Mensagens depois de um Encontro Casual
"Até hoje não conheço uma pessoa que ficou mais próspera e feliz depois de ter abandonado a igreja e o Senhor Jesus Cristo".
Anderson Silva
"Conviva com as pessoas para depois tirar suas conclusões, pois é insensatez julgar pelas aparências ou pelo o que os outros dizem".
"Se o homem em vida pudesse dar uma espiadinha no céu e no inferno, certamente depois correria apressadamente para Cristo".
"A maior emoção que já senti nesta vida foi quando preguei e depois vi pessoas se rendendo a Cristo em prantos".
Anderson Silva
"O cristão que ora pedindo algo a Deus e desiste logo depois que as coisas não aconteceram do jeito que imaginou, é imaturo ou verdadeiramente não conhece o poder e nem os desígnios do TODO PODEROSO ".
Anderson Silva
Depois da chuva
O carisma da tarde
Uma ponta de saudade
A luz do Sol me alisa
Uma brisa suave
Parece até que chove leve, ainda
Um prisma no Céu
Um sinal que à luz decanta
A clara luz que ontem brilhou
E mesmo assim
Ainda me leva
Pra algum lugar longe ou perto
Só não deixa ficar onde estou
Me vem lembrança
de uma rua escura e estreita
De algum sonho que há tempos sonhei
A noite cai
Tudo se ajeita
Pode ser que este mundo
Não seja perfeito
Mas ele sempre melhora
Na hora que eu tenho você aqui perto
Peço ao vento pra levar
Um olhar, um pensamento, a saudade
Quem sabe na volta
Ele traga o alento da lembrança
De algum sonho em que você estivesse
Te juro
Se soubesse onde está
Eu mesmo ia lá
Te buscar.
Edson Ricardo Paiva.
Quando eu cheguei aqui
E contra a minha vontade
Nasci pra esta vida
E depois eles foram embora
Não sem antes me orientar
De que eu devia duvidar
de toda dúvida que tivesse
E eu vivi a vida acreditando
Meu coração se alegrou
Minha mente cresceu
E eu ouço
desde aquele tempo e ainda hoje
A uma voz que me diz
Cuidado com o que vão fazer com sua alma
E por mais que o corpo doa
Pois o tempo passou e ele envelheceu
O coração conserva a calma
Mas eu não posso de maneira alguma
Perdoar
O que este mundo fez com minha alma.
Edson Ricardo Paiva
Depois que tudo se vai
A noite continua sendo escura
O dia claro
A rua também continua
Sendo recoberta pela pedra fria
Parece até que nada muda
E de vez em quando a chuva cai
Mas se a gente olha direito
Percebe
Que não chove mais do mesmo jeito
E mesmo as estrelas
Parecem não mais brilhar
Com a mesma intensidade
Pois
Pra falar a verdade
Depois
Um mais um
Não se pode dizer que são dois
Não mais agora
Depois que tudo se foi.
Edson Ricardo Paiva
Passarinho
Veio passarinhar aqui pertinho
Passeou, passeou
E depois ...
Foi passarinhar
N'outro ninho.
Edson Ricardo Paiva.
Nós temos a nós
Corações batem velozes
Sem chorar distantes
Agora temos o antes
E quase o depois
Temos a nós
Quando precisar
A gente faz a lista sem demora
A tudo sabemos sobre distancia
E somos donos do agora
Pois agora somos dois
E sendo dois
A tudo se conquista
Até mesmo as três estrelas
Que você queria
Pode tê-las
Basta abrir a janela
Elas vão estar lá todo dia
A leveza do viver é tão vasta!
Que qualquer pedacinho de chão
Nos basta e é suficiente
Veremos o Sol
Ao se pôr e ao nascer
Tudo ficou mais fácil
O vestido florido
A camisa de linho
O abraço pronto
Esperando no varal
Um jardim, um quintal
Tudo isso num vaso
Nenhum prazo a cumprir
Nada pode desfazer
Se a gente não quiser
O nó da garganta
Agora é laço
Perfeito, sob medida
Um homem
Uma mulher
Uma vida.
