Meu Corpo
Condenação (A minha Perdição)
Meu corpo quando ao teu se encontra
arde e queima como chama
que incendeia minhas vestes,
e em rubras noites nossos corpos inflama.
E desce sobre mim algo,
que parece ser inspiração satânica,
condeno-me ao tártaro, inferno eterno,
e nossos corpos explodem, como uma erupção vulcânica.
Quero que meu corpo sobre o teu flameje,quero que nossos lábios sofram uma colisão,quero que tu me beije,pois só teu beijo pode acalmar meu coração.
Eu quero ouvir a música mais bonita
dançar e dançando sorrir
deixar meu corpo ser levado pela música
fazer desse momento,o mais feliz!
Eu quero cantar, cantar bem alto
para que minha voz seja levada pelo vento
eu quero unir a música e a dança
num canto vivido,sentido, lento
A Noite clara me faz mais feliz
para que não possa escurecer meu coração
ela ilumina toda essa gente
como um raio
o que tão rapido passa
para se viver numa noite serena
com música ,dança e um lindo canto.
Suor frio, pensamento quente. Eram 05h00min da manhã, minha cabeça pesava, meu corpo tremia de frio, meus olhos queimavam. Desconheci-me por horas, o que eu achava que era forte, tornou-se fraco, parecia que nada era o bastante, nada era o suficiente.
Rendi-me a imensa dor, que martelava ate alma, com os pés descalços ao tocar o chão, recebi um choque térmico, por segundos fiquei inerte.
Voltei à cama, a cabeça queria explodir excessivamente, tentei respirar, algo prendia, algo sugava o resto de força que em mim restava.
Encontrei-me neste estado por horas, ate suar mais frio e começar a delirar. Era controlador, operante, insaciável.
Vomitei, vomitei e vomitei...
Sim foram três vezes, mas na verdade eu tive vontade de colocar mais do que vomito pra fora, tive vontade de expulsar cada gota de amor, cada pedaço do passado. Aquele passado que ao lembrar me quebrava mais do que qualquer dor física.
Ali estava implorando a Deus por piedade, mesmo não merecendo, implorava.
Tudo ficava cinza, era minha visão apagando, pedindo descanso. Mais não obedeci. Não lembrava mais nada ate chegar ao hospital.
Agulhas, algodão, remédios, sangue, curativos, soro, analgésicos...
Estava sedado, tudo era uma ponte naquele momento, uma ponte para que eu pudesse estar acordado ainda. E ver a vida lá fora...
DELÍRIO
Meu amor enfim chegaste à minha vida,
Meu corpo acorda de uma dor sem fim,
Tem da minha história toda verdade
Sabes sempre fazer-me um pouco mais feliz.
Vou levar-te aos píncaros mais altos
De um sentimento que jamais sentiu,
Quando chegares e me vir te esperando
Não se furtará de abraçar meu corpo
Que espera do teu corpo um amor sem fim.
Imagem solitária de um amor distante,
Entrego-te meus sonhos no infinito da paixão,
Deito em teus delírios meu cansaço minha solidão.
Quero a eternidade de um momento efêmero,
Na tua história ser teu melhor momento,
Na tua vida a beleza eterna presa em teu pensamento.
MÁRCIA ROCHA
Nosso amor está pegando fogo. É o meu corpo que se incendeia. Estamos entrando em reação, em uma reação em cadeia.
Invadiu meu ser, me consumia sem dó
Um calor que se instalava por todo meu corpo
E em minha cabeça era capaz de dar nó
O desejo era gritante e eu já rouca e cansada
Sem mais condições, não aguentava
Só naquilo eu pensava
Apressada fui ao seu encontro
Ávida pra curar meu pranto
Enfim cheguei, meu doce deleite
Na geladeira um litro d'água
Matei assim minha sede!
