Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Estado do poeta
Ó poética, estás onde? Imaginação
Eu cá já embriagado no sentimento
Trazido pelo tempo em suspensão
A saudade, o amor, o tal momento
Do poetar, ó pura, serena sensação
O quanto me faz feliz o sacramento
Que vem d’alma de singular emoção
Que me sacia e desta magia sedento
Arrio as palavras em oração, e crio
Vai-se o vazio, e me vem o estado
Fantasia e a ventura, na ilusão fio
Desfio a cada verso embaralhado
E o poema – do infinito, um arrepio
Pondo o feitio inteiramente afiado!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
2023, 18 de agosto – Araguari, MG
Amarei então o amor que tiver
Amarei com todo meu coração
Porque eu sou eu, você é você
E por isso nosso amor é nosso
Mulambo, confio, jejuo e choro
De quando em quando eu me olho, me ouço, me toco
Medido, desisto, insisto e faço
ABANDONO
No abismo do teu silencio, eu tateei por mim…
Chuvas de lagrimas regaram o meu rosto acabrunhado…
o meu coração ferido gemeu, do teu olhar sempre
afastado mas como o cipreste rompe da terra, cresci
alta demais para curvar-me a teus pés!
Encara-me agora … sou eu!
Que cesse o teu buscar-me, a minha alma não esquece.
Eu gostaria de expressar o quão profundamente meu coração se afeiçoou, mas compreender que não há vestígios de qualquer forma de amor é uma tarefa árdua.
Sempre penso que eu nunca perdi, mesmo que eu perca, eu não perdi, pois se perdi eu aprendi a lição. Logo eu nunca perdi.
Nós até podemos ter a mesma esferográfica na mão, semelhante em cor e marca, mas acredito eu que certamente, não escreveremos as mesmas coisas.
Eu fiz peregrinação
até Jerusalém,
Fui um correspondente
No afã da aventura
§
Conheci,
A geografia das almas,
pelos mistérios
do mundo
§
Dificílimo.
É permanecer
continuar a ser
peregrino
Aprender.
§
AQUELA MELODIA
E Quando tu fostes embora,
Deixando meu coração sofrer ,
Eu era teu amor tua Senhora,
Tu deixaste-me só a padecer.
*
Em completa solidão chorei .
Eu Pensei que ia enlouquecer,
quando ouvia a nossa canção
Rasgando meu triste coração.
*
Eu Pensei que não ia suportar
A tristeza pela madrugada fria;
Até que, eu consegui superar,
dando adeus a Solidão que vivia.
*
perder você foi insânia, loucura,
Como se jamais houvesse cura,
E hoje, ao ouvir aquela melodia,
minh'alma canta feliz de alegria !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei-9.610/98
Empenhado no estilo Dança da Chuva 2.0 das crenças?, eu preferiria confiar na meteorologia para prever o tempo. Ilusões não resolvem ilusões. A luz sim. Afinal, apegar-se a crenças não é tão eficaz quanto um guarda-chuva de verdade quando se trata de resolver desafios.
Eu costumo dizer que não se trata de religião, escolhas ou opções, que nos diferenciam. Mas, o quanto demonstramos amor verdadeiro para nos aproximar e nos tornar iguais, diante de Deus.
De uma maneira a evidenciar o quão importante você, sempre será para mim, independente de qualquer coisa.
Agorazepam
Volta, cabeça
Do ar pro seu lugar
De novo eu aqui
E você aí a flutuar
Ouvindo o estalar seco
De um canavial tão verde
Mas também tão cinza
Árido, de vento sem eco
Eu aqui e você aí
Na copa de um arvoredo
Que resiste em meio
Ao deserto verde traiçoeiro
Volta, cabeça!
Do ar pro seu lugar
Um, dois comprimidos
Amortece, acalma, adormece
Ouvindo qualquer barulho
Desperto, estado semi-consciente
E penso, vale o que vejo,
Ou vale o que piso?
Será que subo o corpo
Ou será que apago a mente?
Flutuar atualmente parece
tão inconseqüente
Mas lá de cima talvez
Minha mente quer mostrar
O que entre cascavéis e vinhaça
É impossível mirar
Ainda não sei o que é
Mas sei que há de haver
Um ponto de encontro
Um rumo que seja
Então volta, cabeça
Do ar pro seu lugar
Quero ver o horizonte daqui
Um, dois comprimidos, despertador
Eu tenho um perfume que me faz lembra você, e talvez o dia que estivermos juntos, sinta e concorde que tem seu cheiro ❤️
23:23
Às vezes nem eu mesma entendo meus próprios poemas e todos aqueles dilemas. Talvez seja porque são palavras que voam, leves como uma pena. Mas que são certeiras e dolorosas como flechas, meus poemas são sentimentos reprimidos, e oprimidos bem lá no fundo... em um lugar onde ninguém pode ver.
Poucos sabem que por trás daquele sorriso e daquelas diversas risadas tem um gigantesco buraco negro que me arrasta para meus próprios pesadelos... mas voltando para meus poemas que não são apenas dilemas mais formas de me identificar, com eles entendo um pouco mais sobre tudo a minha volta, talvez até um pouco mais sobre mim que sempre confusa está, é sobre essa pessoa que dentro de mim que algum dia se libertará…
Houve outrora em que eu tentei escrever uma poesia romântica, tolice eu nao era mais romântico, na semantica da vida eu queria ser poeta, entre traços e rabiscos eu fazia minha meta,
Uma meta bem pequena se comparada aos grandes heróis da história que você consome,
No navio de napoleão eu sou um tripulante sem nome.
Em versos curtos demonstro minha poesia, com o propósito nobre de aquecer vossos corações ou em uma Lorota fria tento causar boas reflexões.
Viajando para o passado ou quem sabe o futuro, vasculhando dentro e fora das memórias,
Para que no fim você receba uma boa história.
O seu coração vazio eu tentei prencher,
Em um dia ensolarado eu deixei chover,
Sua pele fria eu tentei aquecer,
Coisa que o sol a muitas manhãs deixou de fazer.
O homem de uma perna só navegava rio a baixo e quanto mais baixo ia, mais se perdia, se perdia do que ele foi um dia.
Desceu as águas em busca de si mesmo, esqueceu de voltar depois de encontrar.
A raiva que o persegue não passa da sombra do homem que foi um dia.
Quanto mais você a tenta reprimir, mais ela tende a te esmagar,
O pequeno facho de luz que traz consigo, da a esperança que um dia encontrará seu caminho,
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