Mentiras
“A verdadeira prova de uma democracia não está em como ela trata os vencedores, mas em quanto espaço conserva para os derrotados.”
“O verdadeiro jurista não é aquele que conhece todas as leis, mas aquele que sabe reconhecer quando a aplicação de uma lei produz uma injustiça.”
Nenhuma ordem jurídica é verdadeiramente civilizada enquanto a dignidade depender da força de quem a reivindica.
O verdadeiro teste de uma Constituição não está no tratamento que reserva aos fortes, mas no limite que impõe contra eles.
Uma sociedade verdadeiramente livre não é aquela sem violência, mas aquela em que ninguém precisa tornar-se violento para ser ouvido.
Uma cidade verdadeiramente segura é aquela em que o cidadão pode circular sem medo e a polícia pode agir sem arbitrariedade.
A verdadeira força de uma Constituição mede-se menos pelo que ela promete do que pelo que consegue impedir.
O verdadeiro custo da corrupção aparece muito depois do dinheiro desaparecer: está na escola que não funciona, na obra que não termina e na confiança que não retorna.
“O verdadeiro patrimônio da humanidade não está no que acumulamos, mas no que impedimos que desapareça.”
A crise climática revelou uma verdade antiga: a natureza não é propriedade da humanidade, é a condição material de sua existência.
O futuro será verdadeiramente inteligente quando soubermos não apenas o que as máquinas podem fazer, mas o que elas não devem fazer.
O verdadeiro teste da inteligência artificial não será saber se ela pode pensar, mas se saberemos continuar pensando diante dela.
Quando todos podem nos encontrar, encontrar alguém verdadeiramente pode se tornar a experiência mais rara da sociedade digital.
O Direito do futuro terá de defender uma verdade antiga: nenhuma tecnologia será suficientemente humana se não souber respeitar a solidão humana.
O primeiro exílio de uma democracia acontece dentro da linguagem: quando a verdade passa a ser chamada de ameaça.
