Mensagem dos mais Sabios do Mundo
O AMOR, QUANDO ELE CHEGA
I
O amor, quando ele chega,
altera o tempo e o clima,
transforma a rota do vento,
desloca o eixo da Terra
e o hemisfério se inclina.
II
O amor, quando ele chega,
organiza o caos infindo,
desmantela o imponderável,
rasga as vestes da razão,
e o que antes era utópico,
nas cordas do coração,
desamarra o improvável.
III
O amor, quando ele chega,
desperta o desconhecido,
faz oscilar estações
pra confundir os sentidos.
IV
E, nessa linha de sombra,
respira uma verdade fatal:
o amor, quando ele chega,
nos expõe à vil tragédia
que não raro é seu final.
Todo pensador, cedo ou tarde, percebe que, para manter a lucidez, precisa de algum tipo de anestésico.
Todo e qualquer projeto ao qual o homem se dedique está fadado ao fracasso quando confrontado com a complexidade do universo.
Onde moramos, onde desejamos viver — quando amamos alguém, esse alguém torna-se nosso lugar de repouso. A ausência seria o desespero de não ter para onde voltar. Assim eu sinto: ela é minha casa, meu lugar de morada. Não desejo outro canto, ainda que às vezes eu saia; sei que existe um lugar no mundo para o qual posso sempre retornar em segurança. Contudo, essa certeza também é conflitante: saber que, sem ela, meu mundo se perderia, sumiria junto com sua ida. Se um dia isso ocorrer, serei nômade, alguém em fuga, em profundo desamparo, à procura daquilo que já não pode mais ser encontrado.
Filosofia: pensar é um ato perigoso
Pensar até o fim sempre flerta com a loucura. Friedrich Nietzsche foi chamado de insano não por ter perdido a razão, mas por tê-la levado longe demais — a um ponto onde as convenções morais desmoronam. O pensamento radical assusta porque dissolve as narrativas que sustentam o poder, a religião, a moral de rebanho.
O mundo prefere a razão morna, funcional, administrável. A lucidez verdadeira é incômoda: ela revela o vazio por trás dos discursos, a fragilidade das verdades oficiais, a teatralidade das instituições.
Nessa jornada, não raro somos surpreendidos por ideias e pensamentos aleatórios. Como artista, damos demasiada importância às emoções. Pego-me falando alto sobre mim, sobre meu estado de espírito, sobre desconfortos diante de muitas coisas que, para os outros — pessoas com quem convivo — não têm a menor relevância.
Coisas como mau humor. E penso sobre mim com ares de soberania, como se de fato acreditasse que ser artista fosse algo superlativo, especial, distinto dos outros animais que habitam entre os homens. Não somos importantes — não, nem um pouco relevantes na cadeia hierárquica da sobrevivência.
Meu gato, com certeza, é mais especial do que muita gente. Ele é sensível, estranhamente contemplativo. Agora mesmo o vejo na janela, observando os aviões passarem sobre nosso prédio. A visão é encantadora. Ele reage sem espanto, sem constrangimento, apenas percebe.
Quão pequeno é o reino animal — e como o avião, talvez para ele, seja um deus: algo intocável, visto de longe como belo, espantoso e real.
Geralmente, o último gole de vinho não é meu.
Ele pertence aos que suportaram pensar até o fim.
A Oscar Wilde, pela inteligência como arma contra a hipocrisia.
A Hemingway, pela ética seca diante do absurdo.
A Rimbaud, pela violência precoce do gênio e pelo abandono.
A Flaubert, pela disciplina quase cruel da forma.
A Voltaire, pela lucidez ferina,
por ter combatido a estupidez com ironia
quando a coragem ainda era possível.
E o último dos últimos,
quando o vinho já não promete nada,
vai para Baudelaire.
Porque ele soube que a beleza não nasce da pureza,
mas do atrito entre o tédio e o abismo.
Depois disso,
o copo vazio.
O silêncio.
E a noite continua,
como sempre.
Quando o amor encontra seu lar, ali permanece, não por inércia, mas por escolha. Ele se acomoda nos gestos mínimos, na repetição dos dias, no reconhecimento silencioso de um no outro. Ficar não é fraqueza, é decisão cotidiana. O amor cria raízes, aprende o ritmo da casa, conhece seus ruídos, suas sombras e suas promessas.
O vento não chega de uma vez. Ele começa como estagnação, como descuido quase imperceptível, como a falsa segurança de que tudo está garantido. É a falta de escuta, a ausência de curiosidade pelo outro, o adiamento constante do cuidado. O vento é o silêncio que se prolonga, a palavra que deixa de ser dita, o toque que vira hábito sem presença.
