Meu Caminho e cada Manha

Cerca de 197821 frases e pensamentos: Meu Caminho e cada Manha

Na Forte Luz De Uma Estação.
















Em um início de uma manhã em um dia no mês de dezembro a luz do Sol brilha com mais intensidade.
Um pouco mais do que em manhãs do ontem.
Em um dia no último mês do ano a sua luz retorna como o seu jeito de ser.
Sobre o céu azul com mais luminosidade.
Entre cada nuvem e os ventos nesse mesmo mês uma luz predomina sobre as manhãs.
Com o Sol nas suas direções.
Amarelo e grandioso,guiando a sua luz em um começo de estação.
Em uma manhã que nasce um pouco mais iluminada mesmo que ainda ao tempo esteja cedo.
Com mais luz em dias que ele traz no último mês do ano e até depois disso dentro de sua vida estelar.
Sobre uma calorosa estação que segue o seu coração.
Que se inicia em luz e segue entre uma estrela e o céu.
Em dias que formam certos meses.
O Sol nasce em uma determinada manhã com mais claridade.
Com o seu nome sobre uma estação.
Mais iluminada com os seus gestos de estrela.
Uma estação que é aquecida com o seu iluminar.
Uma estação que começa em uma manhã e que vem com a sua bondade para iluminar o céu,os dias e os ventos.
Da sua luz de estrela até uma outra manhã do mês de março.
Mais um outro começo em sua vida dentro de uma querida estação.
Na sua luz se veste com uma forte cor.
E que por outras manhãs vai.
Como uma primeira estação em uma natureza tropical embelezada por florestas,alguns montes,cordilheiras e cachoeiras.
Assim como o Sol.
E também desertos,montanhas,
mais árvores e outras nascentes de água.
Natureza essa iluminada pelo Sol no começo dessa estação,calorosa e vibrante.
Sob a luz de uma estrela ainda maior.
Que em manhãs do ontem também havia nascido com o Sol.
Em luz e em um azul formidável do céu.
Como uma estação que predomina em uma forte luz e bons ventos.
Ventos que completam o seu começo em cada manhã.
Em cada nascer do Sol no último mês do ano em um certo dia.
Que o tempo também reconhece e conta o seu novo momento para recomeçar.
Em uma estação dourada de Sol.
Que tem o seu nome refletido no céu e nas nuvens bonitas.
Do seu lugar até esse céu em uma manhã no mês de dezembro.
A sua luz nasce ao lado do tempo também por essa estação.
E além das manhãs a sua força em luz segue por tardes e até noites.
Que estão nessa calorosa estação que recomeça em uma manhã no mês de dezembro.
E que fica mais brilhante até uma outra manhã do mês de março.
Entre essas manhãs que se reencontram o Sol está.
Do mesmo jeito que o tempo,o céu e os ventos.
Contemplando uma estação e o seu iluminado nascer.
Em mais manhãs uma estação nascerá com Sol para continuar a brilhar dentro do seu coração de estrela em um outro esperado recomeço no mês de dezembro.

Na Quietude Brilhante De Uma Estação.
















