Minha história: textos e frases para respeitar meu percurso de vida

Cerca de 780 frases e pensamentos: Minha história: textos e frases para respeitar meu percurso de vida

Pra mamãe!

Mãe.
Se ficar sem você,eu não vou viver.
Você faz parte da minha historia.
És minha vida,és minha guia.
Você é uma parte de mim.
Uma parte que não dar pra viver sem.

Você é tudo que eu preciso pra ser feliz e Sobreviver.

Inserida por raianesouza

Eu, assim como qualquer outra pessoa, quis e quero ser a dona da minha história, de eu poder escolher o roteiro, os protagonistas e os vilões, quis poder apagar e refazer tudo de novo, mas no jogo da vida nao podemos apagar o script, temos que lhe dar com a concequencia de atos feitos, temos que lhe dar com o drama do dia seguinte. Nao podemos simplesmente apagar aquela frase dita, aquela atitude, a vida nao nos permite isso, mas ela nos permite correr atras, e pedir desculpas se necessario, de tentar concertar, mas o que fazemos? nada, preferimos muitas vezes calar, por causa do nosso ORGULHO, um sentimento prejudicial, sim devemos ter amor proprio, mas é preciso tambem amar os outros, nao há como amar sozinho, nao há graça. Nessas idas e vindas da vida, acabamos deixando cicatrizes no nosso e no coração das pessoas, um simples ato pode ferir outro e você pode nem se dar conta disso.
Quantas vezes o odio toma conta do nosso coração, nao importa se seu coração foi destruido em mil pedaços, voce nao tem direito de descontar isso em outra pessoa, nao é por que que alguem te fez sofrer que precisa fazer isso com os outros, dor de amor todos nos vamos sentir um dia, nao importa qual seja esse tipo de amor, mas um dia alguem ainda vai nos machucar, e temos que estar aptos a perdoar. Afinal de contas ninguem é perfeito.
Devemos deixar de ser tão hipocritas e egoístas, e aprendar amar e perdoar uns aos outros, temos que acreditar no amor, e que vale a pena viver.

Inserida por deborahpeenido

Você é minha vida, minha rotina, minha historia, o Sol, por qual eu rodo, e rodo sem destino, mais o que importa é que eu rodo em torno de voçê...

Inserida por SrDududex

Vou contar a minha historia,
que com poesia eu fiz,
minha família é grande,
isso me faz feliz,
tenho tres irmãos de sangue,
e duas de coração,
é o vicente e o Francisco,
e outro chama joão,
de coração são as cunhadas,
que torna meus irmãos felizes
a Neusa de Juiz de fora,
e a Graça de Marataízes,
irmãs eu tenho quatro,
lindas belas e cheirosas,
Tem Selmi e Margarida,
Esmeralda, pedra preciosa,
Delas eu não esqueço,
vou me lembrar pelo resto da vida,
A outra tem nome de santa,
é a minha irmã Aparecida,
Cidinha como é chamada,
em um momento solene,
me deu três sobrinhos
Rafael Sabrina e Sirlene,
e por falar em sobrinhos,
não esqueço dessa nação,
da Esmeralda veio o Igor e o Leonardo,
quase numa gestação,
Da Selmi tenho o Filipe,
que até hoje me lembro,
Da Margarida tem o Diogo,
que faz aniversário em dezembro,
Tem Thamires, Juninho e Karlinha,
que é mãe da Kamile que me lembro de pequena,
Ela ficava la em casa enquanto a mãe ia ao cinema,
Tem a Ana Luíza, que gosta de canto ora pois,
Matheus e Herbert São da Sirlene,
e Barbara veio depois,
Tem Marcio, Monica, Josi e Andreia,
que são filhos do meu irmão,
A Barbara e a Nilzinha, que moram no meu coração,
Eita que filharada, muitos filhos tem o Vicente,
Uns da primeira ninhada,
Outras foi mais pra frente,
Quando sai da minha casa,
achando vida amor que delicia,
nessa ida tive tres hijos,
Newite Juan E allycia,
lindos como a Luz do sol,
como dizia,
Alberto Morales,
Para de xingar Sabrina,
Não esqueci a Laura e o Thales,
O restante que não conheço,
mais sobrinhos sei que tem,
La no espirito Santo,
Tatá num teve neném,
Lindos lindos lindos,
beleza tem a toda hora,
os culpados disso eu amava,
Era meu papai e minha mamãe que foram embora,
No céu estão morando é certo,
assim é o bem que mereço,
São minhas raízes, na vida,
e deles veio o começo.

