Mensagem aos Mortos
Os mal educados e agressivos, são mortos vivos que criam um mundo nocivo, insuportável, trazendo sofrimento ao que é amável.
"Se os 'amigos' de Jó chamaram até ele e seus filhos mortos de pecadores, o que fariam os inimigos?"
"...e vêm os mortos que estão sempre vivos, falar aos vivos que estão não invariavelmente sempre mortos".
Trecho da palestra proferida por: Marcelo Caetano Monteiro, no ano de 1995 no Centro Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e anos mais tarde repetida no Centro Espírita Manoel Soares.
Tema: Mediunidade.
A história ensina através de milhões de mortos que todos que se declaram mensageiro do divino são psicopatas fanáticos!
A religião exige apenas que homens mortos cumpram rituais, mas o Evangelho ressuscita mortos. A religião consegue mudar a rotina do pecador, mas somente o poder de Cristo muda a natureza do pecador.
Assim com golpes suaves
praticamente diários,
muitos foram mortos
em terra e em alto-mar,
Viramos sem pensar
um continente de desacordados,
três navios petroleiros roubados,
e o que fizemos foi nos calar.
(Um preço ainda mais caro,
sei que vamos pagar,
se nada por aqui mudar).
O Ciclo do Abismo
Nações doentes matam os vivos e agora nem querem enterrar os mortos.
Na superficie da terra, vagam os destruidores.
O que nós somos além da espécie mais amaldiçoada da face da terra?
Que somos nós, senão predadores e escravos
De nós mesmos?
A engrenagem social forja os monstros e as pestes.
Na superficie da terra, vagam todos os algozes.
A sociedade cria o problema e a solução.
Somos o abismo e a redenção.
Somos a ferida e cura.
Somos Deus e o Diabo.
Nós somos o problema, mas será que somos a solução?
- Ramile Godon
Com tantos incomodados com as flores que os mortos recebem, nota-se que a inveja não é pelo que se pode juntar — mas espalhar.
Talvez o que realmente doa em muitos que ainda respiram, de fato, não seja a homenagem tardia, mas a lembrança silenciosa de que algumas vidas, mesmo encerradas na terra, continuam semeando.
Há os que colecionam méritos, aplausos e conquistas como quem ergue as muralhas da vaidade; e há os que, sem sequer perceberem, deixam pétalas pelo caminho.
E é justamente aí que — quase sempre — nasce a inquietude: não na flor depositada sobre a ausência, mas na constatação de que há presenças que jamais se apagam.
Os vivos que não recebem flores — que lutem!
Ajuntem menos, espalhem mais!
Porque o verdadeiro legado não é aquilo que se acumula nos bolsos — é aquilo que, mesmo depois, insiste em perfumar o mundo.
0142 "Caixão? Pode até ser exigido, mas não deixa de ser presente inútil, tanto para mortos quanto para vivos!"
"Sou um dos poucos frasistas não mortos (embora eu não seja exatamente vivo). Então, aproveite e encomende uma frase. É grátis! (Não sou vivo também por isso: por nada cobrar)!"
Frase Minha 0463, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
1988 📜 "Não vivi no tempo da Monarquia nem conheço vivos ou mortos que tenham sido testemunhas oculares daquela época. Então, tenho que me basear no que contam as boas fontes da Dona História!"
Sinto tanto em morrer porque morrerá comigo também outros tantos que, mesmo mortos, estão vivos em mim.
Agora que apaguei as lembranças e fiz as pazes com o passado, posso finalmente enterrar meus mortos e sentar-me à mesa... nada mais me será indigesto!
Coração Favelado
Nesse coração favelado
Apodrecem amores mortos
Nos tiroteios da vida
Onde os traficantes
Que não gostam do amor
Usam a droga do destino
Para sustentar seu vício.
Nessa favela
Sentimentos maltratados vivem amontoados
Em barracos caindo aos pedaços,
De frente para esgotos a céu aberto
Repleto de moscas e insetos.
Esse coração
É uma verdadeira favela
Com sangue e miséria.
A polícia
Nunca prende os bandidos,
E ainda enchem esse coração
Às vezes tão vazio
Com balas de fuzil.
Os medos surgem para matar os sonhos, e você só deixa eles serem mortos se nunca imaginou eles se realizando!
"Não se pode matar um demônio, porque eles já estão mortos. Não se pode matar energia, e demônios são seres energéticos. Eu teria de encontrar algo que destruísse não o seu corpo, mas o seu espírito. Algo que o rendesse a mim, que o fizesse querer o fim de sua existência por conta própria. E eu o tinha – mas doía-me pensar em Jasmim como uma arma. Eu tinha que ter certeza de que ela ficaria bem. Era só o que importava."