Mais uma vez em uma manhã.
Um novo começo.
De ternura do céu azul e a sua profunda beleza.
Do céu um outro dia.
Em mais uma manhã de Sol.
E de uma nova estação.
Que tem certas cores de uma outra estação no seu começo em uma manhã de junho.
De uma metade que une o Planeta Terra.
Uma estação começa no céu.
Do azul celeste com uma cor branca e macia.
Com ventos frios e muitas vezes velozes.
Vindos do céu nesse começo de estação.
Que tem o Sol na sua cor branca e fria.
Em uma manhã do mês de junho com os seus ventos frios até uma outra no mês de setembro.
Em uma metade do Planeta Terra uma estação começa no céu.
Com o Sol acima desse azul seguindo o frio dessa estação.
Em lugares em que esta estação recomeça a cor branca cobre com a sua quietude.
Caindo do céu azul com ventos frios tendo o Sol e outras estrelas.
Até as noites sentem a sua quietude macia e gentil.
Que começa em uma manhã do mês de junho e até uma outra do mês de setembro é assim.
Dessa metade do Planeta Terra alguns lugares veem e sentem esse frio de formas diferentes.
De uma natureza acima florestas,montes,rios são tocados pelas gotas das chuvas.
Chuvas que caem do céu sobre esses lugares.
Mesmo sem a neve um frio característico é sentido com as chuvas que caem do céu e que estão nos ventos.
Em distâncias que separam esses lugares a sensação dessa estação é de um outro jeito.
Mais abaixo árvores,flores,plantas percebem a cor branca sobre as suas vidas.
Do céu azul com maciez e com os seus ventos frios flocos brancos caem.
Sobre paisagens com uma cor branca e fria.
Entre esses ventos frios do céu a luz do Sol está.
Iluminando a quietude dessa estação fria e gentil.
Que começa em uma manhã de junho e até uma outra manhã do mês de setembro de um céu azul.
Em alguns lugares será com gotas de chuvas e ventos frios.
Em outros será predominante na cor branca.
Começando no céu.
Sendo iluminada pelo Sol desde a manhã em que recomeçou.
Como uma estação fria e branca.
Com os seus muitos ventos vindos do céu.
Para uma metade do Planeta Terra.
A sua quietude cai do céu cobrindo a natureza de certos lugares.
Para outras vidas as chuvas trazem gotas frias.
Em um começo de uma manhã do mês de junho e até uma manhã do mês de setembro.
Com os seus dois jeitos sobre alguns lugares.
O céu azul e o Sol sobre as suas belezas.
Nas noites de estrelas pode ser que sejam as chuvas a se manifestarem.
Ou o cair da neve de uma forma demorada ou não.
De uma estação fria e ainda de Sol de uma manhã do mês de junho.
E até uma manhã de setembro em uma metade do Planeta Terra ainda estará brilhante e macia.
Assim como o Sol.
Ou lindamente de chuvas e ventos frios.
O seu outro recomeço será em quietude e brilho em alguma nova manhã do céu.

As Flores De Sua Estação.
















Manhã de Sol e a sua luz amarela.
Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe.
Quando outra vez retorna no céu.
Trazendo um outro dia dentro de sua luz.
Com uma cor do que ele significa ao despertar no céu tão cedo.
Como o Sol uma estação começa em uma manhã.
Com ventos de quietude de uma outra estação nas suas cores.
Em uma manhã do mês de setembro até um outro dia do mês de dezembro.
Uma estação nasce com Sol e o céu.
Deslumbrante na cor amarela de estrela sendo mais um dia.
Em uma manhã de Sol uma estação recomeça nas flores.
Nas suas cores e nos seus aromas.
Em uma manhã no mês de setembro e nessas flores vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação que nasce em uma manhã.
Em amarelo e azul claro.
Uma estação que nas flores tem a sua delicadeza.
De uma metade do Planeta Terra flores colorem essa estação.
Com a cor do céu e na cor de uma manhã de Sol.
Do mesmo Sol o tempo muda a sua cor.
De um amarelo claro ao alaranjado claro.
Para o céu azul também.
No tempo está essa colorida estação.
Que no seu percurso recomeça em uma manhã do mês de setembro e vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação aromática e delicada.
Em cada pétala de flor.
Nas cores que o Sol e o céu também têm.
A sua delicadeza entre as tantas flores permanece.
Flores com os seus bonitos nomes,lindas cores e os seus sensíveis aromas.
Nessa manhã do mês de setembro cada flor desabrocha com mais sentimentos.
Que o Sol e o céu têm.
Com o tempo que novamente é aromatizado por essa estação.
Nas paisagens onde essa colorida estação recomeça as flores sentem os seus sentimentos de alguns jeitos.
Em certos lugares as suas flores desabrocham com o Sol e algo calmo do tempo.
Coloridas e com pétalas bonitas.
Nos galhos,cipós e no chão.
Nesses lugares de uma imensa claridade de Sol e da calmaria do tempo.
Em outros lugares um pouco distante desses,mas ainda em um azul e alaranjado claro as flores desabrocham com o Sol nas suas pétalas.
Como uma estação e o seu aroma sentimental.
Em plantas e nas suas outras árvores.
Com mais cores nas suas pétalas.
Com delicadas coisas de uma estação.
Que recomeça em uma manhã do mês de setembro e com delicadeza segue até um outro dia no mês de dezembro.
Nascendo com duas cores sobre as suas flores.
Um amarelo claro e um azul assim.
Em uma manhã de setembro colorindo as manhãs que nascerão até um outro dia no mês de dezembro.
Na metade do Planeta Terra que sente cada pétala colorida.
Pétalas bonitas e delicadas.
Que desabrocham nesse nascer de Sol e do céu sobre os seus aromas.
Uma estação que vive nos sentimentos das flores.
Colorindo os dias e o seu recomeço.
De uma manhã nas cores do Sol e do céu.
Uma estação florida e com sentimentos coloridos.
Por vários lugares em que terras estão distantes as flores desabrocham de um jeito.
E com cores semelhantes deixam aromas nesses lugares.
Não sendo distantes do Sol e nem do céu.
Nem mesmo de um amarelo e azul claro.
Ou de um alaranjado que o tempo sabe.
Em amarelo,azul e alaranjado estão muitas flores.
Como uma estação que nasce em uma manhã de setembro e até um dia no mês de dezembro estará desabrochando com mais cores e mais flores.
Como as que florescem mais alto.
Em um amarelo claro que se transforma em um branco brilhante e depois em um alaranjado.
E de um azul claro que algumas vezes se torna escuro.
E antes do outro seu recomeço sentimental outras cores já terão florescido sobre cada flor sua.

