Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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As vezes me perco no tempo entre o tempo e eu. Confuso, mas guardo lembranças distantes de lugares onde as águas eram claras e os risos felizes. Estou a procura de mim com um emaranhado de perguntas . Talvez amanhã as respostas me encontrem sorrindo. Preciso cuidar mais de mim. Sinto que estou ficando um pouco triste. Eu poderia parar um pouco mas não consigo. Eu quero encontrar olhos brilhantes e mãos calorosas. Quero sorrir abertamente pelas manhãs e a noite admirar o luar. Romântico demais talvez. Mas eu quero a reciprocidade do amor, a confiança da amizade. Quero pertencer ao que acredito, me doar sem medo, sem pesos nem medidas. Quero mais do que eu acho ser capaz e ainda assim não perder a essência do que existe de melhor em mim.

Lene Dantas

Inserida por LeneDantas

Que eu tenha a habilidade de me conduzir ,me transformar ,me auxiliar. Que eu tenha a naturalidade do sorrir. Que eu possa me erguer a cada queda, que eu possa aprender a ser alguem melhor. Que em minha vida exista mais encantos e que da minha boca saía mais agradecimentos do que reclamações. Que eu possa me modificar, que eu possa renascer vez após vez.

Lene Dantas

Inserida por LeneDantas

Tem situações e pessoas que me cansam. Para estes entrego o meu silêncio e me afasto. Não que eu os queira mal... Mas por não poder permanecer próxima do que faz pesar minha alma. Ultimamente procuro ficar perto do que eleva. Ando cansada de pessoas pesadas.
Lene Dantas.

Inserida por LeneDantas

Talvez o que eu diga , seja o que você sente. Ou o que eu calo o que você fala. Talvez eu esteja aqui pra deixar explicito o que não posso entender... pois não me permito. Hoje eu deixo em mim , um pouco do que não quero saber , pra ter o prazer de desvendar a construção que estou fazendo nesse presente que me encanta , e me assusta , e me transforma e ao mesmo tempo me aborrece , me inquieta e me entristece. Hoje talvez seja aquele instante mágico , do milagre que está guardado em mim.
Lene Dantas

Inserida por LeneDantas

"Criei um labirinto entre o silêncio e EU. Cada vez que o escuto, fujo em saídas que desconheço, até encontrar um abismo em mim, onde não me encontro."
Lene Dantas.

