Meu Eterno Amor minha Filha
PEDAÇOS DE NÓS DOIS
Felicidade plena.
É fazer VOCÊ poesia,
E ver minha VIDA escrita em versos.
É ter VOCÊ transormada em nota musical.
E ter o som do seu sorriso a todo momento.
É.
E somos mais.
Somos assim...
Perfeitos em instantes de imperfeição...
Sou seu ponto de luz,
e você a energia que me faz brilhar.
Como é gostoso sentir.
Sentir que somos amados e que amamos.
Como é gostoso brincar.
Muitos nem brincam mais.
Como é gostoso cuidar.
E ser cuidado, com muito cuidado.
Como é gostoso olhar pra tras e não sentir saudades.
Como é gostoso olhar o hoje e se sentir feliz
como é gostoso olhar pra frente,
PELAS VITRINES DA VIDA e enxergar um futuro.
Como é gostoso poder dizer TE AMO MINHA VIDA.
Como eu amo essa VIDA.
A vida é tão engraçada...
A uma semana atrás eu estava tentando seguir a minha vida como se nada tivesse acontecido, como se ninguém estivesse tomando conta dos meus pensamentos e sentimentos.
E do nada a revolução acontece. As pessoas se declaram, ficam felizes, se sentem completos e aliviados- de fato.
mas com isso vem a dor e atristeza de alguns, esses mesmos que acreditavam em palavras - que não são mentira - mas que no final soam como.
Eu jamais queria que algo desse tipo acontecesse, que alguem saísse machucado, magoado, desacreditado, talves. Não queria mesmo, de verdade.
Mas o que eu podia fazer? Eu te pergunto. Só havia uma solução, uma alternativa, a ultima e única luz no fim do túnel, e eu não podia deixar essa luz escapar e me deixar na escuridão - talvez para sempre - ou só por tempo não muito grande, mas ainda sim, indeterminado.
Abracei a Luz, e nunca mais vou solta-la. Plim!
Hoje acordei com uma tremenda vontade de cometer uma insanidade algo que minha natureza defina como inconsequente... Acordei com vontade de viver o que puritanos diriam ser pecado, acordei com vontade de viver.
Pode haver algo mais insano que a forma de se viver? Pode existir. Mas de viver feliz, duvido!
A criatura, libera um odor adocicado e de retrogosto amargo ou azedo, que entranha em minha carne brutalmente pelos dias de sol e chuva. Despeja sobre mim , seu mel e eu me delicio.
Hoje acordei já era dia, quando minha vida apagou. Em pleno dia, ficou noite, acendi uma vela para ver se meu caminho seria iluminado indicando para onde seguir. A chama da vela indecisa dançava, sem música, com o ritmo do silêncio que te faz pensar. De tão claro a luz da vela escurecia, de tão escura a luz do dia não mostrava sombras, então a tristeza, fazia a ronda. Lá então tão longe parecia, pelas portas que fechei, mas perto estava e me abraçou, um abraço me acalmou, minha dor ficou, mas o vazio se dissipou porque tinha um amigo para segurar minha mão e novamente acender uma luz no meu coração.
Você me olha como se o que eu vivo é fora da realidade...
É, talvez para minha sobrevivência eu escolho ser diferente!
Madrugada de garoa fina,
a lua menina, à desfilar na minha janela,
um tanto inibida pelas nuvens à encobri-la,
mesmo assim ainda bela.
Toda minha vida fui somente para mim, uma criança respondona, quase meiga, onde a sensibilidade era um ponto de vista.
As pessoas que mais marcaram e fizeram a diferença em minha vida foram as mais simples. Delas eu jamais esquecerei!
Gosto de desafios, gosto de quem repara, gosto de quem tem medo da minha sobrancelha erguida ou da minha calmaria, de quem sorri quando faço bico e do modo como fecho os olhos para negar algo, gosto daquele que sorri quando narro o filme que estamos assistindo ou reconhece minha tristeza no olhar. Gosto daquele que se empolga com a minha ira direcionada a outros e sabe como mecho o pé ao dormir. Sou adepta aqueles que curtem meu sorriso e param um segundo para sentir meu perfume. Que sabem o significado de uma coçadinha atrás do cabelo ou do meu repudio por contato físico, seja ele um simples abraço.
