Meu Caminho e cada Manha
"" Então amanheceu
Cores lá fora indicam a aurora
Soberba manhã.
E li no livro de minha vida
Um novo sorriso, um novo pensar...
Será primavera?
Talvez sim, ouço pássaros,
Mas não posso me dar um luxo extravagante,
Ainda que possa me rodear de flores
De saudades de sonhos
Esta manhã algo em mim amanheceu...""
"" A dois, o amor é pele bonita
Bronzeada e protegida pelo sol da manhã
Mas solitário é ferida
Que sangra e doí a alma
Depois de uma tempestade, virará cicatriz
Nunca mais sairá do peito
Por isso pessoas de muitos amores
Têm dureza no coração...""
Inverno
Na primeira luz da manhã
Ouço a voz do silêncio
Os raios de sol sorriam
E as geleiras se derretem
No azul do céu divago
Entre um voo e outro
Minha alma aquece
Na solidez das estruturas
Meus ossos resistem ao tempo
Ao inverno úmido e chuvoso
Repousa uma timidez sombria
Uma quietude trava os dias
Prolonga as noites
Neste estágio letárgico
A vida se transforma
Para brotar na terra
As sementes da primavera
@zeni.poeta
" A manhã não resolve os enigmas da existência, mas ilumina o bastante para que não desistamos deles. "
Vozes do Eco da Mente
Vozes do eco da mente.
Vertigens, pois o café da manhã parece ser o desejo mais secreto.
No vale das almas, vejo espíritos nas suas covas e tumbas:
O sarcófago de outros pensadores.
Desvendam o abraço profundo, o sentido da humanidade.
Viver nas suas cavernas — antes de rochas e pedras,
Agora alegorias na mente, figuradas por fones, telas de celulares ou computadores.
O frio só exalta o ar-condicionado para climatizar o clima.
A entrega rápida da sinfonia da fome.
O filme numa tela de LED da existência alienada completa.
A família se reúne.
Não mais para passar o final de semana, mas por obrigação moral.
Em vez de conversar sobre algo, cliques nos celulares, olhares fixos na televisão.
Parece bem interessante a interação familiar.
A comida, cada um se serve.
Continuam ligados a cada instante do feed, na rodagem dos vídeos.
Uma voz rouca ao fundo:
"São 20 horas, é hora de tomar os suplementos alimentares."
Às nove horas devem ir embora...
Pois o enterro está terminado.
Por Celso Roberto Nadilo
A visita rápida posso voltar daqui a seis meses fiquei bem talvez volte ano que vem te amo... fique bem.
Ela é a coisa mais linda que já vi, a luz que ilumina minha manhã, contudo, não sou digno dela, muito menos de sequer pensar nela, indigno até mesmo das roupas que visto, indigno da cama e quem durmo. sou digno apenas de carregar os demônios que assolam minha mente.
Dia de festa
Café da manha ao ar livre com o canto dos pássaros pousados nos pés de manga a frente, que grata surpresa!
Nossa você caprichou no bolo de mandioca, esse queijo qualho tá uma delícia! Olha a cara desse pão caseiro, ou desse doce de ambrosia, perfeitos.
Amor passa o suco de laranja, veja um avião passando entre as nuvens, é engraçado ou parece que ele está fazendo desenhos nas nuvens, uau! Um coração deve estar homenageando alguém. Que loucura amor ele fez o seu nome com os dizeres parabéns e felicidades. A, a, a, a! Você esta chorando, eu só queria te surpreender nessa data tão importante do nosso aniversário de casados, me sinto vivendo nas nuvens e é lá que preferi te mostrar o meu presente, assim como para o mundo inteiro poder ver também, parabéns!
Sentidos
As flores e as folhas estão balançando la fora suavemente ao frescor do vento da manhã, o Sol liberou mais uma vez sua energia sobre elas alimentando a magia da fotossíntese; o campo está vibrante, as borboletas com suas diversas tonalidades de cores e os pássaros com sua beleza e seus variados cantos dão vida a esse cenário lúdico; o barulho do rio é ouvido a distancia, são percebidos também pegadas de mamíferos grandes, calma! São de quatros belos cachorros que vivem se divertindo no paraíso. O tempo fechou, uma chuva bem vinda está chegando para lavar a alma da natureza. Passados pouco mais de uma hora de queda livre de aguá divina, o Sol reaparece com o seu poder de renovar, de da um brilho novo a cada movimento de sua breve passagem em direção ao oeste.
