Mensagens de Mar
Eu profetizo
Eu profetizo que o mar vai se abrir
Eu profetizo que as muralhas vão cair
Eu profetizo com unção e poder
Eu profetizo, algo vai acontecer
Eu profetizo sobre tua vida agora
Que todo laço, todo mal vai embora
Eu profetizo que você vai cantar o hino de vitória .....Amémmmmmm
Escolha
Vendo o mar a minha frente chego a conclusão que as pessoas pensam que sabem as coisas e nós pensamos que temos as respostas.
"Não"
Sumirei por uns tempos
Na força das corredeiras
Lago, rio, mar
A gente é feito é de água
Luto com peixes
É hora
De ir habitar o profundo
A luz é depois
Agora
Ninguém venha
Ver-me
No abismo.
muitas vezes vejo um mar de futilidades,
e muitas vez vejo a banalidade das pessoas,
é claro que sempre piora,
pois acho que a pessoa é do nível de inteligencia
tudo caí por terra nossa isso me mata,
o pior de tudo no ser humano que inteligente..
um animal politico...
o retrato da perfeição,
porem estraga tudo quando abre a boca...
seus atos são sua perdição,
embora o tudo seja enigma,
tua alma nobre,
em puros sentimentos,
eis a perdição nada pode ser feito,
nem mesmo ocultado,
pois a perfeição tem limites.
por celso roberto nadilo
Venho falando do mar , mar de aflição , mar que me afunda , que afoga meu coração , porque mar , não me levas para as profundesas dessa dor , me leva para essa ilia , onde ninguem sabe o que é amor , quando sabia o que era amor , mergulhava nesses rios , rios de puresas , rios cristalinos , rios de amor , mas prefiro esses mares , mares de dor , no mar de dor , aprendo a suportar , todo tipo de orror , que tenta me afogar , mar de vél , linda por naturesa , me leva nesse cél , de grande sutilesa , mar hiperbolicamente fenomenal , é assim que eu te acho , é assim que the quero , mar universal ,
Tenho um sonho em que acreditar.
Um passo, um vacilo, uma queda,
E como uma pedra jogada ao mar,
Afundo sem suspeitar.
Eis Que um mundo novo consigo enxergar,
um caminho, uma jornada, sigo pela estrada.
Esse dia não terá fim, estará sempre muito distante,
não desistirei, seguirei em frente, sempre adiante,
sempre...sempre...adiante...
Por todo o infinito...e
...eterno mundo distante.
Se a vida fosse um mar de rosas , nos mataríamos de tanto tédio.
São nos espinhos que formamos nosso carácter ou esquecemos dele.
E você vive em um mar de rosas triste? ou se forja nos espinhos sem se esquecer de quem foi , é e quem será?
Dias assim...
Pintei minhas unhas de azul... azul da cor do mar
Queria trazer o verão para minha'alma...
Os melhores dias de verão tiveram sol e suor... tiveram entrelace de mãos.
Tiveram céu e flor... beijo de amor... queria descrever, mas não sei como continuar... os dias são surpresas...
Você não imagina que, depois de um beijo de amor,
possa sobrevir solidão e dor...
Passaria minha vida toda mergulhada no fundo desse mar esverdeado, rodeado de desejos e presa em vários sonhos... apenas me diga o que fazer e o resto... o resto deixe simplesmente acontecer...
O ACASO ME ENCANTA... Por mim, se a gente ficasse ali, olhando o mar, já estava ótimo. O que eu queria era aproveitar aquele tempo com ela.
Anda o receio, o medo perdido
nas águas profundas do mar
intensas e fortes são as suas ondas..
A espuma chega à areia, sem medos,
sem receios, sem angústias...
Ondas mansas tocadas pelo vento
quente, frio, sem titulo, sem rumo..
Palavras que repousam onde a dor
foge e paira sobres as ondas do mar...
Cativam-me os teus olhos, sorriso e o teu beijo
onde o receio, o medo não existe...
Hoje vivo, sinto, viajo nos teus braços encantados
como se andasse na areia quente ou fria no mar.!!!
Dias de tempestade
No coração havia um mar revolto em plena ressaca, que teimava em transbordar pelos olhos. Disposta a estancar a dor que visivelmente lhe inundava a face, ela ergueu a cabeça, secou o sal da última lágrima que solitária morreu no canto dos lábios, respirou fundo, e olhando no espelho abissal dos olhos ainda úmidos, disse para si mesma com firmeza e a força soberana da certeza: Vai passar! Vai passar! Vai passar!
Na palma de minha mão
cabem os esguichos daquele emaranhado mar
ofegante
esfiam-se cachos de búzios nas bordas
tacteando uma pandemia de linhos a puxarem-se
temperamentalmente
do bico pontiagudo das aves a moer
o céu pálido da boca
amedrontava num arrepio arenoso
embora fosse embarcar nas ocas águas
sem os antepassados existirem
decidi riscar
o fundo que não estava destinado
à visita de grandes visões
e apaguei os declinados olhos migrantes
até esgaçar o ódio que restava
no punho carregado de sal aberto
é notável defesa redescobrir o exílio lânguido
quando se move
uma traça míope antes da sua nascença fétida
donde vejo
redentor sorriso a caber-me
A escada estremece, os náuticos sinos no quebra-mar arrefecem,
o nevado sol ingere cintilados humanos olhos, e a PAIXÃO aparece.
Olho a linha
que espia a retina do mar
espero, espero, espero
e de tanto esperar em vão
um dia tarde demais
descobri que na escrituras
dos rebentos das ondas
estava escrito
que à nascença tinha sido
condenado pois
alma alguma me irá amar
SAUDADE
Então, você se foi, sem dizer nada,
e pôs um mar sem fim em meio a nós.
E no vai-vem das ondas fui levada
ao porto das plangentes almas sós.
Então, você se foi, sem dizer nada,
e confinou-me à solidão atroz,
à uma saudade onde estou presa, ilhada...
Onde naufraga o que sonhei pra nós.
Como é sua vida, em mundo tão distante,
quem lhe acarinha num tristonho instante...
De qual olhar você recebe paz?
Hoje acordou-me o canto da tristeza,
a repetir-me a mais cruel certeza:
Você partiu... E já não volta mais!
-Patricia Neme _
De repente o que transbordava ficou tão vazio... E o que era desejado tornou-se um mar de repugnância....
POEMA TRISTE. (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Ondas em rochedos.
Canção do mar.
Brisa no rosto a acariciar.
Por que de todo peso.
A leveza ao avistar.
O mar, o céu, um beijo.
E o horizonte o encontrar.
Expirar, botar pra fora.
Deixar o ar sustentar.
Repentino vento sopra.
E os problemas a dissipar.
Num vai e vem incessante.
Uma onda grande a formar.
Forte, bate no rochedo.
Formando gotas no ar.
Só pra me banhar.
Pra me lavar.
E a natureza me curando.
Sabendo o meu necessitar.
As pedras sem arestas que avisto.
Polidas pelo oceano num confrontar.
Eram pontiagudas, com cantos vivos.
Mas se sucumbiram e vivem a se moldar.
Pela persistência do mar, a força do mar
No meu observar.
Eu na pedra sozinho.
E os sinais da paisagem a me ensinar.
