Mentiras
Nenhum tribunal é verdadeiramente livre se sua independência termina diante do poder de quem o nomeia, financia ou ameaça.
A verdadeira função do Direito não é ensinar o cidadão a obedecer ao poder, mas ensinar o poder a obedecer ao Direito.
O Estado pode controlar fronteiras, territórios e instituições; seu verdadeiro fracasso começa quando tenta controlar a consciência.
“O verdadeiro limite do poder jurídico é o reconhecimento de que nenhuma autoridade possui o monopólio da verdade.”
“A verdadeira medida de um sistema jurídico está na distância entre aquilo que a lei promete e aquilo que a vida dos vulneráveis realmente recebe.”
“O verdadeiro avanço jurídico talvez seja este: deixar de perguntar apenas quem tem direitos e começar a perguntar diante de quem nós temos deveres.”
“Um Direito verdadeiramente civilizado não pergunta se o animal pode reivindicar justiça; pergunta por que o ser humano ainda precisa ser convencido de que deve oferecê-la.”
“A verdadeira justiça não pergunta apenas o que alguém fez, mas quanto de humanidade ainda devemos preservar em quem fez.”
“Nenhum Direito é verdadeiramente livre quando a liberdade precisa pedir licença à maioria para existir.”
“O verdadeiro limite do Direito não está no que o homem pode fazer, mas no que o poder pode impedir que ele seja.”
“Toda Constituição promete liberdade; sua verdadeira grandeza está em proteger aquilo que nenhum governo gostaria de proteger.”
“Toda justiça verdadeira começa pela suspeita de que aquilo que chamamos de normal talvez seja apenas um privilégio antigo.”
“O verdadeiro teste da igualdade não está naquilo que a lei concede aos poderosos, mas naquilo que ela consegue negar ao arbítrio.”
“A verdadeira liberdade religiosa não consiste em permitir que o Estado escolha Deus, mas em impedir que ele escolha a consciência.”
“Nenhuma Constituição é verdadeiramente humana se protege instituições com mais rigor do que protege existências.”
“O verdadeiro teste de um sistema jurídico não é aquilo que ele permite aos fortes, mas aquilo que impede que os fortes façam com a existência dos frágeis.”
A justiça humana busca a verdade até a forca; a morte, porém, enterra o processo antes do veredito final.
