Metade Loucura Bobeira
METADE
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...
Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.
Nota: Música "Metade". A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Ferreira Gullar.
...MaisE que a minha loucura seja perdoada. Porque metade de mim é amor e a outra metade também.
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Entrar no canal do WhatsappMeus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto...
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
...MaisHoje..
Loucura é desistir dos seus ideais e abandonar seus sonhos, fazendo tudo pela metade seja forte,lute e vá até o fim sem se importar com resultados, tentar é o grande lance, não existe tempo ruim, ser feliz é ser agora, não deixe pra outra hora, Seu tempo é hoje.
Para os homens que acreditam
Você é meio louco né?
Que ótimo! Acreditar requer metade de loucura para buscar e metade de loucura para viver.
Eu sei, é difícil, você se entrega quando acredita que encontrou a pessoa certa, sonha, faz planos, imagina uma vida com ela, e quando resolve expor o que sente muitas vezes ela se assusta e se afasta. Normal, não tente entender uma mulher, apesar da maioria reclamar que todos os homens são iguais, quando aparece um diferente elas são bastante analíticas, ficam com medo de viver ou reviver uma ilusão.
Entenda você, não busque a mulher dos seus sonhos, ela só existe lá. Matenha o foco, seja inteiramente, intensamente você. Seja paciente, seja bondoso, seja verdadeiro, seja carinhoso, não olhe para o próprio umbigo, veja nela além do que os outros já viram, olhe-a nos olhos, toque-a no rosto, beije-a na alma, se ela for a pessoa certa haverá reciprocidade, se não for, entenda, não culpe-a, mas se afaste, você não merece ter um coração banhado em lágrimas de expectativas frustradas.
Se a tentativa não deu certo, volte à acreditar novamente.
Contigo somos dois, sem mim nem metade. Se crerdes do mundo essa insana loucura de viver sem mim, deveras tu mesmo repensar. Pois longe de mim bem sei eu que seu dia jamais amanheceu e nunca saiu da função stop.
“Não sou de fazer coisas possíveis
Não sou de me embriagar
Porque metade de mim é loucura
E a outra metade é vodka.”
Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
...MaisMeus Amigos..
Meus amigos são todos Assim
Metade Sanidade, metade Loucura..
A gente brinca junto
Ri junto
Canta junto
Fala besteira mesmo
A gente diz que ama, e quando a gente diz que ama, a gente ama mesmo
Meus amigos são todos Assim
Metade Sanidade, metade Loucura..
Nossos estômagos congelam quando brigamos
Nossos corações ficam microscópicos quando distantes
E se dilatam quando perto
Meus amigos são todos Assim
Metade Sanidade, metade Loucura..
Todo mundo é de todo mundo mesmo.
Quando um faz algo errado a gente logo corrige, briga e até xinga
Quando outra pessoa tenta fazer isso, a gente defende com garras e dentes
ameaça e manda ir cuidar da própria vida, manda pra #@$*@¨#@#
Meus amigos são todos Assim
Metade Sanidade, metade Loucura..
A gente não tem medo de viver intensamente,
de se jogar no colo do outro, de pagar mico juntos, de parecer ridículo
com tanta declaração de amor
Meus amigos são todos Assim
Metade Sanidade, metade Loucura..
A gente compartilha tudo que pode,
e o que não pode, dizemos com o olhar e ganhamos en troca um abraço de
"TUDO VAI FICAR BEM"
e então, tudo fica bem...
Meus amigos são todos Assim
Metade Sanidade, metade Loucura..
E assim vamos vivendo. Unidos, um apoiando o outro.
Um verdadeiro elo de amor e carinho que sabemos que podemos confiar a vida toda.
Meus amigos são todos assim
Uma metade é razão,
e a outra...
A outra é paixão, é fogo, é diversão, é loucura mesmo, é pimenta com chocolate pq ninguém é de
ferro e a vida tá aí pra ser vivida..
OUTRA METADE
Que sinergia
Que loucura
Que paixão
Quanta atração...
Uma vontade louca
De te ver outra vez,
Você me traz sorte
Você me traz sucesso
És a luz que brilha em meus dias,
Um equilíbrio
E uma paz
Me sinto perdido sem você
E essa saudade
Me consome,
Te vejo em meus sonhos,
Desejo seus abraços
Fico vendo seus traços
Sua pele
Seu perfume,
Parece até que sinto
Estamos unidos
Pela mesma intuição
Uma conexão permanente
Que palavras
Se fazem quase em pensamento
Nós nos encontramos
E você sabe disso
A união pela fé
Sinto que estamos aprendendo
Somos aprendizes
Dessa grande magia
Fomos separados pelo destino,
Mas sei que essa distância
Faz parte dessa história
Que ainda tem muito por narrar e escrever,
Temos muito tempo ainda,
Para viver tudo isso
Eu sei e sinto,
Essa separação
Não será para sempre
Pois não é de hoje
Que eu te espero
Estamos aprendendo a iluminar nossas almas,
E aí então,
Nos reconectaremos
No momento certo,
O próprio universo
Fará de você meu verso
Minha linda poesia,
Minha força e energia
Voltaremos a ser plenos,
Um amor de almas gêmeas,
Eu te amo desde sempre...
PANDEMIA
Povo inteiro
Que nada
Parece metade
Asa quebrada
Sutil inimigo
Só cuida do umbigo
Loucura lá fora
Frieza por dentro
Infecção já faz horas
Com outras roupagens
Falta muita coragem
Admissão tardia
Injusta demora
Apatia do homem
Pandemia de agora?
Metades
Tudo já foi metade
Meia luz, Meia taça
Meia volta, Meia Vontade
E volta e meia me perdia
As minhas loucuras
Nas suas curvas
Nas metades que me sobravam
Eu sempre voltava pela metade
"... Fiz uma pausa, observando-o, Jeremias era mesmo louco? Na metade do tempo ele fazia todo o sentido; na outra metade, sua mente vagava em algum lugar etéreo onde só existiam ele e seu Deus."
(Trecho extraído do livro "O Portador do Fogo" - Volume 10 da Série Crônicas Saxônicas de Bernard Cornwell ? Cap. Dez Pág. 241)
