Meu Caminho So
DEVANEIOS:
Sozinho, em meu quarto estou
A janela entre aberta seduz a brisa fria
A entrar
Sobre a platina está
O cálice já embriagado com o licor
Que faz acalmar
O orvalho da madrugada fria
Sucumbe em meu corpo nu
E me faz despertar
A aurora já adentra
As frestas da janela que não mais
Entre aberta está
Meu corpo ainda moribundo
De uma noite ébria
Me faz delirar
Procuro-te ao meu lado
Não tenho teu corpo febril
A me deleitar
Assim desperto
Para mais um dia em devaneios
Me embriagar.
Ta a maior briga la no
meu quarto. É uma
gritaria que só
ouvindo pra crer.
Pelo que entendi, parece que o
edredom tentou sufocar o
travesseiro e agora eles estão de mal.
Pra evitar uma tragédia, vou la separar os dois... E ter lindos sonhos!
Às vezes a minha poesia é uma oração,
Em outras, só uma canção, mas em todas
Está inteiro o meu intenso e faceiro coração!
Guria da Poesia Gaúcha
O meu pai só pensava em livros (livros e mais livros!), mas a vida não era da mesma opinião, a vida dele pensava noutras coisas, andava distraída, e ele teve de se empregar. A vida, muitas vezes, não tem consideração nenhuma por aquilo que gostamos.
Naquele momento,
eu só precisava ter certeza
de que não tinha
certeza de nada.
meu poema - Não tinha certeza
Eu quero,
só um pedaço dessa saudade
que me deixa pela metade,
toda vez que te encontro.
do meu poema - Sem juízo
Meu horizonte só é visível quando desperto para o verdadeiro trabalho desta existência.
Minhas ferramentas são simbólicas e de grande impacto quando usadas ஃ
"Assim sou feliz"
Tenho um instinto só meu.
Gosto de viver assim, sem limites, fazendo a vida se moldar em mim.
Brinco com o tempo, contrariando sua exatidão.
Nada pode ser sério demais.
Ao mesmo tempo levo tudo ao pé da letra.
Sigo os ponteiros do meu coração.
Sou de um jeito exagerada, sou o espanto por não ter na fala a pausa precisa.
Sou borboleta arisca, que arrisca, à espera da flor mais bela.
Sou a cada minuto, a sugestão de um momento.
Sou sentimento, apego, carinho, a falta.
Sou criança, adulta, mulher guerreira.
Mais sou frágil como um passarinho.
Sou a caneta que, escreve no papel as lágrimas contidas.
Sou feliz a minha maneira.
Amo a vida por que a vida é bela.
Se caio me levanto, equilibro-me em gestos desconexos numa pranche de ilusões.
Enfrento as ondas gigantes da incerteza em autenticas vagas de emoções.
Agarro a onda que se agiganta.
Repito os gestos a queda apanho a próxima onda numa teimosia constante.
Por quanto tempo eu viver, seguirei achando que ainda não amei o suficiente.
Sou só eu mesma a todo instante.
Minha vida ,meu presente em destruição.
Minha vida só pode aparentar ,ser menos pior e entediante,sem ninguém pra confiar,sem ninguém pra amar,sem nenhum conselho amigo. Apenas um quarto escuro e músicas fluindo de lá. O que farei com essa minha vida...o que eu irei errar mais...eu já não aguento...eu só queria ser como antes...eu só queria um final feliz. Seria meu sonho,seria meu desejo.Mas pelo que me parece ,eu tenho muito mais a desejar,o meu passado principalmente. O que seria de mim sem meu passado repleto de coisas boas,positivas. Tudo parecia eterno, tudo...parecia o paraíso. Mas é quando eu errei drasticamente achando isso. Caí desse mundo,cai num buraco sem fim,num buraco de minhoca sem passado,sem direção. Apenas um espaço vazio e calmo .Onde meus pensamentos eram meus amigos eternos...Achar a luz na minha vida é bem mais difícil do que achar a luz do meu quarto escuro e calmo ,onde só a janela transmitiria a luz da verdade, a luz do mundo lá fora,o vento brusco e fresco lá fora..apenas isso... onde eu relaxo e penso ... apenas isso...apenas uma vida sem direção...nada mais...
Não me aponte o dedo, só eu sei o meu valor, ninguém me mete medo, eu já conheço a dor. A gente não receia, se alimenta com a inveja alheia, não tem medo da sua cara feia, sei que não nasci pra ser Freira, nem to de bobeira, para de ficar me olhando e chega.
Quando meu amor for só brisa,
Minha paixão serás a inercia.
Ainda assim amarei mais de quem nunca, nem tentou.
Levantou-se para sentir o vento
que ao pé do ouvido sussurrava:
-Não é só lamento,meu bem, não é só lamento.
era a poesia que a vida recitava
Quando se fez menina
tinha manias doces
quando, por vezes, moça
coleciona amores
E o mundo, inquieto
desta, se fez tutor
lhe ensinou a ver o pecado
a gostar, e conviver com a dor
" Desilusão da vida, amores que me despeço, so almenta o meu saber, fortalece a letra do meu verso."
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