Mensagem de Encontro
"Sob este céu infinito,
Eu encontro limites no meu coração,
Mas você [...]
Rompe barreiras, desenha constelações."
" Encontro-me em um estado de prazer que de certa forma posso defini-lo como felicidade ou devo dizer de outra forma encontro-me antagônico com a tristeza, é espiritualmente saudável e inspirador, eu sou o silêncio e o resultado que por forças das actividades e comportamentos humanos decidiu tornar-se pensador e energia, reitero a todos que tenham prazer pela leitura e sejam felizes lendo, pois a verdade está nos livros."
Diverseria
Nas pradarias encontro-me
Perdido no nada.
Quem terá tirado minha humanidade?
Os parvos desta vida
Ou os deuses da eternidade?
Porque nada mais me surpreende...
Os horrores não me marcam
Nem a beleza me prende.
Vivi o verso e o reverso!
O drama eloquente
E o romance, nem tanto atraente.
Provei o doce imbuído em amargura
E o amargo enjoado em doçura,
O bom do insosso e o salgado sem graça.
Fiquei ruim com poucos copos de água,
E bom, exacerbando a cachaça.
Ganhei na escassez, perdi nos excessos,
Ora teimando nos erros
Ora fazendo progressos.
Tive pavor de lugar aberto,
E conforto em recinto fechado e coberto.
Aguerrido em menino,
Menos ferino mais tarde.
Um vilão difundido,
Um herói sem alarde!
Fui gênio, fui louco.
Fui muito, fui pouco!
Chorei de alegria,
Sorri de tristeza.
Hipocrisia? Pureza?
Deram,
Tiraram-me!
Se hoje eu chego,
Em retirada já bato.
Tenho interesse em tudo
E não me motivo com nada.
Divagação
Devagar… Eu divago.
E buscando respostas pra tudo
Eu encontro apenas o nada…
E o nada é tudo o que eu desconheço…
E tudo o que eu conheço é nada…
Nada mais do que isso
Divago buscando respostas concretas
de um mundo abstrato…
Divago buscando respostas abstratas
de um mundo concreto…
E em meio a tudo, só encontro o nada…
E tudo é tão vago, tal como esta minha
divagação.
Devagar… Eu divago.
Erguido em alto monte
me encontro solitário ...
Permaneço em Oração, vigilante,
frente à Criação.
E eis:
Do alto dos Céus, pairando pelo
Éter, desceu em minhas mãos
a Espada-de-Luz de S. Miguel
e o Escudo-de-Paz de S. Jorge!
E eis-me, ungido, Cavaleiro-de-Cristo!
A necessidade de termos um encontro
sempre foi dita , a maneira que fizemos acontecer por chamadas de voz, inúmeras horas de chamada de vídeo e fotos .
Não diminuia a distância cruel que existia entre nós.
Acordar ,e alimentar nosso relacionamento era um desafio ,talvez o maior que já existiu. Era um dia após o outro . Enganado a vontade que me consumia por desejar -te tanto. Nada como um dia após o outro.
Distantes porém conectados.
Estrelas
São as que iluminam o céu noturno
Com o seu brilho inabalável
Sempre me encontro pensando
Vale mesmo a pena comparar o seu brilho?
E quem se importa se uma brilha mais
Se sempre existirá algo para brilhar mais do que todas
Independentemente de seu esforço ou natureza
Sempre existirá algo maior do que elas
Não precisa ver nem existir
Vai continuar a existir
Mas isso não é motivo para desistir
Um dia elas explodirão
Isso pode ser amanhã ou depois
Com esforço ou não,
Todos sucumbirão.
O único lugar onde euencontro
paz, édentro de mim,e é lá que
eupretendo morar, pelo menos
lá, ninguém tira o meu sossego.
Nas altura,
Sobre as asas que eu desejo ter,
me aproximo das nuvens e encontro coragem,
perspectiva para enfrentar as minhas verdades.
Aqui não funciona o espaço nem o tempo.
É inalcançável,
Flutuo em transição,
Entre os dois destinos em que eu poderia me encontrar.
Conecto com o passado e as lembranças
com o presente suspenso .
E os sonhos e espectativas que ainda não existiram .
Hoje me encontro cansado de aprender, cansado não apenas fisicamente, mas cansado na alma. Cansado de perder, cansado de aprender a perder.
Encontro todos os dias pessoas ensimesmadas e tolas desejando "chuva de bençãos" e que o Criador "ilumine-os" e fico imaginando. Quem foi que passou tal crença, destes fenômenos pro's, sobreviventes terrenos?
