Mensagem de Aniversario para um Comediante
O fim é o sereno de uma noite calada e abandonada; É o ontem que se torna o presente em um imaginário saudosista;
O fim são enamorados que perde o seu amor e que guarda na profundeza de seus corações.
O fim é também o amanhecer, onde as flores desabrocham e exalam um velho perfume conhecido;
São aves douradas que ganham o céu ensolarado sem saber onde chegar mas que voam, voam e voam.
... ah meu amor! deleito-me em sua voz poética e na palidez de sua vivência, hoje é mais só um dia que loucamente vou viver, no prazer incontido de sua entorpecente existência...
recomeçar, dá um novo passo, ousado e sonhador, um coração saudável, pulsando apenas o bom do amor...
As flores sem você outra vez, apequena a imensidão de um jardim na escuridão de uma madrugada, essa noite fria e calada estende manso itinerante de um amor sem dimensão e mais nada.
E agora Campina que eu me dobre,
para pedir com meu verso pobre,
um pouco de clemência e de paixão.
Não destruas a minha mocidade,
matando meu ideal de liberdade,
e ceifando esta grande ilusão.
Sou candidato e é um grande sonho,
matá-lo é triste teto que medonho,
e um pesar mais triste e mais profundo,
Derrotado sairia em desatino,
criatura vagando sem destino,
uma alma perdida pelo mundo.
Dá-me Campina esta oportunidade,
de te servir com minha mocidade,
e de lutar com a minha rebeldia.
Eu te peço do amor sentindo açoite,
mais um pouco de luz para minha noite,
mais um pouco de sol para meu dia.
Um ano a mais de sonhos e sonhos de paz... Um ano a mais que alumia o absorto... E o sol desaponta no horizonte o nascer de um mundo novo...
Um iluminado 2020!
O amor é a loucura do divino, um grito apavorado, uma oração, o silêncio, a honradez sacerdotal e profana do homem...
E o pensamento inconstante, em suas fases felizes, trouxe, enfim, um anjo sublime, de traços jamais desenhados e de um horizonte, assim, de um horizonte jamais poetizado, encontrei-me com um anjo de palavras fáceis mas de uma oração transcendental, que beleza inimaginável, o pensamento de Kant jamais desmentira tamanha magnitude, ressuscitaram poetas para descrevê-lo, lábios sussurraram músicas, o sublime, realmente, é intocável, as desoras fez-se nas alturas de um mar calmo uma brisa que te arrebenta em faíscas de ilusões que se unificam e por aí ficam, e se fez ondas e um silêncio ousado que uniu o céu e a terra e o anjo sublimou-se em um oceano desconhecido a espelhar o céu no zênite da imponência do universo de superfície a dentro , mergulhou, para que um dia almas vazias fossem contemplar o mar.
Não sou um revoltado da vida, apenas sou inquieto com a injustiça das pessoas que nos rodeia, aquelas que pintou junto comigo a obra de arte do prazer.
E eu canto a poesia das invenções,
que encenou as suas melhores versões,
de um amor que meu amor viveu.
Ao desencanto de encantos perfilham,
As vagabundas desalmadas,
alardeando pelas ruas abandonadas:
- as estrelas brilham, ainda brilham,
ainda brilham essas ruas desoladas.
Aos céus elevo o meu canto
ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus,
Um amor que meu amor viveu.
As estrelas estilhaçam o céu,
A lua quase cheia amanhece a escuridão,
E desce sobre a terra um denso véu,
O prazer ente o acaso e a razão.
E o céu encobre o universo,
espargindo luzes faceiras,
reluzindo os amores controversos,
por debaixo de um denso véu de estrelas.
às vezes tenho a sensação que o mundo tem medo de mim, não sei se medo seria a palavra mas um afastamento de todos, a cada dia fico só, é bom ser só pois ninguém te julga e muito menos exige algo, o prazer também emerge a flor da pele, o mundo gira e se afasta de mim... mas o mundo não para e isso é o que importa, tudo está bem, o sol espreita o horizonte e as estrelas brilham...