A vida, ganha vida em cada verso escrito com base no que é visto, sentido, ouvido, tocado e ao mesmo tempo aproveitado pela natureza.
Por que não?
Outro dia, fui até um jogo de futsal pela manhã num dia frio com amigos da juventude em meados de 1995.
Em um momento da minha infância, fui comer com a minha mãe um frango assado de frente pro mar em Aracaju, SE.
Certa noite fui tentar um momento de carinho com a minha querida Tatiane numa praça no estado de alagoas a uns 30 anos atrás.
Vi na noite passada uma cadela chamada Cayara, que foi uma grande amiga num momento difícil da minha vida.
O engraçado é que todos esses momentos pude vive-los de forma realista e quase palpável através de minhas viagens reveladoras de que podemos sim nos colocar em diversos períodos e momentos de nossas vidas viajando no tempo por meio dos sonhos.
Por que não acreditar que em um dado momento da nossa história iremos descobrir como levarmos nossos corpos a estes mesmos lugares que estivemos um dia?
No café da manhã
O café da manhã de hoje foi decisivo para ressuscitar o nosso quase fim,
Com certezas e verdades a coragem vêm na mesma proporção de quando o sol nasce, ou seja, não é uma escolha entre o silêncio e o barulho, na realidade é como deve ser,
A questão entre ser vulnerável e insistir naquilo que faz arder a alma é uma velha confusão que mistura a resiliência com aquilo que nos faz marejar os olhos soluçando,
Não adianta manter distante o que está dentro do coração, o que vale é a crença de que você não receberá favores ou trocas enquanto estive se sentindo uma pessoa especial,
Tal qual em algumas espécies do reino animal buscamos pelo menos viver essa sombra da lealdade de um casal.
O sol invadiu a janela e iluminou minha xícara de café, é hora de agir.
Te achei
Na padaria naquela manhã ao você me atender no caixa eu te reconheci, sim era o teu rosto que eu via volta e meia através dos sonhos,
Fiquei surpreso em vê-la pessoalmente, fiquei feliz por saber que você existe no mundo real,
Algumas coisas ainda não consigo compreender, mas eu sei o que devo fazer quando tocar tuas mãos e invadir o teu coração,
Teus olhos não mentem, você também me enxergou como sendo teu na intimidade,
O teu sorriso tímido, a tua transpiração ofegante e as tuas pernas trêmulas me disseram muito sobre nós,
Meu zap tá nas tuas mãos, fala comigo quando tiver um tempinho, você sabe que precisamos conversar.
Tá no coração
Era um dia de domingo logo pela manhã,
eu estava jogando bola com um grupo de amigos e mesmo assim me vi pensando nela,
Mais tarde, por volta das dezesseis horas eu estava assistindo um filme na Netflix e mesmo assim os meus pensamentos estavam todos voltados pra ela,
Agora já é noite, coloquei aquele perfume e aquela camisa que ela tanto gosta e não vejo a hora de encontra-la para expor o quanto o meu coração sente saudades dela.
O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” (Salmos 30:5)
A dor pode até ter chegado…
mas ela não tem autorização pra permanecer.
Decidir não permanecer na dor…
não é negar que doeu,
é escolher que não vai mais te prender.
30/11/2017
Acordei pela manhã após uma longa noite de pesadelos infinitos.
Reflexos da minha realidade ainda lembrados sem que eu pudesse impedir.
Chorei mais uma vez.
Como se aquilo me machucasse inteiramente por dentro.
No sonho, eu e meus irmãos éramos totalmente massacrados por nosso pai.
Não fazíamos barulho algum.
Nem mesmo conversa.
Ele nos ameaçava com palavras terríveis.
Como no passado, quando éramos crianças.
Igualmente.
Até que resolvemos partir pra longe dali, da nossa casa.
Mas, no atalho que passávamos, vi atrás, há alguns metros, meu pai apontando uma arma pra nós.
E aconteceu.
Ele matou primeiro meu irmão do meio, acertou bem no coração.
A segunda bala atingiu meu irmão mais velho, no qual é cinco anos mais jovem que eu.
A terceira bala, me atingiu, bem no peito.
Ele acertou em cheio nossos corações.
Vi meus irmãos caírem, a passos de distância de mim.
Foi difícil conter as lágrimas, enquanto eu também morria com um tiro no coração.
Morremos os três. Só o irmão caçula que não foi morto, pois ele tinha ficado pra trás.
Acordei, e foi um impacto tão forte que não contive minhas lágrimas.
Bom, não peço e nem quero tais pesadelos.
Mas, infelizmente o passado me atormenta todos os dias.
