Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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Sem ter por onde começar, eu comecei assim mesmo. Sem conhecer o caminho, apenas caminhei em alguma direção. Nunca parei para pensar em quantas pessoas eu faria sofrer durante esse percurso, nem em quanto mal eu seria capaz de causar sem jamais ter a intenção de fazê-lo.

Antes eu podia sentir. Hoje, nem esse direito me permito mais. Não posso me sentir triste, cansado, sozinho ou desamparado, porque a dor que carrego acaba se tornando muito mais intensa na mulher que amo.

E, apesar disso, sou inundado por todos esses sentimentos.

Não encontro forças para lutar por coisa alguma. Tudo o que eu queria era deitar ao lado dela, sentir sua mão deslizando pela minha cabeça e o perfume dela preenchendo o ar ao meu redor. Queria sentir seus cabelos tocando meu rosto e acreditar que fui perdoado por todas as vezes em que a magoei. Queria apenas ter a certeza de que ela ficaria bem, para que eu, enfim, pudesse voltar a sentir alguma coisa.

Mas eu não posso.

A vida tem uma estranha maneira de arrancar tudo que poderia me fazer bem. E, pouco a pouco, ela vem levando tudo de mim.

Não basta dizer: Eu te amo!É preciso convencer, à quem ouve e a você mesmo, e o convencimento vem através de atitudes que acrescentam, gestos que tocam e palavras que despertam.

Não faz sentido amar o outro mais que a si!
O outro, um dia se vai.
Mas você, o seu EU, mesmo com suas cicatrizes, continuará contigo, ainda que você tenha mudado tanto à ponto de nem se reconhecer mais.
Nessa situação, Ame-se ainda mais!
Se você não for capaz de amar-se em primeiro lugar, espera mesmo que o outro faça isso por você?

Eu queria ser seu colo nos dias difíceis, não seu lenço.
Lenços são descartáveis. Colo é acolhimento, é carinho, é troca.

NÃO É QUE EU NÃO QUEIRA UM AMOR. EU SÓ NÃO QUERO UM AMOR QUALQUER!

⁠Eu só não quero viver em constante desalinho, desequilíbrio ou me perder de mim (de novo). Não quero uma relação onde eu viva sem paz ou em competição desenfreada. Isso eu já vivi e garanto, não vale a pena!
Não quero um romance igual ao das telas de cinema. Quero alguém que ao menos deseje ficar e que lute por isso. Quero alguém que ao menos preencha os requisitos mínimos do meu coração. E que fique claro, isso não é uma espécie de entrevista de emprego. Nada disso!
É que meu coração é muito valioso. Dele depende minha vida. E ele já foi muito machucado, quebrado em pedacinhos. Tenho certeza que ele não resistiria a mais uma decepção. Não é que ele pare de bater, mas existe o risco iminente de que, depois de tantos trincados, eu tenha que recuperá-lo, remendá-lo. E com tantas camadas de "cola", talvez ele se torne duro demais ou tão sensível que eu tenha que colocá-lo em uma caixinha blindada, trancado à sete chaves e as tenha que jogar fora, uma a uma.
É por isso que cuido dele e toda essa fragilidade que nele habita. Ele é um tesouro. O meu tesouro! Mas, saiba, se você chegar de mansinho, com jeito e com uma boa dose de intensidade e se for um parceiro leal, terá o melhor de mim. Terá tudo!
Mas para dar o melhor de mim eu preciso que você saiba: eu não quero um amor qualquer, eu quero UM AMOR. Um amor que some, que multiplique, que chegue e que fique!

Enquanto alguns formulam teorias e suposições, achando que tudo é um plano contra si, eu, simplesmente, trabalho.
E assim, sigo escrevendo a cada dia mais uma página da MINHA vida."

Senhor,
lembrei-me de momentos dolorosos,
por amizades e também por amor.
Quando eu achava que tudo havia acabado pra mim,
Tu aparecias, e mesmo sem estar visível, eu via
como era presente a Tua presença.


Tua mão, Teu toque, são tão reais,
e Tua voz, tão audível.
Com a mão, me seguraste,
e com a voz, me acalentaste, dizendo:
“Filha, Eu estou aqui, e vou te ajudar.”


Mas admito, a dor era tão grande que eu mal Te escutava.
Minha alma gritava,
e mesmo com meu corpo querendo reagir,
Tu me seguraste.


Mais uma vez, Tua mão me amparou
e me impediu daquilo que só o Senhor sabe.
Tu me enxergaste no meu pior momento
e ainda assim me amas.
Não tem como não questionar o porquê
simplesmente: por quê?
“Por quê?” - dizes: “Ah, se tu soubesses como te vejo…”


Queria ver-me como Tu me vês,
porque tudo o que eu vejo é escória.
Mas Tu, me tratas como uma pedra preciosa.


Por isso, sei
não importa o quanto eu entregue minha vida a Ti
nunca serei merecedora de tamanho amor
de tanto cuidado
e de Ti nunca serei merecedora, meu Deus.


E no fim, Tu entregas a mim
o Teu amor e a Tua confiança.
Como podes ser tão bom
tão bom assim pra mim?


Por: Gabrielle Torok

Do que adianta ter tudo,
se sem ti eu não sei viver.
Meu Deus, o Senhor é tudo,
Tudoo que preciso ter para viver.

Se me conheceu uma semana atrás,
deixe-me apresentar de novo.

