Minha Alma tem o Peso
Um aprendizado.
Um ano começa...
Abro as panelas da alma...
Adiciono água purificada...
Acendo o fogo...
Em 1000 gráus...
As borbulhas me mostram...
365 quilogramas de aulas...
1 kg de sofrimento que já foi o bastante...
5 kg de frutos...
Entre eles...
Azedos e adocicados...
1 kg de achados...
999 kg de perdidos...
400 gramas de ilusão...
500 gramas de desilusão...
100 kg de desculpas...
100.000 kg de perdão...
500.000.000.000 toneladas de amor...
5.000 kg de compreensão...
700 gramas de respeito....
1.000.000 de toneladas de esponjas falsificadas...
E uma balança danificada....
Numa viagem qualquer...
Peguei meu caderninho...
Fui anotando tudo..
Dias ensolarados...
Dias abafados....
Para não perder nada....
Vedei as panelas...
As esponjas não prestaram...
Insatisfeito...
Procurei uma razão para apagar e não consegui...
Por um lado...
Matei o peso...
Por outro...
Enterrei a balança...
Dos avessos e sem medo...
Senti a Alegria me acompanhar...
E nesse ano iniciado....
Só trago comigo...
Um enorme aprendizado...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Quem se decepciona está vivo em pensamento e morto em alma - vivo para a tristeza e a humanidade e morto para seus sentimentos.
Quando toco em você já não te sinto mais com a alma. Parece que algo morreu e o que ficou já não é tão relevante
Página Virada
O tempo é veloz
É folha de outono amassada
É saudade num retrós
Fazendo da alma amarrotada
Ah! Poema de nostalgia
Com rimas em preto e branco
Que dói no peito sem serventia
O fado com crueldade e tão franco
Sim, quer me enganar com ilusão
Escondendo a vil realidade
Do poeta que fantasia a emoção
Bordando sonhos e felicidade
Nada sobrevive sem quimera
Nem tão pouco o amado ou amada
São flores sem validade na primavera
Oh! Tempo. Na desilusão, página virada...
(Não se pode ao sentimento esconder,
o meu amor não existe sem você)
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03/01/2015, 22’18” - Cerrado goiano
Palavras, se por anacronismo humano, são só palavras, por outro lado, são expressões da alma.
São a fratura exposta do sentimento.
Palavras, nunca serão só palavras. Todas elas falam de mim.
Ivan Madeira
Mai2019
Uma rosa-vermelha
da doce cor encarnada
da paixão uma centelha
poema d’alma enamorada
O amor com uma rosa-vermelha dada,
não carece de mais nada.
Os segredos para se viver bem, é ter à sintonia interior com a alma, a intuição natural do espírito desperto, fazendo o certo tomar forma, sentindo se feliz e leve na tranquilidade, colhendo os frutos maduros da vida e repartindo, doando se de forma verdadeira diante das vontades do Criador, abra seu íntimo com as leis espirituais, saíndo dos desejos mentais, que nos remetem à escravidão imediata das aflições, repelindo as mais puras vontades verdadeiras, que respeita à devida seleção individual das necessidades humanas, no crescimento com amor e paciência, conhecendo se minimamente com os aprendizados do desenvolvimento espiritual, nos recados que à vida lhe mostra.
Deixe sua alma brilhar como o sol do meio dia, para que você possa iluminar o dia de pessoas de almas nubladas.
Que hoje e sempre transborde bons sentimentos em sua alma, que tudo possa fluir para se ter um retorno merecido!
O verbo é a dilaceração...
Alma é humilde do espírito...
A vida rasteja na magia...
No simbolismo eterno da humanidade...
Noite a dentro sobre as palafitas julgas
O mesmo apagão da compaixão se vende...
Tem se alma vendida
Nas lamas do apogeu
O verbo é veneno que arrebata alma.
E o espírito morre ...
Bem visto sobretudo tenhas boas vindas...
No largo teorema da virtude...
Somente restou o silêncio...
Logo após sua decepção...
Declara se morta...
Pois dilema de que sois o voto de silêncio...
Outra vez a vejo a beira mar...
Olhos navegantes...
Embora famintos como a amarga solitude
Nos instantes que vestígios estão ocultos...
Desdém os laços da eternidade...
Sobre calor desgastante respira com a singularidade...
Mergulha fundo em pensamentos atroz...
Em tantos dramas aplausos...
Somente restou o vazio de lágrimas...
Aonde vivemos na esperança vivida...
De outras vidas...
Engajamentos de espreita na escuridão...
Se apaixonar por um ato insano...
Mera coincidência a tal liberdade
Seus olhos vermelhos lacrimejam.
Os sentimentos revoltos como mar numa ressaca...
Lhe dou o amor que devorou...
Sob devassa abstinência
Um pacto reaparece em um instante
Inclusive queres último beijo...
Nas lamúrias da desilusão
E assim assumo que nossos sentimentos eterno
Pingam no tempo e reaparece num estado complexo...
Sei lá mais já é tarde no entardecer...
Me perco em teu abismo platônico...
De um divisor de águas espreita...
Sobre calor se dá por vencida...
Outro ritual que obsessão no teu coração...
Se oferece com fixação do seu olhar...
Todavia nos mares mortos...
Se arrependeu pois teu algoz floresceu
No distante argumento ....
Aprenda que o silêncio tem seu preço...
Que todo ato não ficará impune...
E o verbo ganha vida...
Dentro da ausência de espírito
O verbo é a palavra rasgada e estrupada...
Meros coadjuvante lhe deram o provérbio...
No declínio de sentimentos no fulgor do espírito...
Vulto negro que associa o silêncio
A palavra o deixava atento até que enfim amanhece
Tenta sentir a compaixão mais indiferença o cobre...