Há um olhar envergonhado que se fecha
e palavras caladas que não sabem nada dizer
escuta a tua canção, um amor que não se deixa
mas se abandona sem nada mais pra fazer.
E ao léu há poesias e nostalgias
mas você está no outra lado da melodia
e nada posso fazer a não ser o estoque de rebeldias,
e vou me esquecendo extasiado em pleno dia.
Já que não posso falar pela dor,
Vou escrever e reiventar um grande amor.
um grande amor.
Tudo se vai.
Eis, pois, um óbvio poetizado.
As pessoas inesgotáveis,
são finitas.
Os momentos eternos,
se acabam,
seja com o ocaso do sol
ou um novo dia que se insinua,
mas tudo de vai.
As mais belas palavras desaparecem
e quem está de seu lado?
O nosso lado são ilusões,
que se torna um passado e mais nada.
A nostalgia é um lapso de tempo,
é o reflexo do desconhecido de nós mesmos,
e a coisa boa que nos escraviza
se termina com um adeus, terminável.
E a nossa teimosia de ser eternos,
o beijo, intenções e mais intenções,
tudo se vai, tudo.
Mas se um dia o distante se estreitar,
brindarei elegantemente.
Mas nada será como se foi!
Você será um estranho e uma triste lembrança
Lembrança que já passou!
Ser estranho
as horas profanam
as minha dores reclamam
as alegrias em coma
faz-me um ser estranho
do agradável ao inatingível
um ponto fraco em mim procuram
mas minha força tão ilegível
é a força que em mim encontram
Sonhos
eu tive um sonho, tão remoto
me trazia a alegria da inoscência
minha cabeça igual a um terremoto
defama toda consciência
se meu sonho tivesse asas e voasse
me arrebataria pro mundo encantado
e assim não haveria quem não amasse
fico tão triste quando vem o pesadelo
e o meu sonho se transforma e causa medo
todas as cores fica cinza esangrenta
e eu desisto do meu sonho dilacerado
se dos meus sonhos cuidasse mais direito
jamais seria um pesadelo
dou a alegria, todo meu pranto
pelos maiores, sonhos verdadeiros
1968, o ano que não terminou
morreu um pensador
quando do céu caiu uma estrela;
morre um escritor
quando o Ai-5 causou tristeza;
morre um inventor
quando o mundo perdia sua grandeza;
morre um sonhador
o escritor Manuel Bandeira
* Homenagem ao escritor Manuel Bandeira falecido no ano de 1968, tal ano conhecido como " O ano que não terminou" pelos sucessivos acontecimentos que arrolou.
Ah se eu pudesse fabricar amizades,
bordava um pouco de verdade,
nas pessoas que sobejam meu companheirismo,
vou vivendo a saudade,
da tua amizade e do meu egoísmo,
que um dia te fez,
MEU MELHOR AMIGO!
Mais quando regressar,
não vai mais encontrar, talvez,
o que se desfez,
tornando-se em dor.
m dia, depois, eu bem lhe digo,
a nossa amizade refez
AQUELE COMPANHEIRISMO!
A capacidade humana é inimaginável, ao ponto de um ser merecer o desprezo de outro ser, um dos piores sentimentos que a raça racional sente.
Que nesta belíssima festa da Sagrada Família Deus possa renovar nossos familiares, sejamos felizes e que em cada lar não exista uma anaconda para te devorar mesmo sendo da mesma escala filogenética.
ouvindo Raul Seixas relembro os bons momentos de poesia e um pouco de destreza, aprendendo com sua rebeldia e as lições de Carlos Vieira, escrevendo o mundo e os maiores sonhos que algum ser um dia inventou, a loucura de apenas pensar e se extasiar de tanto imaginar. Uma loucura sem norte e instante, sou ambulante procurando a metamorfose.
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