Mídia
O jornalismo tem como meta principal trazer à sociedade informações de fatos ocorridos sem juízo de valor de qualquer ordem, mas deixa de ser jornalismo quando promove a indução ao erro interpretativo.
Parte expressiva do jornalismo tem promovido desinformação, alienação, confusão conceitual e tirado do telespectador o seu maior direito, de ser protagonista de seus próprios pontos de vista.
Todo debate público midiático falha em pelo menos três pontos primordiais.
Senso de proporção, senso de causalidade e senso de relação factual.
Sem isso, é impossível entender qualquer coisa.
“A real é que os veículos de comunicação em massa, sempre exerceram muita influência na sociedade, introduzindo novos hábitos e padrão de consumo. Antigamente o vilão era a TV, hoje são as mídias sociais”.
“Pais que não educam seus filhos para encontrarem o seu propósito de vida, falharam em sua missão de vida”.
Quando navega pela internet, se você não sabe diferenciar a presa do predador, então você é a presa”
A imprensa está em crise de identidade ao deixar de lado sua peculiar função de comunicação informativa e introduzir uma comunicação de entretenimento e propagandística de diversas ordens sobre o noticiário.
BraZil com Z, de ZERO à esquerda temos nos tornado por décadas, detentor dos piores políticos, da pior educação, da pior segurança pública, do pior sistema judiciário, da pior imprensa, tudo favorecido por um povo que passou distante da política até então, e que só agora tem despertado para ela. Mas insano é quem pensa que tudo poderá mudar sem o povo mostrar sua cara e deixar claro quem manda.
Gente, de boa:
Eu sei que precisamos nos atualizar nos noticiários quanto as notícias da Ecovid-19, porém, para assistir os noticiários, principalmente a Globo, está semelhante a alguém invadir o território dos Radicais Islâmicos, ou seja, só se ouve bomba de destruição psicológica em massa.
Minha sugestão: dá um tempo nessas notícias, procure ler um bom livro, assista um série saudável ou um filme.
Faça algum curso online, e o principal: Leia a Bíblia, coloque uns louvores, louve e ore a Deus.
Isso não quer dizer que você não estará atento às observações quanto a pandemia, mas sim, estará preservando as bases psicológicas, para não surtar com tanta notícia ruim.
De vez em quando se atualizar nos noticiários ou pela internet é uma coisa, agora todo dia e toda hora colocar os nossos olhos, ouvidos e mentes em só desgraça, haja psique.
Isso não quer dizer que estamos desfazendo das notícias sobre o coronavirus, e sim, preservando as nossas bases psicológicas para ficar tranquilo nesse período difícil.
Que Deus nos abençoe, no bairro, município, estado, no nosso país e no mundo. Isso vai passar em nome de Jesus Cristo!!
"Eles não querem que seus filhos recebam educação. Eles não querem que você pense muito. É por isso que em todo o mundo tem se proliferado o entretenimento, a mídia, os programas de TV, os parques de diversões, as drogas, o álcool e todo tipo de entretenimento que possa manter a mente humana ocupada para que você não atrapalhe o caminho dos mais importantes por pensar demais. É bom que você acorde e entenda que tem gente manobrando a sua vida sem que você ao menos se dê conta disso."
A riqueza acumulada pelos proprietários dos maiores meios de comunicação no Brasil, é uma evidente demonstração de que a ‘produção de lixo’ é algo mais rentável que os fatos jornalísticos.
O objetivo da televisão nunca foi mostrar a realidade como ela é, mas sim como querem que nós vejamos. A mídia forma nosso caráter dizendo o que devemos vestir, comer e como nos comportar. Atua como se o espaço não fosse uma concessão pública do Estado, donos de um poder imenso, a violência se torna algo comum. Quanto mais tragédias mundiais, melhor para ela porque assim aumenta a audiência.
Estamos trancafiados,
Nas grades do vitimismo.
Trancados na prisão do preconceito.
Pessoas fechadas, bocas caladas,
Mídia aberta.
Alineados,
Levados pela mídia.
Pessoas sem liberdade,
Que engolem a dor, opiniões,
A força!
Ninguém é obrigado a aceitar,
Ninguém pode ficar calado.
Cada uma pensa de jeitos diferentes,
Vive diferente, sofre diferente.
Não obrigue as pessoas
A aceitarem sua razão, a sua opinião.
Geração de pessoas fracas,
De mentes fracas.
Levadas pela mídia, pela mídia.
Fica na tua, viva na sua opinião,
Na sua religião,
No seu gênero.
Viva a sua...
...Vida!
O incrível é que sempre que observo as pessoas como um grupo consigo ver como um bando de primatas que não evoluíram tanto assim ( me coloco nesse meio também). E quando observo individualmente eu vejo que são seres que carecem de originalidade, singularidade, sabe? Ás vezes até penso que nem são pessoas e sim algum holograma ou um tipo de maquina. Mas ainda gosto de romantizar a existência das pessoas colocando elas como sei lá, uma espécie de cofre fechado onde elas se trancam para deixarem de serem elas e para serem o que precisam ou acreditam que precisam ser.