Mas, pelo menos, eu tenho liberdade hoje pra viver a minha vida.
Meu pai, sempre foi o vilão do nosso fracasso.
A gente tenta conter as lembranças ruins, substituindo - as por coisas maiores. Que possa nos trazer paz.
Mas, em uma vez ou outra, pesadelos vêm, como se fossem trazidos por espíritos do além, que parecem querer devorar nossa felicidade.
Mas, não conseguirão jamais.
Passamos por tantas coisas nessa nossa jornada, que é difícil acreditar que ainda estamos vivos.
Sentimos orgulho do que somos agora.
Nós somos filhos de Deus.
E a nossa história, por mais que seja complicada e dolorosa de lembrar, somos mais que vencedores."
11:07 da manhã - 22 de maio de 2024 - Sonhei com falta de comida...
Estava eu, minha mãe e meus dois irmãos, Awkaerck e Alcadones. Minha mãe segurava eles de um lado e outro e eu estava guiando eles! Pois, ainda eram bebês de mais ou menos, uns 2 ou 3 aninhos e eles estavam pulando e muito felizes, enquanto segurava nas mãos da minha mãe.
Fomos todos á um lugar, onde capinamos um lote e todo o pagamento foi somente, algumas frutas, que seriam descartadas no lixo, saindo desse lote. A gente recolheu e eu levei conosco, em um saco quadrado, não tão grande, pois dava mais ou menos, o tamanho de 2 mãos e ele também estava quase seco, só dava pra ver depois como se tivesse dois pequenos molhos de cheiro verde dentro deles.
No caminho, minha mãe ia atrás, eu ia seguindo e conversando com ela.
Olhava meus irmãos e sentia falta de outro.
Pois, lá éramos 3 e nós somos 4.
Eu olhava e tentava lembrar, se não faltava mais um de nós.
Então, lembrei que nossa primeira irmã morreu e achei bem estranho, não conseguir lembrar do meu terceiro irmão dentro do sonho. Não comentei com a minha mãe, só segui! Eu via no caminho, pés de quiabos gigantes, na frente de uma escola ou uma casa enorme, que ficava meio escondido. Pensei em pegar alguns, mas sabia que primeiro tinha que pedir, até porque parecia que estavam ali para ornamentação. Eram quiabos gigantes, de uma espécie que eu nunca tinha visto. Mas, eram quiabos, pois eu conhecia bem! Uma mulher estava passando e eu perguntei para ela, de quem era aqueles quiabos, se eu podia pegar alguns, ela não deu muita atenção, mas respondeu que se eu fosse no mercado que estava na rua escondida lá atrás, eles me dariam algumas frutas e legumes, pois sempre davam pra ela. Eu olhei e vi que os quiabos pertenciam á aquele lugar enorme, e não era uma escola, nem uma casa grande, era um mercado, que eu nunca tinha visto, que ficava escondido em uma ruazinha. Eu observei somente, enquanto via a mulher virando as costas e achando ela um pouco mal educada, enquanto estava muito suada, o suor descia pelo meu pescoço e eu não soltava o saquinho que eu carregava, virei para a minha mãe e disse, que a gente não iria não, eles não dariam nada pra nós, só íamos passar vergonha. Então, seguimos e de repente como se eu, estivesse distraída, acabei guiando a minha mãe, até um lugar, parei na frente e observei, muitas frutas de diferentea regiões ali no chão, na minha frente, mas, muitas mesmo. Achei que era um pomar ou um lugar que vendia elas, então enchi os olhos, mas não me alegrei, pois sabia que não as podia comprar! Elas eram lindas e brilhantes, frutas cheias de vida, estavam todas no chão, prontas para serem comidas, o chão era de cimento, um lugar gigante e com frutas que dariam para muitos meses, para muitas pessoas comerem. Eu olhava e sentia o desejo de pegar e levar para casa, até eu perguntar á mulher que estava lá, o que era aquilo, que lugar era aquele. Porque ela me observava, tipo perguntando, o que eu estava fazendo ali. Ela então, respondeu que era a casa do governador! Eu, surpresa falei, governador? Ela disse, sim, a casa do governador. Eu simplesmente fiquei pensativa, só podia ser, eles têm tudo, enquanto nós, não temos nada, mas mesmo sem saber quem era ele, vi um homem saindo lá da lateral desse lugar, onde era a sua casa, e perguntei pra ela, se era ele, ela disse que sim. Não perguntei o nome, eu não o conhecia, então deixei ele se aproximar, enquanto ele me olhava seriamente e com ar de desprezo, a minha mãe estava na porta observando, com meus dois irmãozinhos. Ele