Todas estas ações e outra possíveis, são de parâmetro meteorológico ou de caráter ilusório.
O Criador jamais agiria ou agirá nos dogmas, o ilusório humano.
“Suplício da saudade”
— Revisando meus guardados,
em um baú juncado,
encontro junto a uns papais envelhecidos pelo tempo, bilhetinhos, que escrevi com carinho, enviados como recado
— Aquele feixe de papeizinhos, envolto com cetim e um delicado lacinho,
que devolvestes do que restou de nós dois
— Que no clima quente da paixão rabisquei, coloquei no papel,
o amor que amei
— Quando os olhos teus
iluminou os olhos meus,
e feliz fiquei
— Escrevi doces palavras,
que em sussurros escutava enquanto loucamente te amava
— Errei, ao dar atenção em demasia ao coração,
enxergando somente o momento, sem esmiuçar o sentimento, o depois, e falhei
— Vivendo na utopia do amor, restando só a dor que saboreei,
posso garantir,
não agradei
— Restituiu totalmente as mensagens, só não devolveu o amor que devotei
Rosely Meirelles
Me encontro perdido, pedindo a Deus um caminho, uma luz pra me guiar, achava que entendia... oportunidades se vão, e quando às perco penso que era pra ser assim, porque Deus quis, mas até que ponto isso é verdade? a partir de qual momento passar a ser culpa nossa, ou está tudo nos planos do pai perdemos o tempo das coisas?
Junto ao Horto -
E é aqui,
Senhor,
em horas
d'agonia,
horas-desespero,
que encontro
neste mundo
o meu lugar.
Junto ao Horto
da angustia
do vosso altar!
Só aqui me
vejo!
Ai, Senhor,
Senhor,
que me sinto
morto,
sem Luz!
E onde estás
Tu,
que de Ti
me não vem
a menor
consolação?!! ...
Ai,
meu pobre
Coração!
Navega perdido,
sem estio,
em Eterna
solidão!
Senhor,
perdão!
Se estás aí
e Te não vejo,
perdão!
Meus passos
solitários,
baços,
ingremes,
carregam
pecados
de Seres que
ja fui,
alados ...
Mortos
que não
morreram
em meu corpo
naufragados!
Angustia
de Seres calados,
em mim,
sufocados!
Desejos
que d'eles desejei,
indesejados ...
E meu fim,
Senhor,
te peço,
p'ra quando
esse-meu fim?!
Tão pedido,
desejado,
prometido?!
Levai-me,
Senhor,
levai-me
p'ra donde
eu vim!!!
A magia que separa o encanto do desencanto é frágil...
Me encontro sem lugar no mundo, perdida estou...
E aqui estou, perdida em mim...
Quero pausa na vida, no caminhar, nas convivências...
Quero um tempo diferente...
Quero só observar...
Quero, ou melhor, preciso respirar!
Para quem sabe voltar a mim...
Ou partir para algum lugar...
Flávia Arifa
Chuva, bendita chuva, inusitado encontro agendado, muito regozijo celebração; trovão, prenúncio de íntima, prazerosa, comunhão
Encontro desencontrado -
Não te via há tantos dias
quando tristes nos cruzámos,
passeando pela rua, noite fria,
nem tampouco nos falámos ...
Ao teu lado, outro Alguém,
acompanhava os passos teus!
E nessa hora, intensa, de desdém,
fixaste sem pudor os olhos meus ...
E abrandámos o passar ...
Em silêncio recordámos o Passado
e partimos sem falar ...
Recordei o meu tormento,
solidão que me deixaste
num falso juramento ...
Confusão -
Não sei em que estado me encontro!
Não sei se te desprezo, se te amo, se te quero …
Há em mim um estranho contraste, desencontro,
encontro, reencontro - não sossego!
E quem me falta encontrar
neste mundo de desencontros?!
Talvez alguém a quem amar
como em antigos contos …
Mas onde procurar?!
O amor não se procura – dizem as gentes –
há-de se encontrar …
Então há que esperar!
Mas até quando esperarei?! …
Vejo o tempo a passar … passar …
Regresso à Solidão -
Vou alto! Tão alto!
Quão alto me encontro!
Pela Vida, sem asfalto,
poeta vivo, poeta morto ...
E batem palmas
aos versos que me rasgam ...
Tantas, tantas Almas
que me escutam e aclamam!
E por instantes, não estou só,
instante que será breve,
tão breve que dá dó!
Súbito, viram costas, fica nada,
e eu, novamente só,
que dó, regresso a casa ...
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