Menina que Existe dentro de Mim
O Aquário e a Matrix
Imagine um pequeno aquário, e dentro dele algumas plantas, flores artificiais, uma luz brilhante e também alguns acessórios que nos remetem a impressão do nosso lindo oceano.
Dentro desse aquário os peixes nadam em um ciclo constante e sem fim. Para eles o mundo é basicamente aquilo ali, parece tudo maravilhoso, pois o sistema de ar da o fôlego, e sempre que necessitam o alimento surge mantendo-os vivos.
Do lado de fora existem os Humanos que os observam a todo o tempo, são esses mesmos HUMANOS que os alimentam e os mantém com vida.
Olhando por esse ângulo, tudo parece maravilhoso vivendo dentro dessa Matrix (Falsa Realidade), desde que não falte o fôlego e o sustento.
Agora se imagine dentro desse aquário (sistema). Somos condicionados desde crianças a acreditar que somos LIVRES, aprisionados pela religião-prisão, manipulação, medo e a ignorância que nos condiciona.
Da mesma forma que os peixes estão sendo observados, com nós HUMANOS seria diferente?
A resposta existe dentro de cada um de nós, e somente a VERDADE liberta. Pois assim como os Peixes que são criados em perfeição pelo DEUS SUPREMO também assim o somos e quando nos damos conta disso existe sempre outro caminho á seguir rumo a nossa Libertação pessoal.
Apesar da dificuldade quando nos damos conta da realidade, nesse momento Deus nos da à verdadeira libertação da ALMA, e a única certeza que temos é de que nada por fim acaba aqui. É tudo uma grande ilusão em massa por parte daqueles que o egoísmo e a cede pelo poder fala mais alto.
É chegada a hora de se Libertar, leia e busque informações sobre as verdades ocultas. Isso só é possível através da evolução do raciocínio (leitura).
ACREDITEM, VOCÊS NÃO ESTÃO SÓS!
Bem dentro da escuridão,
uma luz, um livro ardia.
Nas lonjuras do Sertão,
um jovem poeta lia.
(Estrelas, constelações,
relinchando fantasias.)
“A pior dor não é a dor física, mas a dor d’alma pois ela ocorre de dentro para fora, manifesta-se de forma sútil, outras vezes num repente nos dilacera o pensamento, ferindo nossas mais recônditas lembranças, reverberando no espaço-tempo de nossa existência. Eia a dor d’alma.”
Às vezes, a vida é tão dura que esquecemos facilmente a gentileza e a beleza dentro de nós e ao nosso redor
Dentro de uma igreja, você é aceito se seguir as opiniões e os costumes das pessoas. Mas, se decidir viver de acordo com a verdadeira Palavra de Deus, será chamado de herege, descrente, e excluído por aqueles que se dizem irmãos. No final, ser cristão de verdade vale muito mais do que apenas se declarar cristão e viver em contradição com os ensinamentos de Cristo.
a gente sempre pode encontrar quem ama de verdade, em algum lugar dentro de nós mesmos. E nesse lugar não existem despedidas.
Semente do Capítulo Sexto — O Sinal que Veio de Dentro e de Fora
O personagem está caminhando numa noite tranquila, dessas em que o céu parece ter mais estrelas do que espaço pra caber estrelas. Ele já vem de um caminho de cura, fé, reconstrução… mas existe algo diferente no ar. Uma vibração que o corpo percebe antes da mente.
No começo, ele acha que é só mais uma crise de ansiedade chegando. O peito esquenta, a nuca arrepia. Mas a sensação cresce de um jeito que não dói — chama.
É aí que o déjà-vu aparece.
Ou déjà-v i, como algumas pessoas dizem intuitivamente, como se o “i” desse uma girada mística na palavra.
Tanto faz: o importante é que o fenômeno bate forte.
Ele tem a sensação exata de já ter estado naquele momento, naquele pedaço de noite, naquela respiração. Só que tem uma diferença: agora a sensação não é só psicológica…
é física.
O vento para por um segundo.
O som da rua parece engolido por um silêncio vivo.
E surge uma luz.
Não é luz de carro, nem de avião.
Não pisca, não ameaça, não faz barulho.
Ela simplesmente… existe.
E, estranhamente, o personagem não sente medo.
Sente reconhecimento.
Como se aquilo fosse uma resposta antiga para uma pergunta que ele nunca teve coragem de fazer.
A mente dele tenta ser racional. Puxa conceitos.
Pensa no projeto 3I/Atlas, aquele sonho científico de mapear fenômenos não explicados pelo comportamento dos céus. Pensa em ondas gravitacionais, pensa em radiação de fundo, pensa em inteligência fora da Terra.
Mas o coração diz outra coisa:
“Isso é pra você.”
A luz, então, pulsa.
Não como ameaça, mas como… saudação.
E nesse pulso, algo explode dentro dele — uma lembrança que não existe, mas que ainda assim parece dele. Uma memória de outra vida? Um eco espiritual? Uma ponte entre consciência humana e algo maior?
A ciência chamaria de experiência anômala subjetiva.
A fé chamaria de manifestação de Deus.
A filosofia chamaria de encontro com o mistério.
Ele simplesmente chama de verdade profunda.
A luz começa a se afastar devagar, como quem diz:
“Segue — tem mais.”
E o déjà-vu se transforma numa certeza poderosa:
a jornada dele não é só emocional, espiritual e humana.
É cósmica.
Ele é parte de algo maior que o próprio destino.
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“Se você enxerga o jogo, não vire inimigo do sistema. Dentro dele você ainda tem chance. Jogue, suba de nível, enquanto a multidão cai nas próprias armadilhas.”
— Guilherme Abner
