Mensagens de Solidão
O dinheiro é seu Deus?
Não pense aceite!
vá dormir pois é melhor...
cale se pois sempre é bom
a felicidade é estágio que rende lucros,
opinião é terror de qualquer um.
reproduzir é uma ordem?
obedece quem quer...
todos usam mascaras porquê?
permaneça dormindo...
qual seu problema?
a dominação é real.
Todos medos estão embaixo dos lençóis de cama,
diga que me ama e a dor que senti vai passar,
sonhe pois a um morto embaixo da sua cama.
levante se e corra pois sempre é um pesadelo.
Sublime madrugada
sempre viva noite adentro
Mesmo com pesado de brumas
O espírito não descansa
Sobre os atos dos mortais....
Ainda respiro por um pouco...
No entanto o temporal é enfastiante...
No prenúncio do dia chegando
Abafando murmúrios... Do bel prazer...
Inóspita sua face galante a noite adormece...
A ultima vista da lua meu amor
Se vai com manto da morte.
Um dia desses me perguntaram se não tenho medo de ficar só. Respondi, que não tenho medo,
pois sempre fui só, quando sofro é sózinha, fico alegre sózinha, choro na solidão que me cerca,
enfrento os problemas sem ninguém, mas tenho amigos sim, meus anjos peludinhos, que me
enchem de amor e dedicação.
Já convivi com outras pessoas, mas a sensação de solidão era a mesma que sinto agora,
nada mudava o vazio que me angustiava.
E hoje sinto de apesar de não ter presença física de alguém ao meu lado, sinto Deus me consolando
e amparando, e nos momentos mais difíceis, sei que ele está presente.
Obrigada Senhor Jesus, meu único salvador!
Eu achava que sofria por amor, mas depois de viver muitas coisas, entendi que sofria pela falta que o amor me fazia.
olho para lua
e sonho que está é uma outra vida
tudo é tão belo e bom,
atrevo me até o calor do coração,
num mar de solidão,
apenas ecos nas minhas aflições
derrubo meu silencio
me atrevo a ver que dor pode ser melhor
nas maiores sutilezas do espírito que vaga
por muitos lugares do passado,
imagino derramar lagrimas
mas, não as tenho diante de tantas cruéis atitudes,
compreendo ate suas atitudes mas o frio apenas é um pesadelo
do mesmo os dias são revoltos as vezes singulares,
a uma expressão doentia até voraz
nos acrônicos tudo se dissipa em tangentes frias sem vida.
O dia passou sufocante...
Almoçar pode ser um alívio ou pesadelo...
O coração mergulha no cansaço...
De repente a devastação toma conta
Por pouco olho para o relógio
Deduzo mais um pouco... decepção.
Em silêncio abrupto sinto o anoitecer
Mais em claro o refrão do horizonte
Perturba o coração num julgo
Rapto ocorreu num lugar vazio do espírito.
o que sumiu para ter tanto vazio?
intenso frio a dor, estigmas aparecem...
hospedeiros, horror e horror
sendo tudo no mundo apenas um julgamento
passado pelas mentes o pecados sem fim
como a opera que me enjoa nas piores fases do dia.
Tempo voa nos laços do coração...
Sempre vem chovendo
Em patamar terreno assombra minha alma
Nestes estantes que descubro o ar da perfeição...
O contraste orbita a fronteiras da realidade,
Sombras dos tais resquícios que tanto abrange a solidão,
Em tantos momento debulho a expressão de minha alma,
Cujo os lapsos derradeiros se abrem...
Em dobras do seresteiro,
O mesmo ador inóspito... nesse luar ativo
Entre espaço e nudez vertente...
Mar de solidão tão navegante,
Orbitante num som que desaparece
Nas vontades do amor.
Amor da minha vida...
Seja tudo o que eu queria,
Em todas as canções seja minha vida,
Em tantas declarações, seja meu dia minha noite.
Simplesmente seja o amor para toda vida...
O que mais importante que meu amor...