Eu mudo.
Eu cresço.
Eu renasço.

Aquilo que eu pensava ontem já não me define hoje.
Sentimentos antigos deram lugar
ao novo que Deus tem revelado em mim.

Vivo em reforma constante,
porque em Deus nada permanece estagnado:
paredes caem, áreas escondidas são iluminadas,
raízes antigas são arrancadas
e uma versão mais verdadeira de mim
vai ganhando forma.

E eu sigo
não sou a sabedoria,
mas estou em busca dela.
Não sou perfeita,
mas me esforço para melhorar meu caráter a cada dia.

O que é bom permanece,
o que é ruim eu mudo,
transformo,
abandono
e renasço.

E agradeço a Deus por cada mudança,
porque pior seria ficar igual
quando há tanto em mim
pra ser aperfeiçoado.

Eu tive um amigo na infância. Nossa diferença de idade era de apenas oito meses. Fomos criados juntos, compartilhamos as mesmas ruas, as mesmas descobertas e conhecíamos a essência um do outro de uma forma que só a inocência da infância permite.

Na adolescência, nossos caminhos começaram a se separar. Ele se mudou para outro bairro, depois para outra cidade e, mais tarde, para outro país. Ainda mantínhamos um contato esporádico, insuficiente para que soubéssemos o que realmente acontecia na vida um do outro. Hoje, sequer me lembro da última vez em que nos vimos. Não lembro da última conversa, do último assunto, nem se nos despedimos da maneira que duas pessoas deveriam se despedir quando não sabem que aquele será o último adeus.

Há pouco mais de um ano, recebi a notícia de sua morte. Um tumor maligno no cérebro o levou depressa demais. Não houve tempo para uma ligação, uma mensagem ou algumas palavras que, talvez, pudessem confortar seu coração. Ou talvez fossem apenas para aliviar o meu.

Curiosamente, a dor não chegou naquele dia. Ela veio muito depois.

Foi só com o passar do tempo que compreendi o verdadeiro peso daquela perda. Entendi que nunca sabemos quando será a última vez que veremos alguém que fez parte daquilo que somos. Nunca sabemos qual abraço será o derradeiro, qual conversa ficará inacabada ou qual silêncio será definitivo.

É estranho perceber que uma vida inteira pode terminar sem que tenhamos a chance de dizer tudo o que ficou guardado.

Desde então, passei a enxergar a existência de outra forma. Somos absurdamente frágeis. Fazemos planos como se o amanhã nos pertencesse, adiamos palavras como se sempre houvesse outra oportunidade e nos afastamos acreditando que o tempo nos esperará pacientemente.

Mas ele nunca espera.

A vida é cruel. Não apenas porque nos tira as pessoas que amamos, mas porque quase nunca nos avisa quando está prestes a fazê-lo.

A amoreira

Hoje fui colher amoras e me lembrei de quando eu tinha oito anos. Estava na casa do meu cunhado, junto com a minha irmã, e fui brincar com as crianças no fundo do quintal. Ainda pequena e ansiosa para alcançar as amoras, peguei uma ripa de madeira pesada e a joguei para cima, na esperança de derrubar os frutos.

Mas a madeira voltou e atingiu minha cabeça. Entrei em casa dizendo que havia me machucado. Fui socorrida e levei alguns pontos.

Hoje, ao colher amoras que estavam exatamente na altura das minhas mãos, percebi o quanto essa lembrança se parece com a vida.

Quantas vezes tentei alcançar coisas e pessoas que ainda não estavam ao meu alcance? Quantas vezes não tive maturidade para lidar com o peso de determinadas situações e, por isso, acabei sangrando?

Mas o tempo passou. Eu cresci. Hoje, muitas oportunidades estão ao alcance das minhas mãos, e cabe somente a mim decidir o que colher. Aprendi que tudo tem o seu tempo determinado para acontecer e que todo plantio, um dia, se transforma em colheita.

Por isso, saboreie a sua amora. Mas nunca se esqueça das cicatrizes que carrega por ter tentado colher antes do tempo certo.

Eu não grito, não falo, tampouco questiono. Simplesmente saio e fecho a porta.

Eu sonho com tanta coisa que já nem sei qual é o meu sonho

Eu não sou semáforo pra ter que chamar a atenção

Eu não duvido da estupidez das pessoas, algumas até exageram

Eu tenho tanta coisa a dizer, que até acabo não dizendo nada

Eu queria ser normal, mas se eu fosse não seria legal

Trabalhar todo dia eu sei que dá trabalho, mas se eu não trabalhar não recebo o meu salário

De tanto imaginar o que pode acontecer, às vezes eu me perco no que já existe.

SUPERAÇÃO...


"Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar." (Josué 1.9)


Você já percebeu que nada pode tirar de nós a força de querer vencer? Independentemente de você crer ou não, Deus é especialista em nos dar essa força: superação!


- Superamos o medo nas adversidades.
- Superamos as perdas nos naufrágios da vida.
- Superamos os traumas deixados pelo tempo.
- Superamos as lágrimas nas noites frias.
- Superamos as crises quando o céu parece de bronze.
- Superamos a desconfiança em tempos de silêncio.
- Superamos a dor quando ela insiste em morar em nós.


Passei apenas para lhe dizer: reaja! Não permita que os seus medos o afoguem.


Você nasceu para isso!


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