Inserida por LeneDantas

RO-SA-NA ( O leite ou o vinho?)
Eu — Ao invés de uma, sou duas. Não duas. Digo melhor, seria muitas. Agora, estou sentada a mesa, tenho leite e vinho diante de mim. O que deverei beber? Se eu beber o leite, fortaleço meus ossos, antes que eles decomponham-se aqui e como cinzas fúteis e velozes, misturem-se a todo invisível que permeia esse ar, esse ar tão meu e tão de outros. Pergunto-me: Como serei apenas uma, se respiro os outros? Respiro minha vizinha que me observa todas as tardes , quando me dirijo calmamente à área de estar, para saciar a sede de minhas rosas. Respiro os olhos inquietos do meu chefe, que moribundo, hipocritamente pergunta-me se está tudo bem, sem nem ao menos esperar, que eu, entre um segundo e outro, abra meus lábios e insinue um simples sorriso corado, e o fale, o que entala meu paladar, toda vez que tento engolir seu sorriso ironizado. Respiro a orquestra de sussurros entre olhos, ao entrar cedo pela manhã num ônibus lotado, onde procurando calmamente um espaço, único e meu, eu fique ali, contida, quieta, encostando-se a todos e ao mesmo tempo, sozinha, num particular entre sonhos e anseios, entre conversas que ainda não tive tempo de terminar comigo mesma, num espaço de tempo em que reflito, enquanto vejo as mesmas imagens diárias passar sobre meus olhos. Não olho pra ninguém e ao mesmo tempo vejo todos, não conheço ninguém e ao mesmo tempo são tão íntimos e trazem o mesmo cheiro do dia anterior, trazem assim como eu, a mesma expectativa consciente que o tempo passe rápido e que logo o dia termine, para que em regresso possa desfazer-se de toda roupa e sentir seus pés livres de seus sapatos. Adoro sapatos, também respiro meus sapatos, semana passada enamorei-me de um scarpin cor de vinho, olhei-o e ainda me propus a tocá-los, na bolsa olhava meu cartão de crédito, eu sábia não poder possuí-lo no momento. Mas, meus pés nervosos queriam calçá-los. Senti-me então como uma adolescente, que encontra seu primeiro amor e anseia pelo gosto do primeiro beijo, aflita teme não saber os movimentos precisos quando se encontra um lábio em outro, ansiosa sente o gosto na boca do beijo desejado, mas, com a mesma voracidade de possuí-lo encontra-se no receio de executá-lo e corre para longe do alvo de desejo, ou apenas o maldiz com uma expressão desdenhosa, ansiando na realidade o bem querer. Eu corri do sapato. Se lembrei de José do Egito, que correu para não trair a confiança de seu Amo e nem de seu Deus. Eu corri, para não trair a mim e nem ao meu bolso. Mas, ainda no ônibus penso, que embora meus pés calcem um conforto que escolhi (embora não seja o scarpin vinho) não vejo à hora de poder livra-me deles, do meu sapato preto de verniz, com uma simples e delicada fivela prateada, do lado esquerdo, não vejo a hora de em casa, longe dos olhos curiosos de minhas colegas, escolhidas ironicamente pelo mesmo chefe que me faz ter surtos nervosos, posso enfim, olhar meus pés, poupá-los e deixá-los livres. Posso também, olhar meu reflexo no espelho, quando finjo não perceber que a pele corada ,mostra os sinais de tudo o que me rodeia á tantos anos. E o que eu fui há tantos anos? Senão uma criança que ansiava o saber e entre aromas e sabores, respirava o universo de todos que, estavam ao meu redor. Respiro meu casamento, em um estado de inércia, em que os cheiros que me agradavam ha um tempo, agora se alastram como fungos ociosos, e se escondem acomodadamente num ambiente de conforto. Como? Como não ser mais de uma, se todos os dias, confundo-me entre o que sou e o que quero ser?
Se bebo o vinho, inebrio minha alma, a faço cantar e sorrir de coisas que muitas vezes sutilmente escondo. Inebrio minha alma, antes que ela congele, e ali, sem vida não possa alcançar os céus, nos momentos que em sonhos encontro meus tesouros. Saciar-se desse vinho, ainda que me tire de um estado sóbrio, pode dar-me coragem para enfrentar meus medos, antes que eles me tomem, antes que eles me façam permanecer em círculos obsessivos e doentios. A mesa convida-me e algo me diz que devo provar do leite, mas também do vinho. Algo diz que devo sim ser uma ou mais de uma, ou apenas me perder em meus caminhos descalçados.
Hoje na lanchonete, percebi um homem olhando-me, mas ele não olhava apenas pra mim e sim para nós, todas nós. Éramos quatro e ele não olhava-nos com os olhos, ele olhava-nos com os ouvidos. Discreto, quieto, perdia-se em seu alimento e achava-se no que falávamos. Talvez tentasse entender o que pensamos, já que nós mulheres, temos tanta facilidade de falar de nossas dores, de repente deixaríamos claro em nossos segredos forjados o que tantos tentam entender. Ele respirava-nos com tamanha vontade como se a vontade de o saber fosse maior do que saciar sua fome. Mas nós mulheres sabemos. Sabemos como ludibriamos a nós mesmas e também aos outros, como dançamos com passos quietos em situações avessas. No fundo o que falamos em uma mesa em quatro, nunca são fatos perfeitamente contados, nenhuma de nós confiamos plenamente na outra e sempre nos resguardamos do que dizemos. Talvez á minha amiga; Sim, aquela que eu tanto admiro, eu possa contar um pouco mais, um pouco mais do que ensaiei. E ainda assim, que fique um pouco em mim que nem eu mesma sei se devo dizer-me, daqueles dias em que tomei atitudes que ao me inebriar de vinho ou saciar-me de leite, deixei de ser o que achava ser. Coisas que Deus sabe e só ele sabe, nos passos que percorri o caminho que meus pés escolheram pisar e por onde tropecei, nos dias quietos, nos dias tristes, nos dias frios e também nos dias eufóricos e quentes.
O homem ansioso, talvez quisesse apenas saber como nós em quatro, podíamos em alguns minutos falar milhares de dezenas de palavras, onde a maioria é deixada e despercebida, trocadas mais tarde por um simples, até logo. Trocadas depois por particulares entres duplas que se desfizeram ou entre o leito conjugal de cada uma e seu amante. Ele atento, talvez riu no seu olhar de escrutinador, talvez comentou com alguém, talvez se encantou por nós mulheres mais uma vez, ou talvez percebeu o quanto somos parecidas. Nos enfileiramo-nos depois, deixando o ambiente quieto, silencioso, deixando apenas a vaga lembrança de nossos risos e confissões permitidas. Onde entre uma conversa e outra olhávamos uma para outra e nos enxergávamos, um pouco as mãos, ou cabelos, ou até os sapatos de verniz. Percebo que ele também compactou conosco e mais tarde vai respirar um pouco do que viu ali. Gostei dele! Acho que o seu jeito tranqüilo fez cócegas em meu coração eufórico. No final então, eu o respirei, e isso me deixa com uma impressão esquisita, sobre qual será a probabilidade de vê-lo mais uma vez. Dessa vez, quem sabe eu calce meus sapatos novos! Sim porque vou à loja e comprarei o scarpin cor de vinho e assim, ele pode até, ao invés de nos enxergar, enxergar meus sapatos. Embora homens não enxerguem sapatos. Gosto dos meus pés e ele pode gostar também. Ele pode até enxergar meu nome na tatuagem que fiz no pé esquerdo e quem sabe, entre uma mordida e outra do pão de queijo que devorava num ato involuntário de desejo, soletrar: RO-SA-NA. Fazendo com que eu perceba que , entre todas , foi eu que o chamei atenção.
Devo ter provado o vinho e agora estou aqui bêbada, falando bobagens que só conto a mim. Sim é dessas bobagens que falo que respiramos e inalamos e guardamos conosco. Essas ficam assim, deixadas em lugares ocultos aos outros, mas de fácil acesso á nós. Preciso levantar-se agora, não sei bem que horas são, mas é tarde e agora devo conversar com meus lençóis.
Deixou a mesa, sem provar do leite e do vinho, deixou a mesa lentamente com um sorriso enfeitiçado no rosto, como se na cama, fosse deparar-se com o homem que a enxergou com os ouvidos.
Lene Dantas