Enchente do Quintal


Em março chega a água, vem calma, na manha.
Em abril molha do tornozelo ao joelho, banhado de lama.
Em maio sobe ligeiro, cobre da cocha até o seio, quente desanda.
Em junho mergulha inteiro, submerso até o fio do cabelo, remadas e passeios.
Em julho corre depressa, peixes, pulos e banzeiros.
Em agosto some da noite pro dia, enchente seca sem despedida.
Rio vira grama, alma reclama, seis meses inteiros a esperar quem me banha.

"Manhã nublada
Dia de frio
Agasalho de saudade
De quem sumiu."

Quanto vale seu sorriso?
Qual o valor de sua fé?
Qual o valor desta manhã...?
...Faça esses valores próximos a um raio de sol ou a prata de um luar...
Que seu sorriso seja pura felicidade. Sua fé, marco de uma nova história e ainda esta manhã, seja tão somente seu novo alvorecer.

"" Então amanheceu
Cores lá fora indicam a aurora
Soberba manhã.
E li no livro de minha vida
Um novo sorriso, um novo pensar...
Será primavera?
Talvez sim, ouço pássaros,
Mas não posso me dar um luxo extravagante,
Ainda que possa me rodear de flores
De saudades de sonhos
Esta manhã algo em mim amanheceu...""

"" A dois, o amor é pele bonita
Bronzeada e protegida pelo sol da manhã
Mas solitário é ferida
Que sangra e doí a alma
Depois de uma tempestade, virará cicatriz
Nunca mais sairá do peito
Por isso pessoas de muitos amores
Têm dureza no coração...""

Inverno

Na primeira luz da manhã
Ouço a voz do silêncio
Os raios de sol sorriam
E as geleiras se derretem
No azul do céu divago
Entre um voo e outro
Minha alma aquece
Na solidez das estruturas
Meus ossos resistem ao tempo
Ao inverno úmido e chuvoso
Repousa uma timidez sombria
Uma quietude trava os dias
Prolonga as noites
Neste estágio letárgico
A vida se transforma
Para brotar na terra
As sementes da primavera
@zeni.poeta

Ela é a coisa mais linda que já vi, a luz que ilumina minha manhã, contudo, não sou digno dela, muito menos de sequer pensar nela, indigno até mesmo das roupas que visto, indigno da cama e quem durmo. sou digno apenas de carregar os demônios que assolam minha mente.

Manhã desperta, sol à janela,
Teu sorriso me guia, vida bela.
Coração pulsa forte, chama singela,
Te quero bem, nessa aquarela.
Vem viver, alma donzela!
Assim, é o domingo sentimento que alegra
Em um curto descanso, deixa aberta a cancela
Amor vespertino... Manhã de aquarela;

Mansa Ovelha








Naquela manhã, fria e de forte tempestade!


Foste para mim, como o sol emprestado...


Sim! Tu pomba branca daquela manhã...


Rosa bela, mãe da paz, minha irmã...








Continua pois sempre, nesse teu andar!


Tu princesa! A mim, a outros a ajudar...


Nessa mansidão, ao mundo dá a mão!


E a mim, vem ainda alegrar meu coração!










