Mensagens de Nascimento de um Filho
Não me macem, por amor de Deus!
Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?
Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa?
Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade.
Assim, como sou, tenham paciência!
Vão para o diabo sem mim,
Ou deixem-me ir sozinho para o diabo!
Para que havemos de ir juntos?
Não me peguem no braço!
Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.
Já disse que sou sozinho!
Ah, que maçada quererem que eu seja de companhia!
(...) Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo...
E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho!
O sorriso não precisa de tradução,em toda parte se pode entendê-lo,pois transmite alegria e carinho,sendo assim uma linguagem universal de amizade,a mais bela saudação!!!
Minha liberdade é limitada apenas pela minha natureza divina. Consequências são apenas meios de acordar essa natureza.
Dias de chuva, rajadas sobre o mar... Manhã escura, chove sem parar. Como sair se estou ilhado? Sem ter a quem chamar, sem ter aonde ir, sentindo como um náufrago, sem ter por que chorar, sem ter por que sorrir.
O fim
Indo e vindo, desgastando e abandonando displicentemente mas sem querer abandonar por completo,
coração vadio, carente das sombras, mesmo sem ser notado na rotação certa buscava o consolo insignificante naquele amor vazio,
na história contada do irrelevante, o invisível é a estrela protagonista,
coração doente, soberba em exposição, correria da razão, fuga dos sentimentos,
morre mais um amor inocente.
O que mais me doeu hoje foi ouvir o pai do meu filho dizer que meu filho se suicidou por minha causa. Já não basta eu mesma me sentir culpada e um lixo porque ele se foi dessa forma? Meu Deus como dói não poder fazer o tempo voltar.
Agradeçamos, porque se hoje não aprendemos muito,
Ao menos aprendemos um pouco, e se não aprendemos um pouco,
Ao menos não adoecemos, e se adoecemos,
Ao menos não morremos.
Um garoto voltava para casa, trazendo nas mãos uma bisnaga de pão. Alguém vendo a cena, parou o garoto e perguntou:
- O que você está trazendo aí, garoto?
E ele respondeu: - É pão!
- E onde você conseguiu isso?
- Foi ali no padeiro!
- E onde foi que o padeiro conseguiu o pão?
- Ué, ele mesmo fez.
- E fez de quê?
- Fez de trigo!
- E onde foi que ele conseguiu trigo?
- Só pode ter sido no moinho!
- E como foi que o moleiro conseguiu isso?
- Foi de um agricultor!
- E quem deu o trigo ao agricultor?
Como se um raio tivesse finalmente iluminado a mente do garoto, ele sorriu e disse:
- Foi Deus!
O adulto retornou à primeira pergunta, e de modo a não permitir outra conclusão:
- E então, garoto, quem te deu esse pão?
Pleno de convicção, o garoto respondeu: - Foi Deus!
Pr. João Soares da Fonseca
Todo dia eu aprendo um pouco mais, e assim vou edificando meu ser. Aprendo com momentos, com situações e pessoas. As vezes vejo que estou errada, e tento me corrigir. É assim que vou vivendo... Também acho se definir é se limitar. E de limites, eu to fora! Portanto:
Sou isso hoje, amanha já me reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim. Mas não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus.
Se alguém lhe oferece a receita de um remédio que traz a felicidade, não se esqueça que alguns remédios são contra indicados.
Não procure sua felicidade em lugares errados, nem alimente as esperanças em relação as outras pessoas. Seja feliz, aqui e agora, tal como você é!
Do livro
Equilíbrio nosso de cada dia
Como elabora Machado de Assis em um de seus contos, chamado "CAROLINA", me sinto como eterno Fernando para com você...
Se não poder fazer o Bem.
Mantenha seu corpo inerte totalmente em repouso.
Só assim teremos um imbecil a menos no mundo.
... E era um príncipe
tão encantado,
que se transformou
num sapo malvado!
Não era pra ser o contrário?!
Começando mais um dia. Uma ótima oportunidade pra fazer coisas diferentes, criar uma nova rotina, mudar padrões e deixar o velho pra traz. Então, comece o dia pintando o quadro mais bonito que você puder imaginar e aja de acordo.
A liberdade tanto pode se constituir um grande bem se for utilizada com responsabilidade , ou, como um mal que leva a destruição, se ainda não soubermos seu limite e a usarmos estouvadamente.
SOB O OLHAR DO GATO PRETO
A tarde se despeja, fastiosa sob um céu turvo...
Sinto a presença do gato preto. Não o vi ainda, mas
trás presságios de má sorte. Sei. Me encurvo...
... Ante os olhos da morte. fria , risonha e aldaz!
E quando a lua imensa toma o céu de loucuras
Ele passeia pelo assoalho de mármore branco
É o antever de todo o despejar do mar de agruras
Fecho os olhos. Luar de sangue, dor e pranto.
E o que me trás, gato preto? À que então, veio?
Vieste de ceifar as almas do mar do norte. Sim!
Vais embora logo. Não o quero ver. Bicho feio!
Mas até quando fugirei da presença do maldito!?
Abro meus olhos. Ei-lo: Quieto, negro e tenebroso.
Apaga-se então, a última estrela do infinito.
E mais um inverno mostra os seus sinais!
Num domingo de sol, aqui, bem ao sul do equador,
pessoas afortunadas e devidamente protegidas,
desfilam seus casacos, botas e boinas rumo à missa da manhã.
Certamente o percebem como a estação romântica;
própria para o aconchego, para o amor e para a boa mesa.
Tudo muito lindo! Mas há os que sofrem nas calçadas, tendo como único agasalho o cobertor "corta febre" que em nada aplaca o vento cortante da noite e que não minimiza o risco de não acordarem pela manhã. Há os que anseiam pelo calor do fogo, por um chocolate quente ou por qualquer coisa que venha amenizar o frio que lhes enrijece o corpo e a alma.
É preciso um olhar mais sensível ao que sofre;
é preciso que nos solidarizemos,
que abramos nossos armários
e tiremos de lá os tantos agasalhos
que tomam espaço e que não nos farão a menor falta,
para deixarmos, sem alardes, ao lado de quem precisa.
Bastará um gesto discreto, ninguém precisará perceber,
pois já basta ao que sofre, o fato de depender do auxílio de outrem.
Cika Parolin
Manú
Tão linda com o seu jeito
Elegante e charmosa
Um olhar muito atraente
E uma voz tão carinhosa
Ela é maravilhosa
Carismática de montão
Tem um jeito muito doce
E um grande coração
Menina bela e saciável
E um corpo sedutor
Um arraso de mulher
E um coração cheio de amor
Conheci várias mulheres
Mas nenhuma é que nem tu
Eu só preciso de um beijo
pra conquistar você, MANÚ.
Ao Mar
Eu me lanço ao mar
Um mar de incertezas
Um mar de desafios
Um mar turbulento
O mar mais violento que ja conheci
E ele me leva pro desconhecido
Para terras assustadoras
Terras de problemas sem solução
Terras de tempestades eternas
E eu gosto
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