Edson Ricardo Paiva
Conforme o passar dos dias
Depois de algum tempo
Você passa a compreender
Que os dias passam
E as pequenas coisas mudam
E se a gente pudesse mudar
As grandes coisas de lugar
A gente as mudaria
Talvez seja este o motivo
Porque Deus as fez tão grandes
Veja que na verdade
Toda a grandeza do Universo
Mil vezes multiplicada
Pela duração da eternidade
Quando pra bem se quer
Pode caber no espaço
De um pequeno pensamento
E se o pensamento acontecer
Numa noite de frio
Há de restar pra sempre
Um lugar vazio.
Edson Ricardo Paiva
Depois de tudo
Após, talvez, à própria vida
Há que vir a vez de se mostrar
O que esconde
Esse imenso mar de ilusão
Que chega mesmo a ser sombrio
Pois quando amanhece o dia
Resta ainda sobre ele
Um denso nevoeiro, que se formou
Durante a longa madrugada fria
Pode ser que um dia saiba
O que é que havia
Atrás daquele muro alto
Que eu via na infância
E que ficava
Debaixo da lava do vulcão
da ilha de Java
Só que esse
Escondido
do outro lado da lua
Num lugar onde morrem os medos
e que ao mesmo tempo
É a nascente
de todos os sonhos
Que de tão sonhados foram
Desgastaram
Um lugar onde o grito jamais alcança
Por mais que apertasse os olhos
E lançasse no breu do meu quarto
Um gemido baixo e lancinante
Tristemente guardado
E que só quem o ouvia era eu.
Edson Ricardo Paiva.
Antes você me via todos os dias,Depois me via por horas,por minutos e agora naturalmente me verá por segundos até que não me verá mais, agora reflita; se foi bom todos os dias que me via,se me aproveitou por horas,se aproveitou os minutos pra me ter entre outras coisas,e se agora nesses poucos segundos se sente falta de todos os dias, de todos os minutos e naturalmente desse segundos que você tirou pra pensa em mim...
Primeiro eu acordo
Pra depois tentar dormir
Vivo esta confusão
Pra cumprir o itinerário
E nesse espaço de vida
Que eu vivo ao contrário
Eu não sei mesmo o que vi
E o que foi ilusão
É a cada dia mais confuso
Este parafuso horário
É quase que impossível
organizar dentro da mente
Aquilo que foi extraordinário
daquilo que eu faço comumente
Há calamidades nos dois Mundos
Meu estado Alfa
é de alerta profundo
Quando a mente finalmente entra em Beta
Estou eu quase dormindo
Sob meus pés
O pó da Estrada
Onde eu leio meu nome escrito
Amanhã ou depois
Não resta nada
Fica o dito
pelo não dito
E isso vale pra nós dois
Há de se apagar a tinta
e o tempo corrói o pincel
Se tudo isso existe de fato
Não passa de Fato Cruel
Que não vale o pó dos sapatos
Tudo passa
Como passam
as nuvens do Céu
Depois de uma noite acordada
A madrugada acorda o Sol
Está na hora de vir iluminar
A noite precisa descansar
Atravessei esta noite pensando
Em nunca mais assumir
Mais nenhum compromisso
O rumo das coisas agora
Muitas vezes fazem vê-las
sem o mesmo viço de outrora
e então, fatalmente eu enxergo
o Quanto, de repente, estive cego
Pois nunca precisei de nada disso
Um dia a gente precisa
Caminhar descalço
Pra finalmente perceber
Que o piso é falso
Depois de uma noite acordado
Eu faço um acordo comigo
Me viro de lado e adormeço
Me esqueço de quem me esqueceu
Deixa o Sol brilhar, nem ligo
Amanhã é um outro dia
Azar o seu.
Abaixo do Sol
depois de outra noite
sem sonhos
Tanta gente acorda
E se propõe a sonhar
Portanto se lavantam
E se põe a correr devagar
Por uma estrada acidentada
Que a bem da verdade
Ninguém sabe onde ela conduz
Talvez não leve a nada
Inconscientemente acordados
Fazem um acordo consigo
Abaixo do Sol
Muitos sonhos amansam
Tristonhos
Se lançam à vida
Numa dúvida doída
A única certeza
é que as folhas caem
após o outono
Mas os sonhos não descansam
Talvez seja por isso
Que em certas noites
Eles não vem durante o sono.
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