A casa não cai por ódio, nem por grandes tragédias. Cai porque deixa de ser habitada por dentro. O vento apenas revela o que já estava frágil. O amor não acaba quando o vento sopra; ele se desfaz quando ninguém mais sustenta as paredes.
Não sou um livro aberto
Não sou uma ilha
Sou terra habitada
Por hábito e mobília.
Sou feito de barro
Que chora e se humilha
Que sofre e tem medo
Da sombra da noite
Que guarda o segredo
Do eterno retorno
Que traz recomeço
Do trágico querer
Me perco no sonho
Do dia futuro
Construindo um muro
Em volta de mim, para permanecer.
A carne se esgaça como roupa velha
A alma se estica pra não se perder
Se você for ateu, provavelmente não será morto por um cristão por ser ateu; mas, se for cristão, poderá ser perseguido tanto por ateus quanto por outros cristãos de denominações diferentes da sua.
CISFA: Uma História de Fé e Acção
A CISFA sempre se importando nasceu em 14 de maio de 2022, não apenas como uma organização, mas como a manifestação da fé e do amor ao próximo de seus fundadores.O nome da organização reflete a união de três corações dispostos a servir: Simão do Rosário Miango, sua esposa Feliciana José Domingos e seu irmão Adão Domingos Teca Damião. A sigla SFA foi formada com as iniciais de seus nomes e, posteriormente, redefinida para representar os valores centrais do grupo: Solidariedade, Família e Amigos.
A motivação profunda do CISFA sempre se importando vem diretamente dos ensinamentos de Jesus Cristo, que servem de guia para todas as suas ações. A passagem bíblica de Mateus 25:40, "Tudo o que fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes", é o pilar fundamental que sustenta o grupo.
Para a CISFA sempre se importando cada acto de bondade, por menor que seja, é um acto de adoração e serviço a Deus. Essa fé se manifesta no lema da organização: "Sempre se importando, unidos pelo cuidado, movidos pelo amor sobre a orientação do Senhor Jesus Cristo no seu mandamento, amar o próximo como a si mesmo.
A primeira actividade do grupo CISFA sempre se importando foi dia 28 de maio de 2022 e foi uma “garrafinha solidária” que arrecadou 4.500,00 kwanzas, com os valores arrecadados comprou se fraldas Descartáveis e entregou se a uma mãe que havia acabado de dar a luz à uma linda criança no bairro da vila Matilde, (Malanje).
CISFA sempre se importando O nome da organização reflete a união de três corações dispostos a servir: Simão do Rosário Miango, sua esposa Feliciana José Domingos e seu irmão Adão Domingos Teca Damião. A sigla SFA foi formada com as iniciais de seus nomes e, posteriormente, redefinida para representar os valores centrais do grupo: Solidariedade, Família e Amigos.
Família a comunidade e Amigos são todos aqueles que ajudam o CISFA para ajudar.
CISFA sempre se importando é uma organização filantrópica sem fins lucrativos, a Sigla CISFA significa Corações que se Importam, Solidariedade, Família e Amigos
Família é a comunidade e Amigos são todos aqueles que ajudam o CISFA para ajudar.
- Sabe o que é bom nos corações partidos? - perguntou a bibliotecária.
Neguei.
− É que só podem se partir de verdade uma vez. O resto são apenas arranhões.
Como podemos ser covardes conosco mesmos
e nos ater a uma subserviente ignorância
onde há uma obrigatoriedade que acorrenta,
que machuca e só oprime nossa capacidade,
como se fosse os enganos uma prioridade,
que o universo divino sempre conspira afavor,
porque um "deus" irreal e alucinante inferiu,
em palavras escritas no códice de um tempo,
que devemos nos afundar e depois nos afogar,
como um sérvido e pacato pescador de ilusões,
no fosso negro de uma fé legada em absurdos,
que nos cega e nos conduz em vias dolorosas,
rumo a um surreal e sutil "paraíso eterno"!
Almany Sol - 28/09/2012
Me fiz ateu, nos absurdos das doutrinas,
pois seus abusos delimitam as consciências,
onde a verdade comprovada é um pecado
e o pecado é uma indisciplina condenável.
Disciplina, não combina com escravidão
e nem tão pouco com o falso livre arbítrio,
pois a evolução é a essência da liberdade.
Almany Sol - 28/09/2012
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