És mansa ovelha! Agora e sempre, nesse jardim!


Dessas flores, vai dar, a todos, já sem fim, sem fim!










Como o tens feito sempre, até agora, pois sim!


Continua! Nesse teu andar! Nesse teu amar enfim!


Nesse teu andar! Nesse teu pois lindo dançar!


Continua, pois sempre, a alegrar a todos, pois assim!






HelderDuarte

" No amanhecer ouço pássaros cantar um friozinho da manhã andando pela rua com um silencio absoluto ouço apenas pássaros cantar sobrevoa no céu o sol já no alto clareando aos poucos o céu vai ficando cor de rosa e azul admiro o belo dia vejo as casas tudo com portas fechadas algumas casas com luzes acesas gente despertando já cedo e a vida continua Assim"

"Nós Braços da Luz"


Deus me escuta no silêncio da manhã,
quando a alma cansada tenta ficar sã.
Entre medos guardados no fundo do peito,
Ele ajeita meu mundo de um jeito perfeito.
Quando a noite derrama tristeza no chão,
Sua luz faz morada no meu coração.
E mesmo que a vida machuque outra vez,
Sua paz me abraça com calma e lucidez.
Há dias em que tudo parece partir,
mas Deus sopra esperança e me ensina a seguir.
Como vento suave tocando a janela,
Sua voz me alcança serena e tão bela.
Ele vê minhas lágrimas sem eu contar,
conhece o silêncio que insiste em ficar.
E transforma o vazio, aos poucos, em flor,
cobrindo minhas dores com fé e amor.
Se o caminho escurece no meio da estrada,
Sua mão permanece comigo, entrelaçada.
E eu sigo mais forte, mesmo devagar,
porque quem anda com Deus nunca deixa de amar.
Então descanso a alma, sem medo, sem pressa,
pois até nas tormentas Sua bondade começa.
E no abraço invisível da fé que conduz,
meu coração adormece nos braços de luz.


__ Lucci Santz

Há quem acorde às seis da manhã disposto a trabalhar, sem imaginar que o verdadeiro desafio do dia não estará nas tarefas, mas na imprevisível cartografia das limitações humanas que dividem o mesmo espaço e, ainda assim, tornam a convivência alheia mais desmotivante pela própria vaidade.

IPE AMARELO


Na calçada, manhã fresca.
O sol manhoso espreitava mais um dia de trabalho na prefeitura.
E os ipês amarelos, frondosos,
faziam fila na calçada, como quem aplaude a vida.


Então veio um "bom dia, moço!"
Pequeno, suave, sonoro, inteiro.
Da boca de uma menininha
que caminhava com a mãe na calçada.


E aquele bom dia
foi nota de canção em meus ouvidos.
Acorde que me encontrou,
afinou o peito e tocou minha alma.


Disse ao amigo do lado, Ivan:
"Ganhei não só o dia, amigo.
Acho que ganhei o ano todo."
Porque tem gentileza
que dura 365 dias.

*A REVOLUÇÃO DOS CANSADOS* - Naquela manhã, ele caminhava para o escritório sob um céu baixo e cinzento, desses que parecem ter desistido antes mesmo de o dia começar. A cidade estava suja. Havia lixo acumulado junto às calçadas, restos de papel molhado, garrafas vazias e a fumaça dos fogos ainda suspensa no ar. De algum lugar vinha o grito dos prós. Do outro lado da rua, os contras respondiam. Todos tinham uma opinião. Todos pareciam ter uma certeza. Ele apenas continuava andando.

Durante anos, tinha acreditado que precisava convencer alguém de alguma coisa. O patrão de que trabalhava demais. A família de que fazia o possível. Os amigos de que estava bem. O mundo de que ainda era útil. Era um trabalho cansativo. Talvez mais cansativo do que o próprio trabalho.

Com o tempo, começou a perder alguns talentos. Primeiro, o talento de discutir. Depois, o de explicar. Por fim, perdeu o hábito de parecer indignado. Descobriu que a indignação permanente era apenas outra forma de cansaço, e que quase todo mundo estava cansado demais para admitir isso.

Passou diante de um bar ainda com as portas meio abertas. Lá dentro, algumas mesas sujas, cadeiras tortas e homens olhando para copos como se esperassem deles alguma resposta. Havia fumaça no ar e silêncio entre uma frase e outra. O lugar tinha a aparência honesta das coisas que já não prometem nada.

