Menina que Existe dentro de Mim
Existe tanto mal nesse mundo que todos estão ficando acostumados a ver e a não fazer nada. Mas quanto mais eu vejo, com mais ódio eu fico das pessoas, me pergunto cade o coração dessa pessoa ? Existe pessoas que não tem, que mesmo se sofrer será pouco, quem não tem coração não tem sofrimento. Chego a ter vontade de matar cada uma delas, mas com esse pensamento eu seria uma delas, porque o único que pode tirar a vida de uma pessoa é só Deus. Mas cada um tem sua sina, que aqui se faça aqui se paga, não precisa ter pressa porque o seu castigo vai chegar e será cada vez mais lento.
Por: Silvia Godoi
Toda sociedade é inerentemente produtora de sofrimento.
Existe uma administração social dos gêneros e das diferenças, a qual estabelece papéis específicos dentro do tecido social.
Nada existe sozinho, um ser que tenha vida que exista e seja único… como ele sabe que existe? Como sabe quem ou o que ele eh? A vida não foi feita para ser sozinha, a vida eh compartilhada! A vida está no ar que respiramos, na água que bebemos, no calor que nos aquece, na terra que nos suporta. Uma vida que escolhe privar outra vida disso, perde o mérito de viver junto a vida.
Existe uma grande diferença entre os resultados alcançados por escolha pessoal e aqueles impostos por desigualdades iniciais.
Em uma sociedade injusta, as oportunidades individuais são limitadas por uma estrutura social rígida, fechada e desigual, que antecipa e define previamente o destino das pessoas, independentemente de seus esforços e habilidades.
Existe uma percepção generalizada de que o Brasil é um país marcado pela violência.
Em virtude da predominância da população negra, algumas correntes de pensamento sugerem que a incidência de violência é proporcional à demografia, insinuando que a elevada taxa de mortalidade entre os negros é resultado de sua maioria populacional.
Este discurso comumente difundido postula que a violência é um fenômeno neutro em relação à raça, afetando igualmente todos os estratos sociais.
No entanto, uma análise mais minuciosa das estatísticas revela disparidades significativas, evidenciando que a população negra é desproporcionalmente afetada pela violência e sujeita à desumanização.
Existe uma fragilização evidente na esfera da vida individual, na qual os pais se encontram diante de uma incerteza quanto à melhor abordagem na educação de seus filhos.
Na busca por esclarecimentos, empreendem uma investigação de informações e imergem na literatura especializada, questionando incessantemente a eficácia de seus métodos educacionais.
A incerteza permeia igualmente o domínio da alimentação, onde a avaliação contínua acerca do que se revela benéfico ou prejudicial à saúde se torna uma realidade inescapável.
Para agravar a angústia no seio da sociedade contemporânea, com sua sedutora oferta de maior autonomia individual, surge ainda um ônus considerável: a fragilidade emocional.
Esta vulnerabilidade, resultante direta da liberdade ampliada, exige uma meticulosa análise dos custos inerentes.
Existe uma pressão crescente sobre figuras públicas para que declarem sua identificação como negras e assumam publicamente uma posição contra o racismo.
Embora essa demanda tenha como objetivo promover a coesão na luta antirracista e encorajar uma maior participação na discussão sobre o tema, percebo como desafiador o discurso implícito que sugere que, para se engajar no combate ao racismo, uma pessoa precise reconhecer uma identidade negra.
No contexto complexo das identidades raciais, entendo que seja mais eficaz reconhecer que a responsabilidade de combater o racismo é coletiva e deve ser compartilhada por todos, independentemente de sua identidade racial específica.
Existe uma preocupante normalização da violência que é alarmante.
Gradualmente, nos habituamos à frequência da morte e das tragédias, substituindo a dor de um dia pela do próximo, a ponto de diminuir sua intensidade percebida.
A frieza da alma é a pior tempestade que existe. E quando entendemos o amor e passamos a viver o amor, nos dedicamos a viver uma vida com Deus para construirmos a base para o nosso relacionamento com o nosso próximo.
Não existe nada mais simples e mais produtivo do que um homem reconhecer que Deus é quem fez tudo. Isso se chama maturidade espiritual.
Acredito que biologicamente só existe uma raça humana: o Homo sapiens.
Entretanto, ao longo da história, social e culturalmente, surgiu o conceito de "raças humanas" com o objetivo de hierarquizar e justificar a dominação entre os grupos humanos, como visto na escravidão dos povos africanos durante a época colonial e nas práticas racistas ainda presentes em nossa sociedade.
“O acaso não existe, tudo tem uma razão de ser, nada ocorre por acaso, as leis da física são universais e passiveis de comprovação em todos os quadrantes do universo. Tudo observa uma sincronicidade contínua e ininterrupta, a exemplo das batidas de nossos corações, o fluxo do sangue nas artérias, vasos e veias, a sazonalidade das estações do ano devido ao movimento de translação de nosso planeta ao redor do sol, as marés dos oceanos devido a lua, a alternância do dia e da noite devido ao movimento de rotação do planeta em torno de seu próprio eixo, assim como o maior de todos os milagres, o milagre da vida.”
"Conceituo o amor como um enigma que, quando descoberto ficamos equivocados quanto à sua existência."
