Meu Corpo
Ele era parte de mim. Se meu braço caísse do meu corpo, eu não diria: “Deixe que fique assim, no momento certo ele voltará, se for esse o caso. Não adianta forçar as coisas. Talvez você só consiga afastá-lo.” Afinal, era meu braço, e ele fazia muito mais parte de mim do que qualquer braço velho. Eu precisava muito mais dele. Amava-o muito mais. Simplesmente não podia viver sem ele.
ÓDIO
Se o ódio sufocasse meu corpo
como sufoca minha alma
certamente a milhares de ano estaria no inferno,
o sangue ferve e a mente não mais comanda
o que um ser humano faz com outro humano,
tenho vontade de sufocá-lo
para que o clarão cegue seus olhos
e veje de perto a morte e quando voltar a enchergar
deixe de ser um lixo de pessoa,
eu não suporto gente assim
é por isso que sinto tanto ódio,
é por gente assim que pecamos
ainda que seje no interior
de um ser humano.
Eu consegui me dominar para fazer meu corpo dançar, mas o violino não me deixou dominá-lo, e sou um eterno admirador, pois meu coração palpita ao ouvir seus dós, rés, mis, fás, sols, lás, sis...
Cansei. Coloquei meu corpo cansado na cama e levei minha alma pra perto do tempo, das coisas que eu acreditava, dos sonhos que eu tinha. Olhei pelo cantinho dos olhos da minha alma e vi meu corpo, deitado, quase morto, respirava. E eu ali. Sem saber como dizer pra mim mesma que era hora de acordar e viver a vida de gente grande.
Minha estrutura balançou...
meu corpo estremeceu, minha pele arrepiou
ao ver o ver o verso teu.
Oxalá ser aquela que viveu em teus versos de amor
Sentiria os seus lábios roçando sobre os meus, teu calor esquentando meu corpo nu.
E eu te seduzindo com meu olhar sedento de paixão...
Ah! Se eu fosse ela... algemaria teus quadris com minhas pernas, fazendo o encaixe perfeito como um animal irracional, sem vergonha, sem pudor, onde só o céu nos testemunhasse.
Me entregaria aos teu delírios, nem que fosse por uma noite apenas.
Me jogaria em teus braços na intenção de sentir suas mãos percorrendo o meu corpo, até encontrar o esconderijo do prazer...
Lambeguaria seu corpo nu insaciavelmente, como uma abelha a procura do mel e então cavalgaria sobre ele como um animal selvagem, te levando a loucura!
Me entregaria por completa pela madrugada sem fim, para saciar-te em tudo e ao amanhecer, veria no teu olhar o desejo ardente de tudo novamente acontecer.
A unica distancia que deveria existi entre agente , é entre meu corpo e o seu, e não esses kilometros
De você eu quero o raio-x completo do meu corpo, só que ao invés de ser com os olhos, eu quero com a boca.
Então a chuva caiu em meu rosto e deixei, como tantas outras vezes, que ela lavasse meu corpo e minha alma.
Não me deixe no deserto da ilusão,
Entenda o meu coração
O meu corpo o desejará ardentemente
E o consumirá eternamente
Com um simples olhar.
...E quando te abraço...
meu corpo fala ao seu...
sobre toda a intensidade
de eu amar você e
te explica o quão importante
é você na minha vida.
Não consigo parar de pensar em você...
Meu corpo todo te procura, te anseia, te deseja intensamente...
Minha alma diz não, a boca diz sim!
Pareça doença que viciada em remédios, não deseja sarar.
Volta pra mim, cai em meus braços!
Se perde em meus traços, veste-me no frio!
Socorre-me da escuridão do quarto!
Me faz feliz!
Não sei sentir pela metade. Se amo, minha alma, meu corpo e todos os meus órgãos amam na mesma intensidade. Se desamo, da mesma forma, todo o organismo obedece ao comando e apaga os registros.
Envolvo meu corpo com os braços,encolhendo os ombros e abaixando a cabeça. Queria poder me encolher mais,ficar tão pequena que ele não conseguisse mais me ver. Sei que suas palavras são verdadeiras,que ele é incapaz de me magoar,só eu poderia fazer uma coisa tão prejudicial,tão precipitada,tão ridiculamente impulsiva.
Meu corpo: pura poesia.
Você: é cego de amor.
Então vem, leia-me em Braille; decifre cada palavra do meu corpo ao toque de seus dedos...
"E diante dos meus olhos vejo, e diante do meu corpo sinto, o quanto destruímos esse mundo com o aquecimento global, e sentimos na pele esse calor insuportável que estamos vivendo nos dias de hoje"
Eu aqui deitado, meu corpo imóvel e o pensamento teimoso viajando pra tão longe, para o seu lado, onde eu deveria estar.
"Minha alma esta a queimar,""E meu corpo se fez novo, minhas lagrimas me fazem rir, minha boca me faz lembra que os seus lábios não estão aqui, o calor da minha coberta me entristece, pois me faz lembra que seu corpo não esta junto ao meu, minhas lagrimas entram em contradição pois as mesmas molham meu colchão fazendo com que minha noite se torne fria. Fria como a morte que bate em minha porta esperando que minha tristeza se torne minha fraqueza mais meu coração e tão quente como as chamas do inferno que na qual jamais se apagão mais tão doce quanto ao sabor do seu beijo."
Tranquei minha boca, não por falta de palavra. A felicidade abraçava-me, embaraçava-se em meu corpo, salgava-me com o sal de sua saliva. A felicidade se escondia no porão da casa, e cabia a mim visitá-la. Ser feliz era estar em constante pecado, eu me culpava e negociava o fingimento de estar infeliz. Caminhar por sobre o pecado demandava muitas perdas. Mentir-me em tristeza preservava a felicidade que me assaltara, eu suspeitava.
Demora um pouquinho mas eu vou perdoar, como eu sempre faço.
Meu corpo é frágil.
Não tenho forças para carregar rancores. Me pesam em demasia.