Só gosto de quem tem bom gosto, só gosto de quem gosta de mim...e repara.
Minha Homenagem ás Familias de Santa Maria, todos os meus sinceros sentimentos, trago esse poema que acabei de fazer:
As Flores de Santa Maria - RS
Imagine flores no campo,
Flores que cresciam,
Que ainda não haviam desabrochado.
Sementes que cresceram,
E transmitiam perfumes,
Das mais agrádaveis fragancias,
Jasmin,
Citrus,
Amadeirados,
Lavanda,
Todo cheiro que era admirado
Por seus jardineiros,
Suas familias.
Todo esse jardim,
Era jardim de noite,
Era jardim de dia,
Era o Jardim de Santa Maria,
Que em um certo dia,
Foi alvo do devorador,
Que procura o que consumir,
Óh fogo,
Não me beije.
E o fogo beijou todas as Jasmins,
As margaridas,
Os cravos,
Os manjericões,
As rosas,
Beijou todo o jardim,
E os transformou em Cinzas,
Em dor,
Em tristeza,
Óh FOGO, por que os Beijou?
Esse jardim
Seria um dos mais belos,
Seria o jardim de sonhos,
Seriam as flores da pedagogia,
Da engenharia,
Da medicina,
Da zootecnia,
De tantos outros.
Eles seriam o belo Jardim
De Santa Maria.
Zalex Ribeiro.
Me sinto fraco por não conseguir esconder meus pesares, isto vira uma fraqueza minha, tenho que me reparar.
Minha vontade agora era de estar com você,
Mais já que não posso, só me resta pensar em você,
Pensar o quanto eu te amo,
O quanto quero te conquistar,
O quanto quero te fazer feliz,
Quem sabe um dia isso tudo possa acontecer.
O Reino da Nostalgia
Deitada em minha cama, ouço os barulhos minuciosos do silêncio. Aqui, presa nesse mundo, perdida nessa solidão, sendo guiada por essa nuvem negra acima de minha cabeça, estática e sem ação.
Nesse mundo não há oxigênio e ele nem sequer tem movimento. Tudo é escuro e não há cores, nem vida. Estou a beira de um abismo e posso sentir o vento frio do abandono. Aqui não há dia, as trevas são eternidade. Não há música, sorrisos, nem mesmo sabores ou abraços. Há apenas espaços vagos, há falta de amor e inexistência de esperança. Aqui, nada tem brilho e eu já não consigo ficar de pé.
Abrir os olhos e contemplar o vazio do meu ser é uma dolorosa rotina, a tristeza é minha fiel companheira e a amargura fala aos meus ouvidos, me cobrando uma razão para continuar acordada.
Olho no espelho mas já não tenho reflexo, meus lábios estão vedados e meu corpo imóvel, mas isso não me traz o mínimo espanto ou desespero. O descaso no meu olhar cansado e o vazio do meu sombrio coração são a impressão do desgosto, da dor, do sofrimento, de tudo de ruim e de pior que habita minh' alma. Se é que ela ainda existe...
Recolhida em minha mediocridade, permaneço completamente inerte. Tudo que eu tenho é nada. Eu desisti, me rendi e estou entregue à esse sentimento malévolo que reina tão predominantemente nesse mundo. Mundo que devorou minha lúcidez, mundo do qual eu sou a única habitante.
A atmosfera está me matando lentamente, como que se deliciando com meu martírio. Atmosfera pesada, criada especialmente para me sufocar.
A nostalgia é a estrela do meu mundo escuro e já não é difícil reconhecer e aceitar minha infelicidade.
Morrer não faz diferença pois eu não existo. Ninguém sentirá minha ausência porque não há ninguém.
Mas a minha causa é uma razão digna: Não sou capaz de suportar o meu próprio peso. Esse fardo sempre foi bem mais pesado do que eu posso assumir.
Ainda com todos os fatores, a verdade sempre será que eu não resisti a uma overdose de mim.
