Mensagens de Morte
Mas, não devo me enganar, e sei eu que há o pecado menor
e há o pecado para a morte eterna, o pecado sem perdão.*
*[Mateus 12 : 31] "Por isso, eu vos digo: todo pecado e toda blasfêmia
serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não lhes
será perdoa da."
E o nosso tempo aqui na terra é curto, e a morte é certa
para todos, mas muitos vivem como se não fossem morrer.
Devo sempre lembrar que a vida eterna ao lado de Deus
Pai é mais importante que o meu pouco tempo de vida aqui
na terra.*
* [Salmos 90 : 10] "Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se
alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é
canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando."
A morte é a mais perfeita máquina do tempo: em um instante, nos transporta para o eterno, onde passado, presente e futuro se dissolvem em silêncio.
Primeiro passo é reconhecer a sua insignificância dentro do fluxo natural do universo, após a morte só restará ossos na gaveta do cemitério, o apagão eterno da inexistência vai te dominar e esse é o eterno apagão da luz apagada entre o infinito da anulação total do organismo humano
Jesus venceu a morte para que você tenha vida em abundância! Nas próximas horas, você vai perceber como são extraordinários os planos Dele para o seu futuro. Ele fará algo incrivelmente maravilhoso, trazendo mais luz, amor e felicidade para a sua vida. Isso é resposta do Todo-Poderoso à sua fé, oração e dedicação. Há vitórias indo em sua direção. (Código 10/04)
Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu
Na Idade Média, a partir de 500 quando o Estado se associou a Igreja, só gerou morte é destruição na sociedade. Estamos falando de 2 poderes, Política e Religião. Exemplo de destruição com a junção desses dois poderes foi a cruzadas, ditas guerras santas que tinha por finalidade apenas a manifestação do poder dos poderosos em detrimento dos ditos, a escória da sociedade. A junção desses dois poderes, sempre foi e será morte e destruição. A História está aí para comprovar.
Quando a pessoa se sente o centro do universo, chega uma doença ou a morte pra mostrar que ela é igualzinho a todas as outras: um grão de areia e nada mais.
Não faças como se tu fosses viver dez mil anos. A morte paira sobre ti. Enquanto vives, enquanto está em teu poder, sê bom.
Fortaleza
Apesar dos problemas da vida…
Apesar dos dilemas da morte…
Apesar dessa dor tão doída…
Eu me sinto cada vez mais forte.
A outra Face da Vida -
A Morte não existe,
somos Seres Imortais ...
Estamos vivos desde Sempre
e viveremos para sempre!
Fazemos parte de um Sistema Vivo
que Eternamente se Recicla ...
Somos Seres Reencarnantes,
a parte Humana de Deus
que habita a Eternidade.
A Consciência de "não-Morte"
é a percepção de que a Morte
é a outra Face da Vida.
Somos Almas e não corpos!
O Engano da morte -
Certa vez,
aprouve à morte dizer por aí,
ainda sem morte ser,
que sem morte a Vida seria
sem Sentido!
E quando Deus assim o quis,
chamou a Vida e a morte
para lhes dar suas tarefas ...
A Criação estava prestes a Nascer!!!
E quando eleitos foram seus cargos,
a morte que antes de ser morte
já vinha de Escorpião,
do submundo de Plutão,
aceitou o cargo com uma condição.
E falou:
"Aceitarei tal tarefa
se fizerdes que o meu acto
traga sempre um motivo!"
E assim foi, a morte aceitou ser morte
por trazer sempre arreigada uma desculpa,
um mote!
Mas Deus, Omnisciente,
incutiu uma clausula
que ninguém viu:
"Não há Vida sem morte,
porém, não haverá morte
sem Nova Vida!"
E assim, a Vida prevaleceu sobre a morte!
E a morte, eternamente "condenada"
a Renascer numa Nova Vida ...
“Como se pudesse me parar, não vão, não podem, não conseguiram me derrotar, porque se minha morte chegar ela não será em vão, meu sangue irá tocar no chão buscando uma solução”
Soneto à Morte do Conde Orgaz -
Lá longe, mais além, onde não vejo ninguém,
existe um préstito funéreo
a que minh'Alma se prende, porque contém,
um profundo olhar etéreo ...
Vão muitos a sepultar, entre lúgubres caminhos,
D. Gonzallo de Tolledo, Senhor da Vila de Orgaz.
"Óh morte, quando é que também me vestes...?" Assim diz, o Poeta-Conde, Senhor da vila de Monsaraz!
E em hora derradeira ouve-se uma voz sem Paz:
Não há ninguém que me conforte,
oiço ainda o Vento chorar trágico e forte!
E tanta gente se vê nos funebres chorões do seu caminho
a abrir com lágrimas de morte, um qualquer destino,
para aquele que foi outrora o Conde de Orgaz!
(Soneto que nasce da belissima Tela do Pintor El Greco em que o tema principal é a morte e enterro do Conde Orgaz.)