Inserida por rojuanewally

Corda bamba

Se eu pudesse agora
Escrever a minha história
Eu começaria do final
Quando já fosse bem velhinha.

Ainda saudável aos 90
Com meu véio em minha casinha
Acordando sempre cedo
para regar minhas plantinhas.

No almoço aquela comida caseira
Com os filhos todos a mesa
Nos visitando todos os dias
E trazendo a sobremesa.

Final da tarde um chimarrão
E muitos casos para contar
Para os nossos lindos netinhos
Que sempre vem nos visitar.

Ah seu pudesse continuar
E soubesse onde estou indo
Seria lindo contar
passo a passo do meu destino.

Seria um peso a menos
Na minha mente tão cansada
Saber o meio e o final
Dessa breve ou longa caminhada.

A incerteza do final
Me faz viver na corda bamba
Ora estou bem, ora estou mal
Mas sigo com esperança.

Crer na existência de Deus
Me leva ao menos a uma certeza
Terei um lar feliz no céu
E mais nenhuma tristeza.
Talevi, J.

Inserida por jessicatalevi

A visão que você tem sobre a minha máscara, nunca terá a visão da minha história por trás dela.

Inserida por NathanaelAndrade

Minha mãe
Meu pai
Meu papel
Minha história.
Minha culpa
Meu vazio
Minha loucura
Minha dívida
E no meio de td
Minha dúvida.

Inserida por elianemariacorreia19

a minha história de vida
ou seria a história da minha vida
poderia ser também a vida da minha história
vivo entre parentes
entre (parenteses)
tem sempre um "se"
que me torna (in)condicional
parente(se)s
é a minha condição
ou a minha condução
conduzirei a mim mesma
a minha linda e triste história de vida
até a glória, que talvez tenha uma derrota
bem no meio do meu caminho
assim como uma pedra
onde eu sento pra descansar
por onde andarei...
pelo caminho da luz
talvez demore anos-luz
e meus olhos me conduzem
pelo caminho do amor
faço o inverso
"in"verso
"in"prosa
"in"poesia
me jogo dentro do livro
me sinto livre
inverto a minha estória
nada lógica
aliás bem ilógica
reorganizo as prioridades
e as posições
faço um filme de ação (inesperada)
de comédia (da vida privada),
porque tenho que rir das merdas que eu faço
de romance (amor-próprio para a minha vida inteira)
de suspense (fica no ar por causa dos invejosos)
de drama (pelo dramalhão mexicano que é a minha história)
mas todos tem um final feliz
sou tão emotiva que escorrerão lágrimas de emoção
mesmo eu sabendo como termina
o fim da história...the end...
que significa, o começo da outra existência
sem prefácio e nem dedicatórias
mas dou um crédito aos que me amam
também amo a todos que ultrapassarm
o meu caminho
a minha vida em verso e prosa
com começo, meio e fim da história!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

Ó Sistema!
Vou contar pra vcs a minha história
Um ingênuo coração aprisionado
Em um sistema falho
E serão nessas palavras que vocês saberão.

Foram tantas palavras encorajadoras
Tantas palavras encantadoras
Palavras aqui e ali
Palavras que eu sentia
Que não eram tão ruins.
O final chegou num falho sistema emocional,
Como eu ia saber que todo mundo era igual?
O que ela fez comigo,
Qual o meu propósito?
Qual o meu destino?
O sistema chamado amor é falho!
Sou só alguém com sentimentos corrompidos,
Somos filhos sofridos de sentimentos implícitos,
Uns usam as armas para ganhar vantagens,
Outros usam o amor para fazer molecagem.
Eu faço minhas poesias em rap's,
Eu conto minhas histórias em trap's
Sou só mais um filho do mundo cão,
Passando por momentos sem chão.
O que é o amor?
Como saberei se quando amei,
Não era recíproco.
Era só o sistema ilícito.

