Minha Alma tem o Peso
Eis a pergunta, o que é estar louco por alguém? Entao se entregar a alguém de alma, com vontade se defini em que?
MEU VÍCIO
O jogo
do amor
é fogo!...
Às vezes
complica
e logo
provoca
(na alma)
a expulsão da calma!...
Ganhar ou perder -
Isso é do jogo,
faz parte do ofício.
Por isso eu jogo,
É este o meu vício!...
Pra Hoje:
Paz n'alma
Sabedoria nas ações
Discernimento nas palavras
E Fé no coração
Para renovação do espírito em si!
Os dias
Mais Felizes são; àqueles que a alma abraça sempre
Sem se importar tanto com os percalços da vida!
Alma desnuda,
o Sol se faz cinza
a luz encharca a pineal
serenou, engulo o gelo
derretido sou, nesse amargo tênue.
fizera-se na minha hipófise
armazenando o gasoso.
calcificada, falecida alma.
me injeta adrenalina
mais oxitocina
sugiro não ter metástase
nem vermes, nem males
nem derivados amargos
estando livre o espaço
límpido e purificado
em todo meu hipotálamo.
O risco desgasta a ponta, que marca a fibra, expressando a alma, transmitindo os sentimentos do acontecer
Fale
Escreva tudo que é bom
E faz bem par'alma e coração.
Mais antes de tudo
Pratique-as sempre que puder...
Pois tudo merece ganhar asas...
E pousar onde quiser!
JARDIM
O jardim na alma é planejado
Em projeção de afeto e amor
Cada flor e arbusto plantado
Por dentro o igual a compor
Se assim não for, imaculado
Os jardins não vão ter cor
E tão pouco um traçado...
Brotam estéreis e sem autor!
E passear neles é privado...
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
2016, dezembro
Não quero provas de amor
Quero um olhar sincero
Quero o despertar da alma
Quero o transcender do tempo espaço
Quero um abraço terno
Quero sentir o amor pulsar em meu ser
Poesia é quando escrevemos o monólogo de nossa alma, que se torna um diálogo com o leitor.
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Sou alma do cerrado, pé no chão, do triângulo, do chapadão... Pão de queijo com café, fogão de lenha, das vilas ricas, arraiais, sou filho de Araguari, das Gerais...
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Os melhores sedativos da alma humana são as escadas rolantes que nos levam as mais variadas vitrines, da qual a financiamos com a nossa alma em caras prestações que saborosamente envenenadas consomem lentamente nossa e todo tipo de vida existente, mas também mantêm tudo suficientemente vivo até a chegada dos novos herdeiros dessas escadas, e assim envergonhados de nós mesmos, escondemos em nosso último suspiro de sanidade, todos os nossos vazios, na tentativa de convencer os novos visitantes sobre a importância de viverem esse fantástico legado sem sentido.
Quando
Meus olhos te observam
Eles se perdem em encantos e beijam silenciosamente
A tu'alma que toca na minha suavemente
Dizendo-me
Em silêncio o quanto me amas...
E eu, lentamente fecho meus olhos
Deleitando-me em tuas carícias sutis que me fazem
Flutuar de amor...
Entre olhares e silêncios
De nossas almas enamoradas.
O recalque
É o veneno das bocas levianas.
E a cada dose uma morte
De sua própria alma que está cheia
De inveja, ódio, e desamor amargoso.
Poesio...
Porque em minh'alma o amor canta, jubila e ama,
Sem freios, sem amarras, sem pressa de ser "Feliz".
