Meu Amor Viajou
⇢ ۫۫̌͜✺᪲ ཱུ۪۫۫✹⸙»🌼{o que é amor?}𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐗𝐈𝐈
Amor
Algo de grande valor
Alguns amam sem temor
Ama-se no pior e no melhor momento
No começo tudo é belo como um dia ensolarado após a tempestade
Mas na metade do caminho tudo se altera
Tolera-se erros e defeitos de ambos lados
Mas fatos banais fazem com que tudo vá por água abaixo
Que tudo acabe de uma hora para outra
Amor
Algo que marca
Deixa feridas e deixa cicatrizes
É algo que transforma
E nos torna estranhos quando acaba.
🖤 ཱུ۪۫۫✹◍๋᳝࣭᭭ꦿ{amor impossível} 𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐗𝐈𝐈𝐈
Ele diz tudo quando não diz nada
Nem uma fala
Mas os olhos dele dizem muito
Ele me enche de orgulho nas pequenas coisas que faz
Ele traz de volta o turbilhão de emoções que habitava em mim
É como um sonho sem fim
Ele faz o meu coração pular de um lado para o outro
Como se estivesse em um trampolim
Ele é como uma bela música
Com uma melodia única
Daquelas que não esquece nunca e marca eternamente na alma e na mente.
O amor, dura quando a confiança se apresenta como o prato de cada dia e a amizade, a sobremesa em cada refeição.
Ao contrário da borboleta a metamorfose do amor é no fim. É no final que ele se torna uma sombra imprecisa, um espectro triste e pálido do que foi. É nesse tempo indefinido e tardio que ele tenta se manter vivo alimentando-se com as migalhas que sobraram. Como uma lagarta arrasta-se carregando o peso e a culpa do fim. Agarra-se com tanta força às lembranças que chega a pensar que são reais. Mas como amor é par, sozinho definha aos poucos, rende-se ao tanto faz da indiferença e resignado à triste sorte entrega-se à clausura do casulo .
Procuramos tanto o amor por aí... esperando que o amor nos complete ... amor que é amor de verdade não completa , já nascemos completos ... amor de verdade transborda , nos transcende ...
Quando a traição é uma realidade no vosso relacionamento, o amor morre e as desculpas não ressuscitam o amor!!!
Não se iluda: jamais será digno da tua confiança e, tampouco, do teu amor a pessoa que apesar de conhecer a tua força vive enfatizando tuas fraquezas.
A humanidade evolui coletivamente no amor e individualmente no egoísmo
A sociedade não sobrevive ao indivíduo
O que temos para hoje?
amor, doçuras, delicadezas, sorrisos...
Temos também, a beleza da amizade
e muitas surpresas boas!
CRÔNICA, PAIXÃO PELA ESCRITA.
Escrever é um exercício de amor ou quase santidade. E, como os apaixonados nossas criações faz despertar o egocentrismo intrínseco ao ser.
Todos os textos que escrevo, sempre imagino que as pessoas assim como eu, também vão gostar e admirar. E no intuito de mensurar essa ideia, eu quase sempre peço a opinião dos meus próximos que na maioria das vezes, minimiza com a deprimente frase.
- Eh! Mais ou menos. [Com uma discreta torcida no nariz]. Claro, ninguém é obrigado a gosta do que eu gosto ou faço.
Mas não é de se negar que diante de tamanha afirmativa, não role certo desanimo. ai a gente coloca aquele textinho de molho em um “balde de água fria” Mas como toda mãe e todo pai nunca vai aceitar que seu filho seja feio ou imprestável. Logo o abraçamos oferecendo-lhe o calor do sentimento.
- E ai, fazemos novas leituras, colocamos a quarar no anil.
- E outras e outras leituras, para podermos expô-lo Como diria Graciliano Ramos.
- E só após, postamos para o veredito social.
- Transbordando-nos de curiosidade para saber qual vai ser a aceitação daquela obra.
- Nos tornando uma capsula de ansiedade e esperança.
E ante uma diversidade de opiniões, eis que surge uma alma que se reconhece ali naquele texto, e se declara admirador do autor, mesmo sem nunca tê-lo visto. Talvez fosse um gesto saudosista ou um instante de ínfima lucidez.
- Mas no cotidiano do autor é inexoravelmente o êxtase.
- O condimento para seguir sua caminhada com esmero e carinho.
E então se conclui que o ato da escrita é quase um sentimento de santidade. É como fazer Hamlet lá 1956, com câmeras pesadíssimas sem VT, sem cores, sem nada. Só paixão e raça.
E somente por amor verdadeiro nos propomos a escrever em uma nação em que não se prima pela leitura crítica e pensante.
CRÔNICA AMOR ANIMAL
Ontem, às primeiras horas da manhã, o sujeito viajava de moto vindo do trabalho após três longos dias de plantões ininterruptos aonde trabalhava e, ainda na BR 104, na altura do quilometro 87, um cachorro magro e rabugento totalmente distraído ou quem sabe, de proposito atravessava a pista de rolamento e o motoqueiro não muito perito no que fazia e sem muitas alternativas Bummm.
Quase parado por ter tentado uma brusca frenagem, colidiu com o vagabundo que escapou ileso. Apenas alguns berros Ai ai ai ai...
Entretanto o nosso protagonista não teve a mesma sorte e foi de encontro ao rígido solo asfáltico.
- Ao chegar em casa todo rasgado.
Roupas e joelhos bem ralados e machucados, logo sua mulher lhe indagou.
- O que foi isso homem?
- Nada, apenas ati em um cachorro e quase morri!
Com a cara de assustada ela torna a perguntar.
- Nossa, não acredito, matasse o bichinho?
E o sujeito meio sem jeito resmungou.
- pasmem, que amor animal o seu?!
E, ela, agora com cara meio de tacho abre um pálido sorrido de desculpas.
- Por fim, dias após, os protagonistas se encontram por coincidência no mesmo lugar.
O motoqueiro até hoje vive a usar unguento em seu joelho ralado e seu malfadado coração.
-O cão vagabundo?
Feliz à beira da pista a latir sem casa e sem marca.
