Mensagens de Morte
O quanto de hipocrisia vemos exposto na hora da morte? O quanto de hipocrisia vemos quando a enfermidade acomete alguém? As pessoas passam anos, décadas, vivas e quando morrem receberão lágrimas ou visitas de quem sempre viveu distante ou n foi sincero o bastante. De quem não viveu nem buscou criar momentos bons. De quem não criou memórias e experiências juntos. Quando eu morrer não quero velório… Afinal, todos os dias é uma despedida. Nunca se sabe quando será sua hora. Que procurem viver bem a todo momento. Isso é possível! Desenvolvam suas virtudes.
SOBRE O MEDO, A VIDA E A MORTE
Dos vários medos que posso ter
eu dispenso o medo da morte
E dentre os vários amigos que tenho
Evito depender da sorte
A adrenalina realmente vicia
e estou achando que sou viciado
Inclusive tenho varias dificuldades
uma delas é ser saciado
Então Me diz, qual o sentido da vida?!
que não seja um vida vivida
Aliás, dizem ganhar outra vida
Quem quase se foi um dia
Mas que por sorte ou ironia
Não atuou despedida
E nesse passo rumo ao incerto
Ganhou um medo concreto
O medo da morte em vida
A morte não é uma desgraça, ela traz a função de nos lembrar que enquanto há tempo para viver, há tempo para fazer o que te faz ser vivo - sendo assim só morremos quando deixamos de viver, em qualquer aspecto !
Às vezes somos tão egoístas, não querendo sofrer com a morte de um ente querido, que nem percebemos o sofrimento deles para nutrir nosso egoísmo.
[...] É para mim justo,
por sua morte não farei luto.
Eu a odiava, era recíproco.
Fez mal aos meus irmãos
mas passou como vulto,
não vou cantar canção,
Não lhe prestarei culto.
O cafetão que a usou,
cruel ladrão, astuto.
Feriu, engravidou[...]
Matou, tudo oculto.
Seja por ele, ou por ela,
não falarei, não farei tumulto.
Não terá traço em minha conduta
Ainda que veja em alguns, a sombra
Seu olhar não me assusta
Sua voz não me assombra.
Em mim, habita o perdão
É o núcleo da minha religião
O sonho agora tem direção,
Preto, índio ou branco, é tudo meu irmão.
Hoje eu tenho muito mais medo de não viver do que de morrer, já que a morte é inevitável e imprevisível, enquanto a vida é uma escolha diária.
Foi a transgressão da lei de Deus – a lei do amor – que trouxe a dor e a morte. Entretanto, mesmo em meio ao sofrimento resultante do pecado, o amor de Deus é revelado.
Talvez a morte seja um passarinho invisível
que repudia a dor; então desata a matéria da alma
e a leva consigo num voo sem sentido reverso.
"Conheci muitos tiranos disfarçados de libertadores, anjos da morte disfarçados de protetores da vida".
"Amor e Morte andam lado a lado. O dia a dia da jovem médica Manuela no hospital em que trabalha em tempos de pandemia do Covid19. Flashes de um passado não tão distante mas feliz, a lua de mel dela e Pedro na Riviera Maya, nas cálidas águas do Caribe. O medo e a insegurança que sente ao ter de encarar a pandemia sozinha. O marido preso em outro país sem poder voltar ao Brasil. Amizades, sonhos, descobertas. Uma luz em sua vida quando tudo parecia perdido. Um antídoto para a pandemia? Acompanhe Manuela nesses tempos difusos (e confusos) em que a verdade é desmentida e o que era solução se torna problema. Sua sanidade mental está sendo posta à prova a todo o momento nessa pandemia? Manuela está pronta pro jogo e disposta a arriscar tudo. E você? O que você seria capaz de fazer por amor?" Sinopse Amor nos Tempos de Quarentena
Esta noite -
Lado a lado, frente a frente,
nós, a Morte, o destino e a saudade!
Quem diz que não sofre, mente,
pensando que vive em liberdade!
Não passa tudo d'um instante
entre o desejo de ficar e ter que partir;
o ritmo é binário, constante,
vivendo a vida da vida a fugir.
Olha docemente em teu redor,
a vida não acaba, simplesmente,
quem nasce p'ra morrer não é pior
do que quem vive infeliz no meio da gente.
Esta noite tocarás para as estrelas,
esta noite, tocarás ao som do vento ...
Tudo porque as Estrelas são belas
e a vida não passa d'um momento!
A morte nunca é falada
Afinal ê o fim realmente
Não se volta dela..
Quanta gente se foi !!!
Amigos...
Parentes...
Pessoas que se tornaram nossos Ídolos...
Até mesmo adversários...
Não se fala na morte Parece que assusta ou atrai..
É a hora que vamos embora sem olhar para trás...
Não nos preocupamos com Que Deixamos...
O tempo vai passando e nos tornamos lembrança...
Muitas vezes até caímos no esquecimento
Por isso o medo da morte...
Resolvi falar hoje sobre a morte...
Para que possamos fazer uma reflexão juntos..
O que fizemos em vida? Qual o legado Deixaremos?
Valorizemos cada momento
Valorizemos aqueles que nos amam e muitas vezes ignoramos..
Reflitam.....
Alguns dizem que a morte nivela todos mas, de que adianta nivelar embaixo da terra?
Eu acho que o sofrimento e a constatação da nossa impotência diante da Vida é o que nos nivela.
Quando compreendemos, não no intelecto mas, nas visceras, que não temos nenhum poder sobre nada e o próximo instante pode ser o último, então nos sabemos humanos e iguais.
À Morte de Maria Flávia de Monsaraz -
Silêncio todos os povos,
silêncio todas as raças,
todos os Credos,
todas as gentes!
Façam silêncio todas as
Almas ...
O Céu parou!
Calou-se a voz dos Astros,
as Estrelas não cintilam,
a noite cobriu os horizontes.
Em tudo há algo que doeu.
Por toda a Terra há um eco
de saudade:
" - Ficámos órfãos das Estrelas ...
... a Maria Flávia morreu!"
Os Anjos, em cortejo, a vieram
abraçar ...
E assim partiu: imutável, eterna!
Além de todas as palavras ...
Esférica, etérica, ampliada.
Na evidência Sagrada da Essência
do Ser ...
"Na batalha entre a vida e a morte, não importa a quantidade de opções que há para se viver, a morte só espera, assiste e vence."
"A vida é uma dança constante entre a chegada e a partida, e a morte é apenas uma das formas pelas quais nos movemos para frente."
Pensar sobre a possibilidade da morte é viver. Pois, é isso que nos motivará a sermos melhores e mais fecundos no que fazemos no dia a dia.
Dedico-me em vida confiando no adormecer da morte. Desta vez não são simples palavras sem sentido, são palavras com grandes significados que brotam da minha alma.
As feridas da minha alma são dolorosas e não doloridas, despertando em mim a natureza simples e franca do abandono.
