51 textos e mensagens para profissionais da enfermagem com homenagens inspiradoras
Ela é tão flor que se cheira, que eu agora quero virar jardineiro do jardim da alma dela.... Amar, cuidar, respeitar e florescer muito amor por ela...
Toda flor merece amor , merece cuidado!
Qual a flor do jardim da tua alma????
Bonita flor dos cantadores
Pra longe foi
Deixando seus amores
A esperar no porto
A vinda dos mercadores...
Trecho de Embarcação Pirata.
Liko Lisboa.
'FRAGRÂNCIA DE AVELÃ'
Você é o raio de sol
Em minha vida a brilhar
És a flor mais preciosa
Que me fez sorrir e amar
Minha vida já não é escuridão
Ao descobrir em ti o amor
Que em minha vida chegou
Mandando embora a solidão
O tempo não espera pela vida
Porque então esperar o amanhã ?
Tenho sede em tê-lo ao meu lado
Na doce suave fragrância de avelã !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a
lei - 9.610/98
"Anjos anjos anjos...nascidos para proteger sem escolha.
Porque agarras uma flor repleta de espinhos?
Apenas por sua beleza?
Apenas por sua fragilidade?
Ou simplesmente pela dor que lhe causa.
Não se pode saber o que se passa na cabeça desse meu anjo, que me preocupa mais vejo em seus olhos que ele não tem culpa.
Doce anjo agora te entendo mais o mundo é cruel e a ti eu peço desculpas."
O amor é uma flor que se cultiva com cuidado
É um perfume que se espalha pelo ar
É um fruto que se saboreia com prazer
É um tesouro que se guarda com zelo
A traição é um espinho que se crava na carne
É um veneno que se infiltra no sangue
É um verme que se alimenta da alma
É um ladrão que se rouba a confiança
O amor e a traição são opostos que se atraem
São forças que se combatem sem cessar
São fogo e água que se misturam sem se fundir
São vida e morte que se encaram sem se render
Poesia em flor..
Na Poesia ela se fez flor.
Hoje, tornou se um jardim,
é Visitada diariamente
por sonhadores
E borboletas.
Ricardo Mellen..
Pólen.
Que a Poesia da menina Flor,
seja tão doce quanto aquele
que diariamente a beija.
Do seu amado, beija Flor.
Sorriso da Flor.
Para alegrar a entristecida flor,
pintei as minhas asas,em seu
entorno voei feito beija flor.
O sorriso, da então entristecida Flor,
a todos contagiou.
No outono te quero amor
No verão quero queimadinha
Na primavera te quero uma flor
No outono te quero só minha
Outono sem fruto e vento
Árvore sem folha e flor
Pessoas perdidas ao relento
Buscando um novo amor
Flor amarela
Ela nasceu pequena, frágil,
um ponto amarelinho em meio ao verde,
sem saber que, um dia, teria força
para afastar quem não sabia receber amor.
Tão simples, tão delicada,
mas cheia de força para enfrentar o sol impiedoso,
a chuva que chega sem aviso,
e até mesmo mãos que não sabem segurar sem ferir.
Por dois dias, ela ocupou a mesa,
envolvida em gestos de afeto,
mas seus tons amarelos foram recebidos como afronta.
Havia quem não soubesse enxergar beleza,
quem temesse o toque leve da ternura,
quem não suportasse a simplicidade do cuidado.
A flor amarela, sem dizer nada, revelou tudo.
Fez fugir aquele que não sabia ficar.
E talvez esse seja o seu maior poder:
não apenas embelezar um jardim,
mas também separar o que floresce
do que nunca poderá brotar.
Flor de lótus
Envolto por uma redoma percebo estar.
Refratam-se os raios de luz que,
ao tocar a borda,
se voltam para os materialistas que aqui vivem,
e cuja visão meu espírito deixou-se apegar,
pois, contrário ao que era aparente,
não havia livre arbítrio, e eles sabiam,
pois assim o desejavam.
Tudo isso, que jaz dentro da redoma,
me acorrenta, iludindo-me,
mas algo me transcende, mesquinho tempo,
para fora dessas paredes cristalinas,
cingindo-me de sensações estranhas,
das quais não me é possível nomear
nem apreender pelos sentidos.
Tudo isso, que jaz dentro da redoma,
turva minha visão, desnorteia-me,
como uma flor de lótus,
mas em guarda me ponho,
ávido por mais uma vez
pôr os pés naquele mundo das ideias,
pois apenas lá meu espírito edifica-se
e permite-se enxergar
aquilo que de belo nunca pôde ver.
Da caverna quero sair,
em busca da verdade.
se permita ser uma flor
No jardim de alguém
Mais não o dê o poder
Desse alguém
Arrancar suas raízes
Manhã do Menestrel
No bairro onde a luz se derrama,
Fonte Grande desperta em flor,
O domingo acende a chama
Do silêncio vestido de amor.
Pelos muros, a brisa passeia,
Beija as folhas com doce fervor,
O menino do Mucuri anseia
Por versos que nascem da cor.
Os sinos do tempo repousam
Nos telhados dourados de paz,
E as aves nos céus entoam
Sonhos que o sol desfaz.
Oh manhã de candura infinita,
Teu perfume de vida seduz,
Tua alma tão pura palpita
Na rima sagrada da luz.
É o menestrel que contempla,
Com olhar que resgata o azul,
A manhã que em si já exempla
A poesia do céu sobre o sul.
Sinceridade né Flor
Domingo de sol,
Olho para o céu
Ar puro, inspiro todo o meu mal,
E, expiro para soltá-los.
Como se conseguisse limpar dentro do meu interior.
E uma verdade chega,
Eu não sou perfeita!
18/08/2024
Ela nasceu flor
Dona do olhar sincero,
Do sorriso iluminado,
Do coração tão valente,
Do abraço apertado.
Da esperança persistente,
Da alma sempre florida,
De frente pra luz do dia,
E de bem com a vida.
Do puro e doce amor,
Mas queima como o sol.
É o próprio poema:
Ela nasceu flor — girassol.
Carrega no peito a paz,
Perfuma até o chão.
É força que se refaz,
É pura inspiração.
Poema ©️ #Andrea_Domingues
Todos os direitos autorais reservados 16/04/2025 às 10:00h
A florada de outono.
Ah! Aquela flor, dentre todas foi a mais especial, com um aroma sem igual.
Quando não vejo ela dentre todas as outras, sinto um diferencial, diferencial que eu chamaria de algo sem igual, como uma coisa que me deixa passando mal, que, ao mesmo tempo faz-me sentir um líquido lacrimal.
Lembro-me de seu rosto perto do meu, de seus braços me aquecendo como uma mãe acaricia sua vida. Quando ela se foi, senti-me num breu e ao momento que fui percebendo dei-me conta que nada passou de uma lembrança atrevida.
Se fosse para eu descrever ela, diria que seria uma margarida, como daquelas que não vemos em qualquer lugar, afinal, ela carrega aquele aroma sem igual, lembrando-me sempre que quando não a vejo, dói me a ferida.
Neste momento, estou a lembrar-me deste grande amor, que por não tê-la dito o que eu sentia, deixei a ir. Quando me lembro do que deixei acontecer, só consigo sentir dor, porque afinal de contas, não é todo dia que perdemos uma flor que estava por florescer, essa flor só pode receber um nome, Amor.
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