Um grupo de pessoas que são o que precisam ser, mas são esses seres artificiais há tanto tempo que esquecem do um dia foram. E esse grupo vira essa tal sociedade que destrói a subjetividade de cada um padronizando, ridicularizando, humilhando todo aquele que tenta abrir esse tal "cofre"
No imenso circo da humanidade, onde a lógica se perdeu há muito entre os truques da retórica e as acrobacias da desinformação, estamos todos presos numa marcha descontrolada em direção ao abismo. O mundo, tão amplamente ligado pela tecnologia, fragmenta-se em facções que se observam desconfiadas e se armam com tweets raivosos.
De um lado do ringue, os idealistas tocam suas flautas utópicas, clamando por justiça social e mudança climática, enquanto do outro, os reacionários erguem suas bandeiras de tradição e conservadorismo. Ambos se empurram para o precipício com uma convicção cega, ignorando que o chão está a ruir sob os seus pés.
Enquanto isso, os arautos da mídia manipulam as massas, distorcendo a verdade até que ela se desintegre num caleidoscópio de meias-verdades e mentiras convenientes. É a polarização que dita o tom, a tonalidade dissonante de um mundo que rapidamente se move em direção a um estado de disfuncionalidade global.
A ironia reside no fato de que, apesar de nos vermos cada vez mais próximos do abismo, os que empurram são os mesmos que gritam que estão a ser empurrados. E assim continuamos, numa dança sinistra de culpa e inocência percebida, enquanto o solo cede sob o peso das nossas próprias contradições.
Enquanto o mundo arde em fogueiras de indignação digital, os líderes políticos jogam xadrez com vidas humanas, cada movimento calculado para agradar os seus seguidores leais e enfurecer os seus adversários declarados. A verdade tornou-se um acessório opcional, substituída pela conveniência da narrativa que melhor se alinha aos preconceitos e receios de cada grupo.
No final, estamos todos juntos nesta queda livre em direção ao desconhecido, com o abismo à nossa frente e a desunião às nossas costas. Agarramo-nos às nossas convicções como tábua de salvação num mar de incertezas, mas talvez seja hora de reconhecer que o verdadeiro precipício não é apenas físico, mas moral e intelectual. Num mundo quebrado pela polarização e pela manipulação, a ténue esperança de uma revolução de mentalidades que traria o "Admirável Mundo Novo" contrasta com a implosão do velho. Quer a selvajaria, quer a complacência terão um preço pesado. Resumidamente, estamos fodidos.
FALSA ATARAXIA
Para os filósofos estóicos, a ataraxia era um estado de imperturbabilidade emocional, alcançado através da aceitação serena dos eventos da vida e do controle das emoções. De modo geral, a ataraxia é um estado de paz interior e equilíbrio emocional que permite ao indivíduo viver de forma plena e feliz, independentemente das circunstâncias externas.
Na sociedade moderna, vemos com frequência uma espécie de “ataraxia”, só que passiva diante da realidade. No entanto, a ataraxia em sua essência não simboliza passividade ou conformidade, mas uma mente serena que pode agir diante do problema através de circunstâncias mais racionais e efetivas.
Confundimos a ataraxia com conformidade, passividade, submissão ao que nos incomoda. “Ah, mas vai ficar tudo bem”, “é sobre isso e tá tudo bem", “deixa pra lá, vai passar”... Existe um “tanto faz”. Nos acostumamos a fugir da realidade.
Na cabeça da sociedade moderna, não temos recursos de mudança, nem os buscamos, talvez não possamos. Tanto faz ter saúde como ter doença? Tanto faz ter um teto como viver na rua? Tanto faz ser amado como assediado? Tanto faz estar vivo como estar morto?
A enxurrada de informações que recebemos diariamente de certa forma nos impede de enfrentar os demônios internos e externos. Não que não possamos, mas é muito mais fácil sair para beber, usar drogas ou passar horas vendo memes na internet para esquecer que estamos definhando aos poucos.
Para Schopenhauer, aqueles que tentam fugir da realidade estão apenas adiando o inevitável confronto com a dor e o sofrimento da vida. Contudo, passar por esses desafios pode levar a dois caminhos: um de força e outro de trauma.
É aqui que entra o fato de que assim como há uma fuga e enfrentamento, há também duas formas de enfrentar o problema quando se escolhe fazê-lo: acumulando os males ou buscando uma saída racional e efetiva. Temos a opção de nutrir a verdadeira ataraxia dentro de nós e buscar soluções definitivas para nossos problemas. Não há como ser efetivamente feliz quando a solução para o problema é negligenciada.
Quanto mais gente tivermos no planeta, mais as mídias vão precisar se sofisticar para nos permitir criar modelos de cooperação mais sofisticados.
O que consumimos diariamente através das nossas relações e das informações que recebemos dos seres e da mídia, interferem diretamente na qualidade da nossa energia e do futuro que iremos materializar.
