sentimento
do cancioneiro quando revelou
o desejo de encontrar um lugar
onde Deus pudesse ouvi-lo.
Deus,
essa Presença que não encontro
quando tudo em mim se volta para dentro,
como se, ao mergulhar em mim,
eu me escondesse d’Ele
ou Ele de mim,
no pacto silencioso
entre o limite e o infinito.
Não é distância,
nem ausência.
É o vestígio de um encontro
ainda não vivido,
mas pressentido no fundo mais fundo
do que sou.
E o que não me responde
não cala, espera.
Como quem sabe
que o nome de Deus
não se diz,
mas se sustenta.
E se um dia eu me alcançar,
que seja por ter sustentado
o silêncio onde Deus sussurra.
Porque há verdades que não se dizem,
há presenças que não se provam,
há sentidos que só nascem
quando já não precisamos entender.
Alcançar-se não é chegar,
é permanecer inteiro
na travessia que nunca se conclui.
E talvez seja isso:
ser morada do que não tem nome,
vigília de um Deus
que não se mostra,
mas nos habita.
Eu sou o PH já chego nessa batalha com a rima improvisada que eu vou te mandar na cara agora já cheguei com meu Rap
aqui eu já ganhei foi tudo mas com tudo que eu tenho
Agora eu vou mandar na improvisada
todo mundo sabe que eu ganho essa parada,
agora a rima eu vou dominar
pode bater palma pra sua nova rainha.
Não vem me dizer que eu sou o culpado.
Eu não tenho culpa alguma.
Só nasci, e agora aqui estou.
Então por favor.
Só me deixe viver.
APENAS UMA CONVERSA
– Meu amor, o que você fez para que eu ficasse assim como estou agora?
– Minha querida, entenda que jamais fiz algo para influenciar, decisivamente, em suas ações e, portanto, você sempre agiu dentro de suas próprias vontades pessoais:“Portanto, se hoje você está muito feliz, quem merece os méritos é só você, porém, se a infelicidade é a sua companheira, digo-lhe, a responsabilidade é toda sua”!!!
– E, entenda: “A felicidade ou a infelicidade, na grande maioria dos casos, é algo que surge de dentro para fora e, mais raramente, de fora para dentro das pessoas”!!!
Pedro Marcos
Não valorizou
Quem já me teve por perto
e não fez questão de cuidar,
Agora que eu estou longe
não peça pra me voltar,
quando eu vou eu não volto mais
quem teve não foi capaz
de saber me valorizar.
Eu não preciso ser dúvida
e nem incerteza de ninguém,
eu quero é cuidar de mim
e ficar onde me convem,
pra você que não valorizou
vai me ver sendo amor
na vida de quem me tem.
Carta que você nunca vai ler
Oi.
Eu não sei exatamente por que estou escrevendo isso agora, talvez seja só mais uma dessas noites em que tudo volta. E você... sempre volta também. Não com uma mensagem ou uma ligação — isso seria simples demais pra alguém como você. Mas volta no vento, no cheiro de rua molhada depois do calor, em músicas que não tinham nada a ver com você até começarem a ter.
Eu penso muito naquele tempo. Não sei nem se posso chamar de “nós”, porque “nós” nunca aconteceu de verdade. Mas me lembro de tudo como se tivesse acontecido. O jeito que você sorria de lado, como quem carrega segredos demais no bolso. Aqueles dias longos em que eu fingia que era só casual, quando na verdade eu queria o mundo com você. E você? Você só queria passar.
Você chegou sem prometer nada, e mesmo assim eu me entreguei como se tivesse ouvido juras. Fui todo presença, enquanto você era ausência em forma de gente. Você dizia que não era pra durar, mas eu fechei os olhos e pedi em silêncio pra que o tempo congelasse. Idiota, eu sei.
Tinha sol, sal, lençóis bagunçados e despedidas sem data. Era bonito, sim, mas era uma beleza frágil — daquelas que quebram fácil se a gente aperta demais. E eu apertei. Segurei tudo com tanta força que acabou escorrendo pelos dedos. No fim, ficou só o gosto agridoce do quase. O que a gente viveu foi um talvez disfarçado de certeza.
Hoje eu sigo em frente, mas não totalmente. Ainda passo por lugares esperando te ver. Ainda escuto músicas que você nunca ouviu, mas que me lembram você. E às vezes me pergunto: será que você pensa em mim também? Ou fui só uma estação qualquer no seu caminho?
De qualquer forma, isso é só um desabafo.
Você nunca vai ler.
Mas eu precisava escrever.
Acredita mesmo que se eu tivesse lutado para ter alguma coisaeu até hoje não teria nada? Agora uma coisa eu sei, se tivesse lutado nessa briga, pode ter cereza que até poderia ser possível não ter conseguido nada, mas colapsada eu ja estava.
De agora em diante, eu vou simplificar tudo. Não quero mais nada que atrase o meu riso ou coloque em risco a minha paz. Quero caminhos mais leves, reciprocidade silenciosa e vínculos verdadeiros. Vou filtrar com mais cuidado onde coloco o meu tempo, a minha energia, o meu coração. Nem todo cenário precisa ser palco da minha entrega. Agora, é sobre crescer por dentro, sem plateia. Parar de me moldar ao que não me veste, apenas para caber. Vou me acolher com mais carinho e ouvir a minha intuição. Vou amadurecer, respeitando o ritmo de cada coisa, sem forçar flores a nascerem fora da estação. Afinal, tudo tem o seu tempo certo.
De agora em diante, você vai fazer duas coisas. O que eu quiser e quando eu quiser.
Falo tudo que tu gosta
Faço tudo que tu gosta
E eu gosto, gosto muito de você
E agora que eu tô sozinho em casa
Eu vou deixar a porta aberta
Pra se caso você quiser voltar
Eu gosto, gosto muito de você
E agora que eu tô sozinho em casa
Eu vou deixar a porta aberta
Pra se caso você quiser voltar
Então por favor não vá demorar
A bagunça de ser eu, inconstante, sempre fui loira e amava preto, agora nem sequer me reconheço, quando estou de vermelho marsala, me olho no espelho, me sinto completa mas ainda tenho medo, de ter ficado fria, de ter me amado pouco e de nunca mais transbordar.
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