Como eu pude ser tao fria como o vento que bate no meu corpo ? Como eu pude ser tao fria a ponto de nao amar ? Eu fico me perguntando, O que sera que eu vi em ser tao sem coração ? , porque, hoje, eu nao vejo nenhuma qualidade nisso, nenhuma coisa boa, nenhuma graça. Nada. Nada ha de bonito em ser tao fria. E agora eu me pergunto, o que fez voce, pra trazer-me todo o amor de novo ? Magia ? Preces ? Eu nao sei, mas sinceramente prefiro deixar assim. Voce me trouxe toda a vontade de viver de novo, toda a alegria, os sorrisos, os risos, as noites de sonhos, e os dias de sonhos. E depois de todas as coisas que nos construimos juntos, voce vem dizer pra mim que acabou. Todas as lagrimas que voce me tirou, hoje, voltaram cem vez com mais força, mais vontade. Todas as noites de pesadelos, hoje sao cinquenta vezes mais intensos. E os sorrisos. Ah, os sorrisos. Eu ja nao os conheço mais. E fica aqui, minha pergunta jogada ao vento. Como voce pode ser tao sem coração ?
De vagar, de vagarinho...
Meu coracao se entrega.
De vagar, de vagarinho,
Seu cheiro em meu corpo se esfrega,
Se declara rendido por este sentimento,
E nao aguenta, cega-me estranhamente.
E nem minha mente, potente como a do elefante,
Se rende ao amor que se sente...
E ela, que está por fora do seu ninho,
Continua a navegar...
De vagar, de vagarinho...
E é porque sinto meu corpo, os apertos, os lugares que coçam, os ruídos que ele faz, o calor, o frio, os sentimentos que se digladiam dentro de mim, os batimentos do coração que se aceleram, a dor de estômago, as percepções invisíveis, que eu estabeleço uma relação de interrogação e de diálogo. O corpo nos traz de volta a nós mesmos; ele não pode mentir
Sim, eu já ouvi...!
Pare de gritar na
minha mente
porque ela faz
meu corpo inteiro
se apertar
em um espaço
que não me cabe...
Me deixe só
por um instante!
Apague a luz
desligue o som
deixe o vento entrar
deixa meu corpo
respirar...
e meus olhos
descansarem...!!!
Meu corpo se contorce. Droga! Droga! Droga! Como eu saio daqui? Como eu saio desse lugar escuro? Preciso de ajuda, ajuda. Será que existe alguém verdadeiro nesse mundo para me salvar, salvar meu corpo e minha mente do fim?!' Vejo luzes, e quase do nada telões de puro sofrimento e de lembranças se acendem ao meu redor. O que fazer? Vivo procurando um caminho, mas dessa vez acho que estou seguindo o errado. Estou sofrendo, meus olhos se arregalam de pavor, de medo. E não consigo chorar. Minhas lágrimas secaram. Oh Meu Deus, o que está acontecendo. Porque Você está fazendo isso comigo? Então os telões de lembranças se apagam e eu não enxergo nada de novo. Deito ao chão, fecho os olhos. Com medo de que não irei mais acordar e com a esperança de que tudo seja um sonho.
Eu já não caibo mais nessa casa.
Tudo gigantesco ficou...
Meu corpo.
Minhas roupas.
Meus sonhos.
Minha alma, está grande em demasia, para um lugar tão pequeno.
Já não tem saída certa.
O relógio me oprime, perguntando: quando sairá daí?
Digo: Irei sair em breve, porque preciso existir.
Existir para mim, e para o mundo em si.
Lagrimas percorrem meu corpo, e embebedam meu ser de tristeza.
Nada pior do que ter tudo num amor e não mais que de repente tudo se esvair, e sumir. O que ser pior do que te ter e não ter ao mesmo tempo.
Sentir você dentro de mim e não ter nada de sentimento por fora.
Te amar e não poder estar com você, é como ir para um deserto e ficar em uma gaiola aprisionado onde mal se pode movimentar-se.
Deixa renascer dentro de ti o amor, deixa reacender a loucura existente, faz-me feliz de novo, preciso de seus braços, abraços, de seus beijos.
Eu te amo como nunca amei ninguém, e como jamais amarei. Tu és único. Mostra-me de novo o que sentes por mim.
Me refaz feliz.
A vassoura limpou a casa,
O banho lavou meu corpo,
A reza libertou o meu espírito,
E eu (...)
(...) fiquei sozinho, tomei o meu Lexotan e fui dormir
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