Mensagens de Reflexao sobre Identidade
Pensei cá comigo: Todo mundo nesse restaurante está aliviado de nós ver pelas costas. Pensei: Tornei-me uma daquelas pessoas de quem eu sentia pena. Pensei: E continuo sentindo. Mais que nunca.
Em certos casos, o problema parece enraizado na natureza do belo em si, uma qualidade, surpreendentemente escorregadia, que muito dificilmente se pode comprar de cara, que foge diante do excesso de esforço, que premia a informalidade e, acima de tudo, que chega por capricho, por acidente.
Oh, Zé! Daquela que bate fundo, desfaz o mundo, alonga segundo e dá até em vagabundo é de que tipi? _Ah, dessa, é sardade profunda matadêra.
E daquela que dá em sonhadô, tira o dispô, vira os zói do dotô e faz da gente bebedô em curriquêro chororô? Dessa daí, eu sei eu, que é das profunda tamém. E matadêra.
Zé, e daquela qui a gente sente só a farta da presença, de mão dada com ausênça, na inocença da crença que intorta doença sem carença de clemença, bate até macia, nem se anuncia e judia mas é até mêi que alegria? Alegria de lembrá de quem num tá.
Sabe, Zé? De que tipi é aquela sardade que a gente qué matá, mas sem muita precisança, prosquê deve do ôtro querê por de merma confiança, que morra tamém a que a gente tem, sabeno que morrê morrida de morte morta mermo, ah, essa num vai morrê é nunca?
Prosquê até pode quetá, mar começa de novo na hora da hora de chegá a hora de se dispegá. Essa tamém é das profunda matadêra?
Né não. É só sardade mermo. Sardade verdadêra.
A culpa confere um poder espantoso. E simplifica tudo, não só para os espectadores e vítimas, mas, sobretudo, para os culpados. Ela impõe uma ordem à escória. A culpa ensina uma lição muito clara da qual outras pessoas talvez possam obter consolo: se ao menos ela não..., e com isso torna a tragédia evitável.
éramos dois pássaros
em lugares separados
um dia te assisti voar
e nada pude fazer para você ficar
-
depois você retornou
mas não estava sozinho quando chegou
você veio acompanhado de um outro amor
e meu coração se despedaçou
O que é o amor?
Uma combinação de algoritmos?
Uma criptografia biológica avançada?
Uma invenção social? Uma narrativa?
Um grande erudito e um idiota, estes são personagens que podem ser facilmente encontrados vivendo sob um mesmo teto.
Fazendo uma simples reflexão,sobre as coisas mais belas da vida...Como radiantes e singelos jardins,onde devería-mos cultivar apenas:Amor,Compaixão,Respeito mútuo;Mas que é constantemente alvejada e sugada por sentimentos e atitudes medíocres que tentam obstruir seu brilho.E assim se tornou,um imenso e confuso "mangue" ao invés dos belos jardins.E é nesse caos do intelecto e das mazelas humanas que existe uma flôr...Que não precisamos possuí-la para nos trazer alívio,nem tentar simplemente aprisioná-la em jarros.Basta admirar e sentir seu perfume,sua delicadeza,e saber que essa flôr está alí,existe,e faz parte da nossa história...Essa flôr é você!!!
A percepção da capacidade intelectual associada à raça provoca uma reflexão profunda sobre os preconceitos enraizados na sociedade.
Surge uma inclinação inata para presumir a falta de competência intelectual dos negros de antemão, enquanto os brancos não são sujeitos a essa mesma preconcepção.
Essa disparidade na interpretação amplifica ainda mais as barreiras para o reconhecimento justo de talentos e habilidades.
Esta dicotomia destaca o estigma duradouro enfrentado por indivíduos de diversas origens raciais, onde o julgamento prévio é moldado por estereótipos profundos.
Dessa forma, a contínua avaliação da autenticidade e competência de pessoas, fundamentada exclusivamente em preconceitos raciais, perpetua a injustiça e a desigualdade.
Envelhecer é inevitável, mas a adaptação contínua e a reflexão sobre o passado são essenciais para evitar a obsolescência mental.
Toda a vossa crítica sobre mim é natural, pois muitos edificaram a própria identidade à minha sombra; porém, esqueceram-se de que também sou feito de falhas, de histórias não contadas e de um passado que me antecede e me define. Furucuto, 2026.
Existência e identidade de um povo
América do sul de todos os adormecidos,
Quando sobre o fio da cruel espada ensangüentada
Que lentamente a todos vos mata...
E ressume cada instante quando por entre as trevas
Nada mais se avista do que as próprias trevas.
Murmúrios, sobre telhados quebrados...
Em pleno amanhecer tão estranho e sempre tão doloroso.
Para escrever sobre a terceira identidade do estrangeiro, o filme Terra Estrangeira foi a primeira percepção que veio à mente, justamente porque o filme fala do nosso país, vendo-o do lado externo da sua
costura idiossincrática
Entenda uma coisa sobre identidade: Ela diz quem você é em seu DNA. Se precisas justificar tudo o que dizem ao seu respeito, é porque nem você reconhece sua identidade.
E a identidade que do quem você é e não as palavras que dizem sobre você. Pare de querer justificar, pois justifica quem não sabe sua verdadeira identidade.
Um ator nunca tem certeza sobre sua identidade de qualquer maneira.Voçe não tem idéia,realmente,o que eu acho que é por isso que nós somos atores.Pensar de mais é uma coisa ruim.
A identidade se perde quando se leva a vida pela emoção.
A identidade deve ser firmada sobre a razão
Identidade
O homem, por mais que se erga sobre inúmeras sobreposições, não se afasta de si mesmo, pois é projeção de sua própria essência. Com respeito às sobreposições, não são estas desvios de quem ele realmente é, mas sim manifestações da mesma identidade, como reflexos de uma virtude essencial que se desdobra de diferentes formas sem perder-se.
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