Meu Amigo Ama minha Mulher
Tenho ideias claras em minha cabeça! Muito se deve a sorte que tenho em ter amigos aos quais, depois de muito diálogo confirmam que essas ideias, são necessárias e verdadeiras. Ideias em prol de uma comunidade que possa formar um pensamento mais crítico-reflexivo diante de uma sociedade contemporânea cada vez mais ansiada e dividida em relação a suas perspectivas coditianas.
Vou comemorando a solidão na essência da minha companhia,vou lembrando os amores,brindando os dissabores,enaltecendo o tempo por ter passado tão depressa.
Meus rabiscos mais sinceros vão caindo do fundo de um copo de uísque,manchando folhas,derramando lágrimas,vão gritando no silêncio profundo.
Até sinto borboletas na "barriga",mas sei que tudo o que sinto agora nada pode ser real.
Com o sopro do vento e ouvindo o barulho das ondas, percebi mudanças e depois desse momento, minha vida não foi mais a mesma.
Quando você estava indo eu percebi o mundo transmutando, não saiu da minha mente aquela lagrima tímida que você tentou não deixar cair.
Minha mãe sempre disse que o amor é cego e eu acredito que seja mesmo porque essa é a única explicação para o fato dele nunca ter me encontrado. Deve ter passado por mim e não viu.
É muito provável que antes de confessar meus pecados eu devesse pensar em confessar a minha auto-justiça. Ela esconde e me cega para ver a realidade do mal que habita em mim.
Não sei se é impressão minha, mas a sensação que tenho é que quando morre um pobre parece que existe um alívio coletivo, tipo coitadinho agora descansou! Agora quando morrer um rico e famoso, é uma catástrofe coletiva de lamentações...
Ouvi dizer na minha mente que o futuro é uma correnteza, que sempre me leva para caminhos singularmente belo, e cheios de espinhos
Não posso me importar com o que o mundo diz e perder a minha chance de ser feliz, não vou me preocupar podem falar o que for, também sou fruto do primeiro amor...
Deus!
Obrigado por mais um dia de vida, pela minha família ,pelos meus amigos, pelos mais necessitados e pelas bençãos recebidas!
Perdi a capacidade de assombro
mas continuo perplexa:
esta cidade é minha, este espaço
que nunca se retrai,
mas onde o ardor da antiga
chama, que me movia no mínimo
gesto?
Esperei tanto, no entanto, esvaem-se
na relva, ao sol, no vento,
os sonhos desorbitados,
parte da minha natureza
sempre em luta com o fado.
Perdi também no contato
com o mundo, pérola radiosa, vão pecúlio,
uma certa inocência;
ficou a nostalgia de uma antiga
união com o que existe,
triste alfaia.
Não conheci o desterro,
mas sei a quanto obriga.
Vivo na minha terra,
embora desencontrada. Quem sabe
de mim, quem me ouve
o que não digo, quem segura
a rédea de meu sonho, permitindo
o risco da vertigem, o perigo
de conhecer o abismo?
Minha felicidade vem de quando estou só
e ninguém me interrompe no poema,
essa espécie de transfusão
do sangue para a palavra,
sem qualquer estratagema.
A palavra é meu rito, minha forma
de celebrar, investir, reivindicar:
a palavra é a minha verdade,
minha pena exposta sem humilhação
à leitura do outro,
hypocrite lecteur, mon semblable.
Em Amsterdam na Diezestraat 6
alguém me espera alguém me quer
alguém dá vida e brilho à minha vida
tão dividida que mal se define entre
aquilo e o que.
Alguém me espera entre tulipas
alguém me espera entre folhas tombadas
sob o sol sob a chuva sob o frio
alguém me espera espera espera.
Alguém constrói a sua casa
como artesã-abelha delicada;
sobre o sofá um quadro, uma explosão,
que cada dia mais entendo, cada ano mais,
e outros móveis, cortina,
cozinha, um banheiro
todo branco.
E para mim um quarto, uma cama,
um edredom azul, uma escova,
papéis e muitos outros objetos,
telas tintas um pedaço de ferro,
outro de ouro, outro de aço.
Alguém de longe me acena
com uma lareira acesa.
Meus passos seguem o seu amor
O seu santo amor
E a minha alma se enche de luz quando reconheço que nada sei sobre o amor.
Estou disposto a aprender,
Por isto te busco
Quero ser luz.
Minha mente anda tão perplexa e confusa, a sensação é como se eu estivesse preso em um labirinto, gritando por ajuda mesmo sabendo que ninguém irá poder me socorrer.
Os romances e histórias cheios de finais felizes iludiram minha alma de poéta. Foi abrindo a janela do tempo que percebi, tem gente que não dá pra brincar de pique esconde, ela mesmo se acha o tempo todo. Sabe o que e seu mundo hoje, amanhã pode não significar nada, antes que me digas alguma coisa, eu te amava como se não houvesse amanhã, eu Não impeço o cair das lágrimas no hoje mais esqueça os motivos delas amanhã,Viver e o nosso trabalho de todos os dias o que fica e a experiencia adquirida. Sendo assim digo eu a meu coração; Sonhe, acredite, crie, imagine. Mas viva um dia de cada vez, e acredite o hoje é o tudo que você tem. Boa noite.
Insimplesficar
No cerne de minha intensidade, abracei tua causa com força igual a imensa dor que sentira quando não me fiz capaz de te sustentar. Cego, surdo, torto, elevei no mais alto pilar tua mazela e de tanto pesada, agarrei-me com unhas e dentes ao volúvel e catatônico pedestal. De tudo, me restava apenas ter notado que o ser que repousava ao meu lado reivindicava de meus ruidosos afagos mais que tua causa os necessitava...
Como onda manante, tua prazia, circundante e magnética me arrebatara de imediato. Se nas horas de luto foste forte para afagar-me em teu colo, que de tanto sustentar-se em si mesmo, se fez inquebrável, nas de júbilo antagonizava-se às costas do mundo, ao desdém daqueles dogmas displicentes.
Fio a fio, enovelava-se em nosso tear a mais sublime trama. Imóveis, adjacentes, pairamos em nosso próprio enredo, suspensos um no outro. Linha por linha, anexávamos a nossa infinda teia mais e mais carretéis. Cada segredo de seda, cada sonho de algodão, cada desejo de cetim, abrilhantava nosso tecido. Mas de ser resiliente, também se bastava da sensibilidade. Assim sendo, de contraponto a gumes e unhas agudas, adotamos luvas do mais puro algodão.
Mas se por tão profundo e pulsátil coração, te arrebatei, por tão exasperas e pontiagudas mãos te esfarrapei a trama. Inerte, despencávamos agora ao chão em lascas e debulhas, aturdidos pelo impacto. Desnorteado, em frangalhos, de olhos furados, passei a exaurir oxigênio a tua procura, sem saber que te encontrava em tão pior estado. Desfigurada era agora tua causa e intangível era agora tua alma, e de ser impossível explicitar tamanha tua dor, caminhaste a passos de formiga na direção contrária. Lamentos ao vento, era a gota D’agua. Por segurança, em saudosas lágrimas e afastando-se, deixou o tolo debulhado a esganiçar sozinho.
E hoje, na residência de uma mente inconstante, no brilho eterno de um passado ausente repousa a soturna lembrança. A reminiscência da nossa trama, nossa eterna e quente trama, que de ser razão de meu calor em épocas primaveris, tornou-se lamúria de minha incapacidade em invernos agora sempre presentes.
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