É você na minha vida...
pode imaginar o inferno
ate sorrir depois de ler
enquanto envenena a água que bebeu,
foi um filme interessante
agora pode morrer...
tudo pode ser custo beneficio...
sorria está sendo filmado.
vou caminhando pela multidão
todos são estranhos
sem arte que encanta meu viver.
mesmo em casa todos são estranhos,
tento achar um espaço em tantos sentimentos,
a um vazio sem limites,
tento chorar sem ter um fim,
o mundo nunca terminou...
muitos fantasmas viajam na sombras
dos tais jornais.
sou uma musica que tocou,
quanto tentei respirar
era mais um sonho... fecho meus olhos tento acordar.
Quem sou eu?
Sou tantas em uma só...
Pela manhã até alegre, a tarde sou agonia
A noite sou ansiosa, pelo o que aconteceu durante o dia
A solidão me deprime, sinto-me vazia
Mas é melhor ficar só
Se não me compreendo
Quem mais me entenderia?
Quanto tu decidires vim talvez eu não esteja mais lá, e tu fiques assim como fiquei quando esteve a te espera, acompanhada apenas da solidão, da mesma que me fez desistir de te esperar
Não existe mais inocência,
o ser humano não passa de um pedaço de carne,
o sentimentos foram rotulados,
a carne consumida apenas pelo prazer,
como algo industrializado soa estranhamente,
pelo que somos? seres racionais...
onde ficou o amor e derradeira essência
do ser pensante se vulgariza tanto que o mundo
em um coletivo perde se a identidade,
os indivíduos transforma seus corpos ou mesmo
o integro do ser, por mais lhe pareça bizarro,
o naturalismo fato de consumo corporal,
ser diferente é uma ironia entre os racionais,
claramente viajamos no tempo no qual
absurdamente essa natureza humana orbita,
sobre as margens da coisificação,
claro me acho louco por pensar certas coisas.
mas em geral é sempre o que acabo vendo.
imagino o futuro dessas pessoas,
e penso que o abando infantil será comum
que infância será algo do passado
lembrado por alguns velhos.
Todos se foram em busca de algum sonho para se agarrar.
Uns para o mar, outros para debaixo da terra.
Todos se foram.
Eu fiquei aqui, com meu passado amargo
Onde não existe amor entre os lençóis.
Onde posso sentir o gosto do sangue,
O gosto de sonhos desfeitos.
Realmente, são tempos solitários.
Para chorar basta sentir
Chorar desespero
Angustiante em lagrimas.
Não choro pois não tenho lagrimas...
Este sempre será prazer para outros.
Bastante para alguns ou nada para outros
Verbetes pura sobriedade...
Arrasto meus olhos para o abismo...
O que é felicidade que não a dor atroz
Remato as beiradas de sombria.
Sensações dispersas no mundo.
Somos anjos abandonados pela própria sorte,
se isso exista debaixo da pele carregamos tantas angustias,
a luz apenas julgo do livramento insano da eternidade.
Coração artificial
Não existe amor no seu coração...
somente um frio da sua vida,
como pode ser insensível,
por fim somente há indiferença...
mais nada que isso um vazio,
nada mais do que a solidão,
todos estão mortos não mais ninguém,
o absurdo da insanidade é um fruto
da presunção no profundo do coração
apenas o abandono dessa vida
impotente os laços da morte
é fel do terror além da solidão.
minhas alucinações debatem num mar angustiante,
sobre mar imenso do dia, me debato no leito a espera
do inevitável de repente pré digo no caos da minha mente,
então debulho minhas memorias no ar afio extremo,
mormas, rótulos, palavras obscuras...
sempre a escuridão torna se predileta na solidão
de momento espero compreende la mas, derrubo num abismo
estranhamente tudo estágio de perversões,
então busco um abrigo na musicas
anoitece em um calor infernal
descubro que nada tem um sentido.
Embora outrora fosse; Hoje, já não é mais, tão fácil viver. Sinto que assim como os dias vão se esvaindo, as pessoas também vão na mesma proporção. Acabou-se o respeito, o amor está em extinção, não existe mais tolerância e consideração. O que fica de tudo isso, é um amontoado de gente fria e vazia, sobrevivendo melancolicamente na solidão.
