Mensagem de Dor
Placa.
Estacionado estou em minha procrastinação.
Preso em uma repetição astral.
Vivendo o mesmo dia consecutivamente.
Vendo passar tudo ao meu redor.
Envelhecendo em meio a dor.
Envelhecendo sem viver.
Existindo em um mundo afastado.
Pela qual as paredes do meu quarto conhece meu sofrer.
Às vezes saio e caminho sem rumo.
Onde quer que eu vá, me sinto só.
Uma placa, vibrando em meio ao movimento.
Ei, senhor. É por aqui e não por aí!
Não placa, meu caminho é por aqui!
Saiba meu senhor, conheço tal caminho.
É um caminho de dor.
Esteja avisado!
Tudo bem placa.
Se por acaso eu sofrer, não culparei você.
- PauloHSSantana -
"fiquei profundamente impressionado: pensei que deixara de ser livre (...) procurei libertar-me desta ideia e não consegui (...) Esperava que ela se dissipasse com as luzes. Mas a ideia ficou onde estava, em mim, pesada e dolorosa."
Enquanto examinava gentilmente seu ferimento, perguntei-lhe, mais para ter algo a dizer do que por qualquer outra coisa, se ele doía muito. Sua resposta, que nunca esquecerei, foi: “Não, senhor, só quando eu rio.”
Um término nunca é fácil. É claro que a separação vai doer, é inevitável. Mas, se não te fazia bem, dificilmente você vai sofrer. Lembre-se, o sofrimento é opcional.
Faz tempo,
Um ano quase,
Não lembrava da sua face,
mas seus cabelos são inesquecíveis.
Faz tempo,
Quase não lembrava do seu cheiro,
Suas mãos geladas,
Quase não te vi chegar.
Agora que estava mais leve,
Sentia meu corpo flutuar,
Foi como uma paralisia,
Sua presença voltou a me sufocar.
Te esperava,
mas não agora,
Eu precisava de mais um tempo,
mas aqui está você sentada no pé da minha cama,
me vendo dormir
esperando desse sonho acordar.
Eu não quero ir.....
Poesia é julgada por ser escrava de nossa filosofia.
As palavras somem diante as mentiras..
Por instantes opacos a sociedade espera ajuda.
O que esperar de volta. Tão pouco quanto se pode imaginar.
Alguns podem ser escolhido. pelo tamanho.
Status digital....
E a natureza volúpia te diz o que vai receber dará certo para te manter por mais trinta dias.
As aparências tornasse realidade.
Um pouquinho de açúcar e um sorriso maroto.
Tudo bem a vida continua inspirar a eternidade.
Os traços percorrido numa folha branca.
O destino reluz nas brechas da infecção...
E ainda a o sofrer do desatino...
Respirar fundo...
Nada pode ser pior. Mas. Ainda é princípio.
Tudo pode ser compartilhado.
Quando é postado um sentimento singular.
Tudo é euforia até o amanhã.
No discurso de tantas contradições.
Barulho abrupto é a falácia tantas desculpas.
Atos omissos. Um pouquinho de luz é um alívio.
As vezes julgo inesperado da alma.
O sentimento navegante é tão sombrio.
Mais o pior que tudo é a magoa...
Os lábios tremendo e tudo parece estar bem.
O que parece ser belo...
"A caminhada em busca da VERDADEIRA FELICIDADE é tão vaga, e ao mesmo tempo tão distante.
Quando você me vê SEMPRE SORRINDO é algo muito simples e fácil a se fazer, mas não é capaz de enxergar o meu CORAÇÃO SANGRANDO."
E porque ele sangra?
Uma criança não nasce ruim ou com maldade em seu coração, mas a vida faz com que isso aconteça, no fundo, toda pessoa ruim, é apenas uma pessoa com dor.
Hoje vejo pelo ângulo da vida, que o coração e a Cabeça não andam em sintonia, mas também não andam um contra o outro... cada um é um, e nos trazem diferentes sensações e emoções.
Sinto o meu coração quebrado, sinto verdades e sentimentos morrendo, sinto a saudade, sinto a dor !
O coração chora e se lamenta, pela perda, pela frustração e pelo fim de sonhos... e isso é algo extremamente doloroso e triste.
Mas a cabeça está em outro “plano”, ela consegue analisar situações minimamente “positivas”, a cabeça está mais tranquila que o Coração, a cabeça sabe que deu seu melhor, que foi o melhor, que se esforçou, que lutou, que se dedicou e foi inteiramente verdadeira, a cabeça está leve porque amou com o coração !
Pediu o aprendiz ao seu mestre:
- diga-me que motivos tenho para ser feliz...
Sabiamente o mestre respondeu:
- todas as coisas más que tens na vida, pois enquanto tiveres problemas, tens uma vida para viver...
Cordas! Cordas em minhas mãos. Seus movimentos têm o monopólio do cadáver. Ande, pule, sinta, quebre seu coração. Apresentando-se para as cadeiras vazias continue seu número. Enrrolado sem cor, sem medo, sem amor. Um homem na mão de outros, um boneco no peito de seu amor. Corte! Corte minhas mãos! Mas não deixe-me terminar o show. O refletor é venda. Onde está? O amor próprio que me salvou?
Há um momento em que para mim nem o escuro parece ser tão escuro. Nem o assassino parece gostar de carnificina. E que nem a morte tem corajem, de roubar vida de um miserável.
Amordaçado ele segue sem se importar com os sentimentos que batem na porta. Imóvel e descrente prossegue sobre as fendas agrurantes do desepero. O barulho! O barulho das batidas me assombra ao mesmo tempo em que cicatrizes traz. Persiste não aceitando o seu destino. Covarde porque não vociferou?! Insisti em condenar o corpo e a mente que lhe derão abrigo? Com essas batidas. Com esse palpitar. Toda vez que ela passar.
