Mensagem para Pessoa que Ja Morreu
Tudo que passou, morreu ou ficou para trás, mas existe. Para que possamos sentir saudade do que valeu a pena.
Conheci um guerreiro, não cansou de lutar, sempre estava em combate, morreu combatendo, porém é fonte de inspiração para outros guerreiros.
Enquanto caminho penso - Caminho e lembro do tio que vendia pastel e morreu vítima do Covid-19, pois não podia parar de trabalhar, lembro de uma amiga (Dona Maria) que sempre me parava para conversar, sinto saudades de suas conversas, lembro de um amigo (Welder) que na melhor fase da sua vida partiu, lembro de conhecidos, colegas, amigos, familiares. Enquanto caminho eu penso, penso, penso, lembro de todos que aqui findaram sua caminhada.
Hoje me dei conta que Minhalma
Morreu e que a única coisa que se movimenta do que restou de mim é um corpo vazio frio e escuro...
Morreu de palavras perdidas.
10 de abril de 2014 às 18:57
Prefiro o doce silêncio de minha mente barulhenta, aos cânticos das bocas cheias e recheadas de ideias das mentes tão vazias...
Prefiro ser educado, refinado e falar manso, mas com palavras são diferentes! Elas tem vida própria e nunca sabem quem irão atingir...
Mas afinal, Morreu mesmo de quê?
_ Morreu sufocado de palavras perdidas em seu corpo...
Começou com o ego, chegou então a vaidade de repente estava tomado pela ilusão. @s palavras não cabiam mais em sua boca... Foi dando pane geral e no final era tamanha confusão que não coube nem mais um palavrão...
PNEUMOULTRAMICROSCOPICOSSILICOVULCANOCONIÓTICO.
ANTICONSTITUCIONALISSIMAMENTE.
Terrorismo Poético
Sei que tudo se acabou, mas sei que não morreu e também sei que o sentimento irá perpetuar durante tempo para alimentar as esperanças;
Eternamente esperar é minha meta para então quem sabe possamos nos encontrar para acalentar esse sentimento que ficará a chorar;
O amor se calou
O coração sussurrou
A atitude parou
O medo prostou
A coragem morreu sentimentos esqueceu
A esperança nasceu
E o amor reviveu;
Não esteja nunca de braços cruzados
sejamos a semelhança de Deus
que morreu de braços abertos
esperando de seus filhos um caloroso abraço!
Podes sempre fazer viver neste mundo quem tu quiseres, através do amor que nunca morreu. O amor pode fazer milagres.
Eu tenho saudades de um alguém que eu nunca conheci, que me amou tanto que morreu por mim. Eu não pude toca em suas vestes, mas hoje posso senti-lo, como o ar que eu respiro.
Sonhei que o André estava vivo, que foi um engano ele não morreu, voltou e apareceu na casa de uma tia. Passaram dias, eu ainda não tinha visto ele. Quando chega a notícia que tinha desistido novamente de viver. Que sonho confuso, doloroso, indescritível.
Bruno Soalheiro morreu. Isso doeu tanto em mim. A dor que senti na morte do meu filho. Ele tinha tanto para realizar, ideias maravilhosas, vontade de mudar de fazer, de acontecer, de trazer a existência. Há muito que não ouvia alguém tão espetacular querendo transformar a psicologia brasileira.
as lembranças
as memórias
o silêncio
o amor morreu
tua voz
perdi a hora da vida
o luto do sentimento.
Quem disse que amor não mata, não sabe o que é sofrer o luto por um filho que não morreu em vida. Mas em vida ele matou algo dentro de você!
Vou para pra respirar!
Tudo o que aconteceu
sono cose della vita:
só um amor que nasceu e morreu.
Estou pensando em você
que um dia na minha vida apareceu
e como um poente
desapareceu.
Vou parar pra respirar,
preciso descansar,
a mente organizar,
o coração faxinar,
pra o outro amor
achar lindo e leve o lugar...
Sono cose della vita...
DESENCONTRO
Pintei um céu
Para nós dois
Um quadro azul
Em tom pastel.
Morreu meu sonho
quando amanheceu
Você, indiferente,
Não me reconheceu
E no vale ficou
Sem olhar para o céu.
Eu te acenei amor
Amorosa te beijei,
E o dia era instante
Sereno, constante,
Gravura em papel
Mas um beijo de amor
Não foi o bastante.
Despedaçada,
Abandonei os teus olhos
Perdidos no vale
Sondando ilusões
Sem olhar para o céu.
Enveredei nas alturas
Carregando teu nome
Um punhado de estrelas
E um doce pincel.
Estava certa que vinhas
Porque tinha que ser
Mas olhei para baixo
E chorei a verdade:
Você tão cruel
No vale voejava
Junto às borboletas
Sem olhar para o céu.
