Mensagens depois de um Encontro Casual
Com único chamado
Meu outrora amado
Fez-me descer rapidamente
De sorrisos escondidos
Um frio cortando a pele
Após abraços e abraços
Tomei sua orelha e um beijo ardente
Talvez em mim bata saudade
Disfarçar sei com ousadia
Nem Vinícius descreveria
Com seus versos de Moraes
Um tomar nos braços quentes
Com vontade tão voraz.
Amei-te surpreendido
Hoje mais ousados, há eras, unidos
Mas agora, logo agora, separados.
Nunca há de ouvir minhas preces
Inverno surge, tu esvaeces.
Um aroma entorpecente
Corpo a corpo, frente a frente
Ao meu pesar seu olhar mais franco
Minha pele negra sobre seu corpo branco.
As vezes a felicidade tem consegue ter um gosto tão doce e ao mesmo tempo tão amargo ! "Porque isso?" Ah aí é que está ,quando somos uma pessoa sem um alguém agente não precisa de nada além de saber andar com as própria pernas mas quando amamos é como se felicidade que estamos ali vivendo com uma pessoa ,isso tudo é como se fosse a droga mais terrível de todas ! Pelo menos pra mim , por que uma vez que provamos a felicidade agente nunca mais consegue reviver aquilo novamente .
Dizem que sou louco.
Eles têm certa razão.
Mas quem nunca foi um louco é porque nunca teve uma paixão!
Louco consiente. Que ama com a mente.
A mente de um inocente,
que não julga,
que não mente.
Uma mente que não é doente.
Uma mente que ama toda gente!
Dizem que sou louco.
Eles têm razão.
Mas quem nunca foi um louco, é porque nunca teve uma paixão.
Louco consiente.
Louco que domina a mente.
Louco que aprende com quem ainda é inocente.
Louco que não mente, que entende que a mente é para servir a gente!
Tem pessoas que estão tão acostumadas com "Colegas",
que não reconhece o valor de um "Amigo" quando encontra Um!
Um doce enlevo me conduz à recordação trazida pelo vago entre a tarde que morre e a noite que se anuncia ...
Pela nostalgia que se espalha no ar e pelo espaço vazio entre os dois momentos.
Quem é capaz de não se importar com que os outros dizem é um ser que está no caminho da sabedoria...
Temos nosso Céu, nosso infinito particular.
Temos nossa razão, nossa emoção.
Temos um ao outro em qualquer momento.
Éramos dois estranhos que, entre tantos outros, se encontraram um dia num corredor qualquer.
E em meio a risadas e brincadeiras de desvaneios, nos encontramos pela primeira vez em nós mesmos.
Não sabemos exatamente quando passamos de conjugar "eu" para "nós".
Foi há séculos? Milênios? Semanas? Dias?!.. Não há tempo em nosso mundo.
Como já dizia um sábio: "somos velhos conhecidos".
E em meio a todo esse turbilhão de emoções, temos nossos encontros e desencontros.
Mas é sempre certo: somos um só. E juntos, somos mais do que poderiamos ser em qualquer tempo.
Tu, poeta
a fala inquieta
um código meio solar:
pelo tom, fragmento de asteróide...
Eliana Mora, agosto/2009
Quero pisar em bolinhas de sabão!
Sentir-me criança vez ou outra
Quero me sentir um belo sapato gasto!
Mesmo que um dia, os meus pedacinhos de couro
Aqueles que compuseram uma vida solitária
Sejam esquecidos no armário da existência!
Talvez...
talvez eu perca
um dia a cabeça e tudo isso
se esqueça por mais uma vez,
por quantas vezes mais,
pra sempre o nunca, talvez o jamais...
nesse momento, tanto faz.
Não importa aonde você esteja se um dia não ira me amar de verdade mais lembre - se que uma parte de você sempre sera guardada para eu jamais esquecer a sua face que foi esculpida por anjos.
Um mar de palavras, um infinito de significados que me fascina,
me envolve, me tira o fôlego, me liberta, onde o nada lava a alma.
Distração é o que preciso...
Deixar-me perder um pouco.
Morrer em partes...
Sonhar, reviver, ressuscitar.
Acordar e não abrir os olhos
Acredite, somos inocentes
Mesmo com o todo e com o tudo
A ingenuidade existe.
A inquietude se acalma
As vontades se afastam
Abraço e me deito
Com os olhos fechados vejo.
Perco-me...
Afinal ainda é cedo e temos tempo
Para cometer todos os erros
Para sofrer todos os arrependimentos
Pra desvendar todos os mistérios
As respostas não estão prontas.
Perguntas não foram feitas
Ideias, não ideais.
Mentiras, fugas
Desculpas...
Culpa.
Entre as verdades equivocadas
Entre as sinceras mentiras.
Sim, ainda somos inocentes.
É preciso distrair...
Deito-me.
Ainda temos tempo.
Ainda, e tempo vemos.
Ainda vemos e temos.
Ainda.
Não quero deixar partir
Seria de desequilibrar a me perder
Seria o perder não tido.
O ir sem ter partido.
Todo de tudo não apenas seria.
Tudo de nada
Acabaria...
Sim, sei...
É preciso distrair.
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