Inserida por LeneDantas

Deixo ainda o que não sei... e quando souber , talvez nem seja mais Eu. Talvez eu já tenha me descoberto de outra forma e nessa fome de mim, encontre sempre o que aprendi no avesso das minhas verdades!
Lene Dantas

Inserida por LeneDantas

⁠30/01/2022. Falta mastigar só mais um dia e teremos devorado outro mês. E eu sigo com aquela pesada sensação no estômago da alma. Sei que há muito ainda nesta vida para ingerir, mas enquanto essa má digestão não passa, olho faminto para a próxima refeição, no entanto, permaneço encolhido, sentindo o amargo das golfadas de insegurança que me causam uma náusea existencial.

Inserida por RosalbaSaraiva

⁠Sou mistura inexplicável
No meu recinto global
Curto praia, mar e sol
Eu sou místico, surreal
Guardo minhas convicções
Sentimentos e visões
Sou um jovem tropical!

Inserida por IlanHudson19

“Existem: certo e errado e eu faço o qual eu quiser!”

Inserida por RaquelOrdones

⁠Eu amo
Tu amado
Ele não imagina como é sagrado
Nós somos amor e vento
Voz dos sentires e
Eles veem de dentro

Inserida por RaquelOrdones

⁠Eu não sou mais por ser exagerada,
É que eu sou infinita, sou intensidade
porque não me dou só um pouco,
porque quando me verto
espalho-me por toda a mesa
e corro pela abertura estreita do chão
só para inundar...

Inserida por RaquelOrdones

“Eu não morreria por ti” Parte 2.


Não, eu não morreria por ti.
Pois morrer é o fim, e eu busquei o começo.
Viveria por nós, se houvesse um "nós" inteiro.
Tentei por nós, até que o cansaço
se tornasse o único laço
que ainda me prendia ao teu lado.


Nas tuas águas, mergulhei sem fôlego.
Nas tuas crises, fui o porto que não tive.
E nos teus silêncios sombrios,
tentei iluminar caminhos que você insistia em apagar.


E em um poema que agora se transforma,
escrevo o que sobrou de mim.
Se um dia leres estas linhas,
não me chames de tolo por ter partido...
chama-me de corajoso por ter desistido
de quem já havia desistido de si.


Às 23h47, não há mais o peso da espera.
Amei-te por quem tu eras,
mas não posso amar quem te tornaste
para justificar o vazio que criaste.
Teus mil e um defeitos eram aceitáveis,
mas a tua cegueira tornou os meus esforços invisíveis.


Tu escolheste ver apenas o raso,
enquanto eu te oferecia o oceano.
Trataste o sagrado como uma simples paixão,
algo que desabrocha no tédio e morre na primeira confusão.


E assim, como meu último ato de cuidado — por mim:


Não, eu não morreria por ti.
Eu escolhi viver sem ti.

Inserida por bryan_feitoza

"Eu não sou bem o que as pessoas pensam que sou, embora esteja longe de ser uma incógnita."

Inserida por mary_difatto

"O que eu sei sobre a vida, não importa a quase ninguém.
Mas o que a vida sabe sobre mim,
se configura em interesse de muitos..."

Inserida por mary_difatto

"De todos os humanos que falam mal do rato, por fuçar lixeiras e valas de esgoto,
eu destacaria que muitos desses são piores que o roedor.
Se o irracional está na lixeira apenas pela busca de alimentos, há pessoas que se sujam por prazer, verdadeiros ratos pensantes, que estragam a vida das outras deixando-as, sem arrependimento, em
grandes lixeiras emocionais..."

Inserida por mary_difatto

"Não esqueço a fisionomia de uma pessoa com a qual eu conversei por
10 minutos que sejam.
Posso não lembrar o nome depois,
mas pessoas são sempre maiores que nomes..."

Inserida por mary_difatto

"Queria eu poder voar! Assim saberia o que é ser livre para optar em estar presa ao chão."

Inserida por mary_difatto

"O MUNDO que eu quero é aquele onde a pureza e o amor sincero das CRIANÇAS e dos ANIMAIS, vençam a iniquidade dos despóticos humanos adultos.
Pois o mundo não quer guerra...
A VIDA pede PAZ!..."

Inserida por mary_difatto

" ... Se eu tenho agido de maneira estranha? Acho que não. Talvez seja VOCÊ quem esteja prestando menos atenção em MIM ultimamente!"

Inserida por mary_difatto