era um velho magrelo, alto, cabelo liso, vestia uma camisa cinza e uma calça jeans desbotada, mas eram boas roupas. Não observei os sapatos, eu só conseguia olhar nos olhos dele e ver desprezo por nós! Mesmo assim, suada e com o suor descendo pelo pescoço todo sujo de lama, porque antes a gente estava capinando um lote, e estava de volta para casa, e no caminho tendo essas aventuras e encontros, eu pensei em pedir para ele somente uns 20,00 mas ele era rico demais, então, resolvi pedir 200,00 para comprar uma cesta básica. Ele me olhou, desviando o olhar e meio desnorteado, dizendo que não tinha dinheiro. Que havia dado para alguém antes. Eu continuava persuadindo e contando de onde estávamos vindo e ele não quis ouvir, de repente, o lugar estava cheio de pessoas que eu conhecia, desde assistentes sociais e um homem que gostava de ajudar os pobres aqui na cidade, o Raimundo Absalão, ele já morreu. Ele apareceu no sonho e disse para anotarem meu endereço, que ele iria comprar a cesta básica e mandaria levar até lá. Eles não quiseram saber, as assistentes sociais, fingiram que estava anotando o endereço, mas na verdade só anotaram meu primeiro nome, e nenhum deles olhava para mim. Eu, me senti desprezada ali e ninguém estava nem aí, para a minha falta de comida em casa ou preocupados com a fome dos meus irmãos bebês. Eu continuei insistindo e dizendo que morava perto da casa do coelho, o vereador, eles diziam, tá, tá... Afirmando que sabiam, mas pouco se importavam. Eu fiquei envergonhada, diante das pessoas que ali eu conhecia, agora, elas sabiam da minha situação e iriam espalhar que estou passando fome, sendo que não resolveram nada. Nada fizeram por mim, eu saí muito triste e preocupada, então passou para outro sonho...
Estou escrevendo isso às 08:09 da manhã...
31 de outubro de 2025
Bom, essa noite sonhei que havia comprado uma tarrafinha de pesca pequena para piabinhas.
Fui pescar com meu marido no rio, nem precisamos jogar ela, só abrir e lá estava, cardumes de peixinhos, piauzinhos e ela pegou muitos. Ficamos muito felizes, mas ao olhar para o rio fiquei muito triste, pelo fato de ter muita poluição, a água estava totalmente barrenta, com muito esgoto descendo, o rio havia se tornado um canal por onde o esgoto passava.
No lugar que eu peguei os peixes, a água estava límpida e os peixes estavam saudáveis, mas quando comecei a observar ao redor, era muito lixo descendo em sacos de fibra fechados, de repente eu estava no começo da nascente do rio, e ela estava lotada de lixo, quase já não tinha água descendo, estava quase que totalmente seca.
Fiquei muito triste ao retornar para aquele local onde eu peguei os peixes e vi um peixinho gordinho, mas ele não estava nadando, eu me admirei da barriguinha dele ser bem estufada, foi quando percebi que não era porque ele estava gordinho, mas ele estava tendo uma convulsão, estava saindo baba de sua boquinha, enquanto ele estava virado para cima.
Ele estava em seus últimos momentos, percebi que a poluição estava muito grande, até os peixes que estavam saudáveis, estavam morrendo por falta de oxigênio.
Eu fiquei triste e quis desistir da pesca, porque não era justo, me alimentar daqueles peixinhos que estavam lutando para sobreviver.
Eu terminei o sonho, com um ar pesado...
Creio que refletiu a minha tristeza por ver o Rio Corda aqui da cidade, secando cada dia mais.
Acabaram com o leito do rio, construindo uma orla que tomou boa parte dele. Muito cimento, esquenta muito e vai sugando toda a água.
Os esgotos estão tomando conta do rio, a água sempre cheira a gordura, lixo descendo em todo momento, o rio está morrendo e os peixes vão desaparecer em pouco tempo.
Os lugares mais fundos do rio, estão visíveis e dá para atravessar caminhando em quase todos os pontos do rio.
É muito triste, ver que hoje ainda resta vida nele, mas será que daqui há algum tempo, os elementos desse sonho que tive, não será uma realidade??
Meu coração sangra, todas as vezes que vou ao rio com meu esposo, e vejo cenas de poluição, que destrói o meu coração.
Esse sonho, foi somente o reflexo da minha percepção.
#salveoriocordaemearim
Por: Alinny de Mello
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