Minha Alma tem o Peso
O que dizer do teu sorriso?
Será o remédio para curar a alma?
Ou a paz em meio o turbilhão?
Será a esperança em tempos de guerras?
Ou a certeza dos dias que virão?
Como flecha de prata para o duro coração
E um acalento para a solidão
A segunda pele para o corpo
E uma cilada para o coração
Só teu riso desfaz toda a inquietação.
alma que morre por cada sentimento perdido.
diria várias vezes alma o sois nada da ilusão por amor.
entre esses paradigmas sois o momento que amei.
LIFE - Parte 3
O que seria a vida então?
Um aperfeiçoamento da alma e coração?
Um mero rito de purificação?
...
Mas o que seria a vida então?
Apenas um estágio temporário?
Ou talvez um castigo ou um calvário?
...
Se são tantas as idas e vindas,
o que seria a vida então?
Seria uma viagem de descoberta?
Ou uma estrada de rota incerta?
Para mim a vida são os encontros,
Embora o poeta diga que ainda hajam tantos desencontros.
A vida é um destino que se repete,
Que para o Éden, sempre nos remete.
Ela nos aproxima de pessoas afins,
Nesse eterno vai e vem sem fim.
Talvez seja a forma do corpo aprimorar
E do nosso Espírito se elevar !
no sopro no infinito
a tal solitude do vento
acalma a alma
no fogo do desejo a chuva cai.
sob delírio voz da noite paira.
mais ainda suspenso na escuridão.
vultos que acalentado no espirito.
Amanheça para a vida, deixe o amor acender a luz de sua alma e passe a não mais conhecer as noites frias de uma despedida.
SIMPLESMENTE ATADOS
A alma nos solicita liberdade nesse mundo que nos aprisiona física ou mentalmente,
Pensamentos, vínculos ou apegos de alguma sorte findamos presos, e essa angústia de se revelar agrilhoados.
Que sejamos livres nessa existência, como as aves que voam mais possui o seu ninho, regressando sucessivamente ao seu interior.
PROVOCAÇÕES
Toca-me o corpo, arrepia a alma,
Confunde-me inteira com seu carinho,
Será que o meu querer se parece com o teu?
Na Troca de olhares
Que me derrete inteira
A confusão ronda minha alma,
O que queres ó
Doce ventura?
Constrangendo-me com tua ternura?
Já não sei como corresponder
Pois outros desejos
Correm nas minhas veias!
"O auxílio emergencial do amor, é um beijo dado pela pessoa amada, sossega a alma e recarrega toda sua vida."
Esses amores que não te lembram,
não te abraçam, não te tocam.
Nem no corpo, nem na alma.
Não amam contigo.
Nem sequer são presentes.
São dúbios e
afrontam nosso consciente.
The end
Juro que não queria te ver assim.
Juro que me feriu o coração ver-te de alma cortada, olhar perdido, magoado, em preto e branco.
Agora que eu deveria ser uma navalha. Não a te apunhalar o peito, mas para arrumar-te os cabelos, fazer-te a barba, deixar-te limpo.
Limpo de mágoas, dor, sofrimento, rancor...
Infelizmente, não posso.
Não posso porque não há emplastro que cure o que você também me fez à carne.
Não posso porque não há conforto que reconduza a minha alma ao lugar onde ela deveria estar.
Não posso porque o filme ainda roda, gira, roda e gira, gira e roda, sem parar, sem trégua, sem piedade.
Não posso porque a minha imagem muito se assemelha à sua.
Desculpe, mas não quero que me veja assim.
"No inverno da alma é preciso plantar boas sementes.
Pra que quando a primavera chegue, possamos ter bons frutos pra colher."
Jardim da alma
Cuida do teu jardim
Cultiva sorrisos
Rega com amor as tuas flores.
Flores que perfumam a alma!
Que recebam luz divina
Atente as ervas daninhas!
Que teimam em nascer
E consomem constantemente
Todo o bem-querer.
Cultiva sorrisos e esperança
Para que a colheita seja farta.
Um jardim bem cuidado
requer paciência e dedicação
Para brotar flores graciosas
Que ornam o coração!
Trago nos costados
um Poeta -
Trago nos costados um Poeta!
Uma Alma invisivel que me
esventra ...
Uma voz imensa, cheia de noites ...
... vagas ... persistentes ...
Dias vãos! Tantas sombras!
Trago no meu corpo o abismo
de um Destino,
um imenso precipicio,
a tarde quente, eterna e abissal
à beira de um silêncio ...
Isso que acontece quando tudo
está parado, a meio tempo ...
Quando eu morrer façam destes
versos a mortalha ...
... porque trago nos costados
um Poeta!
Clara havia nascido com alma alada, desde sempre soubera que seria como o vento. Que ser nuvem era ser ela.
Cartas para Antônia.
Eu,no corpo, na alma sinto a injustiça e a ingratidão por aqueles que amo e que faço tudo que posso. Que vida essa, que damos mais importância a quem nos machuca, a quem nos fere e a quem nos deixa de lado,por aqueles que nos querem bem, nos dão carinho e atenção.