Inserida por PHaver

Pra você

De que adianta tanta pressa
Pra conhecer o meu destino?
Se o Autor da minha história
Não me revelou a você.
Talvez Ele ainda esteja a escrevê-la...
Quem sabe esse roteiro ainda mude
E quem não conheceu o meu amor
Não se esqueça do quanto a amo!

De que adianta tanta pressa
Pra conhecer o meu destino?
Se o amor que eu encontrei
Não encontrou você e eu.
Quem sabe um dia o amor procure por nós dois
E te revele tudo que eu não pude te dizer...
Dirá que o coração que te acolheu
Está aberto pra você.

Edney Valentim Araújo
1994 / 2019

Inserida por edney_valentim_araujo

Meu eu

Em cada espaço da minha história a pedaços de encantamento de uma vida dinâmica e cheia de auto conhecimento e de descobertas. São inúmeros os momentos da minha jornada que se escondem quando o Sol deita e dorme sem pressa para levantar, dando vida a Lua que ilumina suavemente as minhas lembranças transformando os meus dias dourados em uma locomotiva de emoções que passam por estações antes desativadas pelo meu verdadeiro eu.

Inserida por Ricardossouza

Quando eu morrer quero que fiquem felizes,Minha história teve um fim,Tantas vírgulas de prazer ódio, amor e sofrimento,Poucas aspas de felicidade,Mas! Tudo irá acabar,Gostaria que levassem Flores azuis,plantassem uma flor em cima do túmulo,De fato meu ponto final demorará décadas e mais décadas,Apenas uma inovação.

Minha história é o churrasco.

Inserida por chefdimanno

Tenho dificuldade em desistir das pessoas por saber que fazem parte da minha história

Inserida por RangelCRodrigues

Me lembro bem da minha história, tempos difíceis, muita luta na roça, era dinamizado as coisas para cada hora ,tinha motivação, era por minha senhora ,dela emanava uma enegia Boa ,que nos da força, mulher de sabedoria exemplo para vida toda .

Não entendo,Cicatriz se cria,Minha história nada recria,As dores me afetam as costas,Prevejo que será assim por um bom tempo,O peito dói,Mas eu ainda tenho amor para dar,Não sei de onde sai,Como se fosse uma fonte natural,Poderia ser de petróleo assim seria valorizado,Como não envolve comoção e emoção,Do Bolso não sairá um carrão.Algo natural é desvalorizado,Revejo-me de dentro para fora,E não entendo a causa das pessoas serem assim.

Não quero ver o fim, minha história não pode acabar assim. Eu quis viver assim!

Inserida por leonardo_santos_7

A minha história


Quereis ouvir a minha história? Pois bem, prestai atenção, sentai-vos neste duro cepo junto ao fogão, não há poltronas macias nem canapés na roça ou sertão. A porta está bem fechada, temos quentura de mais, a lenha que estala, fala de calma, sossego e paz; que importa que os ventos lutem lá fora nos matagais? Que importa que a chuva caia, que no céu ruja o trovão, que as enxurradas engrossem as águas do ribeirão? Se abrigados conversamos à luz do amigo fogão?

Quereis ouvir a minha história? Não precisas pedir mais... É triste, e de histórias tristes quem sabe se não gostais? Vou contar-vos; e nenhum outro de mim a ouvirá jamais.

Não, não foi somente o tempo com suas frias geadas que desnudou-me a cabeça, fez-me a face encovadas. Foram da vida as borrascas, foram noites de agonia, foram fardos de mentiras dos homens com suas traições. Nasci pobre; este delito seguiu-me por toda a existência... Sobre o teto de uma choça de que serve a inteligência? De que vale uma compleição robusta, um peito enérgico e forte ante o egoísmo das turbas e os anátemas da sorte? Nasci pobre, e, alçando os olhos da pobreza em que vivia, me atrevi, como os condores, a fitar o rei do dia!

Foram-se os anos, agora sou velho, perdi tudo quanto amei; deixai que eu chore por um momento, foram tantos sonhos que sonhei! Deixai que escorram minhas lagrimas saudosas, tristes pérolas de amor; gotas de orvalho da vida no seio da murcha flor! Escorrei lagrimas! Ao menos sois doces, trazei-me consolo ao menos... Quantos infelizes vos derrama amargo como veneno! Na meia idade, o que era impossível aconteceu, encontrei o que sempre buscava; o amor verdadeiro, o amor somente meu; amei-a! Amei-a demais! Um amor com muitas lutas em circunstâncias fatais, com revezes e torturas; transpus leis e cadeias que o homem produz, quebrei, como o corcel quebra as peias.