Ele parou por alguns segundos diante da porta. Pensou em entrar. Não entrou. Ainda precisava bater ponto.

Na rua, alguém gritava sobre liberdade. Outro gritava contra. Um terceiro filmava tudo com o telefone. Mais adiante, um cartaz anunciava um futuro melhor. Estava colado sobre uma parede coberta de mofo. Ele achou aquilo particularmente engraçado.

A cidade continuava fabricando heróis. Heróis de ocasião. Mártires de fim de semana. Revolucionários que falavam alto até a hora em que precisavam voltar para casa porque havia reunião na segunda-feira.

Ele já tinha visto aquilo antes.

As guerras eram travadas por homens que quase nunca apertavam o gatilho. As virtudes eram defendidas por gente que não abriria mão do próprio conforto nem por quinze minutos. E os grandes discursos serviam, muitas vezes, para esconder uma coisa muito simples: ninguém fazia a menor ideia do que estava fazendo aqui.

Talvez fosse isso que mais o incomodasse.

Não a mentira. A necessidade de fingir que ela não existia.

Continuou caminhando. Um caminhão passou e levantou água suja da sarjeta. Molhou sua calça. Ele não reclamou. Havia coisas piores.

Pensou nas bandeiras que já tinha carregado. Algumas tinham mudado de dono. Outras tinham mudado de cor. Algumas continuavam sendo erguidas pelas mesmas pessoas que, anos antes, juravam combatê-las. A política tinha esse talento extraordinário de transformar convicções em mercadoria.

Ele estava cansado.

Não apenas do trabalho. Não apenas das pessoas. Estava cansado da obrigação de se importar com tudo.

Talvez fosse uma espécie de revolução.

Parar de explicar.

Parar de justificar.

Parar de correr atrás da cenoura enquanto alguém segura o chicote.

Ele queria uma mesa de bar. Uma cerveja gelada. Uma mulher inteligente rindo do seu cinismo. Uma motocicleta velha esperando na calçada. Quilômetros sem destino. Nada grandioso. Nada que precisasse ser fotografado, publicado ou transformado em opinião.

O escritório aparecia no fim da avenida.

As janelas refletiam o céu cinzento. Gente entrava apressada. Gente saía fumando. Gente carregava pastas, problemas, boletos e pequenas ambições cuidadosamente embaladas.

Ele olhou para o prédio.

Por um instante, teve vontade de simplesmente virar as costas.

Não virou.

Ainda não.

Mas alguma coisa dentro dele já tinha ido embora fazia tempo.

Talvez liberdade não fosse fugir.

Talvez fosse apenas chegar ao ponto em que já não se precisa provar nada.

Ela não chegava montada num cavalo branco. Não havia música. Não havia aplausos. Não havia discurso.

Às vezes aparecia numa manhã miserável, diante de um escritório qualquer, com olheiras, o bolso quase vazio e uma paz estranha no peito.

Para quem olhava de fora, aquilo parecia derrota.

Ele sabia que podia ser.

Mas também desconfiava de outra coisa.

Talvez a derrota fosse passar a vida inteira tentando parecer vencedor.

E talvez, depois de tantos anos, a verdadeira revolução começasse exatamente ali.

Quando um homem cansado olhava para o mundo, dava de ombros e dizia, sem raiva e sem heroísmo:

— Hoje, não.

Depois entrava no escritório.

Porque até a liberdade, às vezes, precisa bater o ponto.

E ninguém precisava saber que, por dentro, ele já tinha ido embora.

Deus me renova pela manhã. Ainda que apareça angústia no despertar, a sua presença dissipa todo mal estar. É bom estar próxima de Deus.

O sol da manhã ilumina minha alma, infundindo-a com calor e alegria. É essa luz radiante que me guia ao entardecer, mesmo quando a escuridão se aproxima. Pois carrego em mim a chama do sol, que queima em cada passo e me inspira a seguir em frente. Com determinação e esperança, sigo adiante, sabendo que a luz sempre prevalece, mesmo quando a noite se instala.⁠

A manhã é o convite, a licença poética para a alma que anseia.
Não deixe de aproveitar a unicidade de cada estrofe e cada verso que a vida lhe oferece hoje.