Em poemas me deliciei, de infindos planos compus, em poucos anos este sentimento me conduziu a plena luz, inspirou-me ao etéreo; mas o destino cruento de minha audácia se riu.. Inda eu folgava confiante, quando a minha esperança partiu. Partiu para longas terras, foi ver estranhos lugares, como o pássaro que emigra foi pousar noutros palmares.
Nuvens de amarguras cercou-me a existência então, o céu tornou-se a meus olhos como um teto de uma prisão. Noites, muitas longas noites, em vez de dormir eu somente gemia. Mas no fim destas noites ergui-me... Também parti! O que intentava? – Ignoro. O que esperava? – Não sei. Surdo a razão, as leis humanas, lancei-me ao acaso, desprezando tudo.
Desta viagem não quero as penas lembrar, dias de sofrimento, angústia, vigílias a delirar. Não quero lembrar as horas de desânimo cruel em que traguei a taça do negro fel. Dois anos que valeu vinte, sem repouso, sem sossego, passei vagando entre os homens, doido, febrento e cego. Dois anos a mesma imagem a torturar-me, dois anos as mesmas idéias... Dois anos andando por toda parte ébrio de amor, procurei-a pelas ruas, pelas praças, pelos campos e desertos, levei meus passos incertos, buscando essa esquiva sombra.

Quantos lábios me sorriram! Quantas belezas encontrei! Quantos amores puros e castos rejeitei, virei meu rosto e passei... E no entanto poderia sem frenesi, sem loucura, colher a flor perfumada de modesta formosura; parar de vez a minha febril carreira, dizer: – basta, a vida é esta; quem foge dos seres comuns seguem uma estrela funesta.
A ventura é ver a prole, ver a paz sentada ao lar, ver do teto o trabalho e a miséria afugentar; mas a imagem da esperança nunca me deixou sequer por um momento, era um console celeste junto a um martírio cruento. Eu sempre via-lhe as formas, em qualquer lugar; no céu, nas matas, nos campos, no clarão das estrelas, mesmo nas pequenas luzes dos pirilampos; se eu dormia ou madornava, sentia a sua face encostada à minha, sentia-lhe os longos cabelos, ouvia-lhe a voz, tão doce, tão doce que eu despertava... E minh’alma estremecia, daquelas visões escrava; se eu caminhava, nos prados ou junto as fontes sentava, via-lhe o vulto sublime, via-lhe o corpo de fada, e me lembrava dos contos que contava para as crianças; passava as mãos pelos olhos e murmurava: minhas esperanças era do norte ou do sul! A esperança é o meu porvir, a esperança de uma maga estrela, que há de meu céu luzir.

De tanto errar fatigado, fatigado de sofrer, busquei nos ermos profundos um lugar onde morrer; embrenhei-me no mais denso, no mais negro das florestas, onde a natureza virgem se ostenta em continuas festas, onde eu este simples verme que pensa, farto, inflado de vaidade, sente as fibras se crisparem ao sopro da liberdade... Sinto-me vil, pequenino, cinza, lama, podridão, e curvar-se aniquilado perante Deus e a criação. No seio de escuras selvas, no cimo das serranias, dos grandes rios à margem, deixei passarem meus dias, mas nesses ermos sem nome na tormenta ou bonança, entre místicos rumores, ouvia a voz da esperança.

As sombras da morte por sobre minha cabeça passaram e as vozes de outro mundo por meus ouvidos soaram, senti o frio das campas, cai sem força no chão, e ao voltar de novo a vida, como que uma nova oportunidade perdi a luz daquela visão, espero voltar à razão.

Eliezer Lemos

Inserida por Starman

Eu sou um livro aberto e minha história é sempre a mesma, os personagens não mudam e o fim até esta página ainda não está definido!

Inserida por Samirsjs

" O pincel que uso para pintar minha história é o mesmo que uso para estituir minha honra "

Inserida por LucasCampos10

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