Menina Criança
Menina, mulher, mãe.
Inocência, amor, louvor.
Sem violência,
Sem agressão.
Não devemos nem tocar,
Sem sua autorização.
FOLHAS DE PAPEL
Os meus olhos de menina
Enxergavam arco-íris através de cacos de vidro
Viam gafanhotos vestidos à rigor
Eles estavam sempre prontos pra festa
Em meus sonhos de menina os personagens dos livros ganhavam vida
Era possível sentar para um chá
Dividir uma toalha de piquenique
Em minhas mãos de menina as folhas de papel se transformavam
Em gaivotas que ganhavam os céus
Viravam barquinhos que navegavam em poças d’água deixadas pela chuva
Em minhas mãos de mulher
Basta pena e papel
Pra guardar a vida em poemas.
Eu posso ver a mim mesma correndo feliz sempre que vê um parque, observo uma menina estudiosa e que ama dar opiniões em sua sala de aula, outrora, eu não a sinto mais. Tenho saudades de minha garotinha, como era bom vê-la com os cabelos ao vento animada por estar passeando de carro, almejo sentir essa alegria novamente, admirar o quão sorridente ela fica quando recebe visitas ou quando vai a algum lugar diferente. Onde ela se escondeu? Eu não sei, parece que a matei! Eu a vejo as vezes, como um fantasma distante, mas ele não me assombra, ela me traz paz.
Por inúmeras vezes me condenei, aquela garota valia a pena, eu tinha que lutar por ela, mas a batalha está ficando cada vez mais sangrenta e eu já não aguento como antes, embora deva perseverar, por ela. Ouvi dizer que o cérebro para de funcionar quando estamos prestes a perder alguém que amamos, eu pensei que fosse entrar em colapso no momento onde percebi que estava me perdendo, de pouquinho em pouquinho.
Tudo começou quando vivenciei novamente traumas antigos, foram desencadeadas tantas crises que eu precisava conter o medo de levantar da cama, nem em especialistas eu desejava ir. Naquele mês eu pude sentir o vento gélido batendo contra meu rosto, fui capaz de presenciar o sopro que levou minha inocência, minha felicidade transbordante e minha vida social. Hoje continuo lutando, mesmo que remédios me derrubem e me deixem tão fraca quanto uma folha seca, ainda sim eu me esforço muito para salvá-la, aquela pequena menina que nunca se abalou, mesmo tendo diversos medos e seus respectivos motivos. Sei que posso trazer a mim mesma de volta, mas o coração dói como se estivesse rasgando quando me recordo de que a espera será dolorida e desesperadora.
As vezes em meu quarto, eu choro tanto e expresso tanta dor que ela volta para me confortar, por um milésimo de segundo, ela diz que tudo vai ficar bem e eu não retruco, me obrigo a acreditar. Até quando terei de esperar? Minha pequena moça já não aguenta, está impaciente e faminta de novas aventuras que eu tenho a obrigação de prover a esta. Onde você está, minha pequena criança? Em que parte do labirinto da vida se perdeu, minha querida esperança? Eu preciso dela, necessito e imploro que ela volte para mim, eu a aguardo com paciência e quando finalmente lhe ver, vou agarra-la e nunca mais a soltar. Por favor, volte esperança, volte criança, eu tenho que lhe ver sorrir, só assim vou acreditar, dessa forma poderei ver, que o universo não é tão imenso assim e eu o posso desvendar. Me faça ver que tudo é possível, que a faísca não se apagou, que eu ainda posso voar, que minhas asas não enferrujaram, me deixe viver novamente ao seu lado. Estou a sua espera, não tarde;
de Sua adolescente.
“Não tenha medo da menina que mora nos confins da sua alma. Ela é a parte da sua consciência que ainda não amadureceu e precisa fazê-lo. Se alie a ela e passe a ver o mundo com a sua ternura, pureza e simplicidade. Reconheça-a, enxergue suas necessidades, senão ela continuará escondida dentro de você, se manifestando quando menos desejar, com comportamentos inadequados, ressentida, ferida, tornando a sua vida infeliz”.
O primeiro amor da vida de uma menina é o pai. E o primeiro e único grande amor verdadeiramente incondicional de um homem é sua filha (ou filho).
Eu não estou vendo saída,
a vida é dura menina,
talvez você compreenda,
que tudo que precisa,
E desse homem criança,
que dança, sorri e canta,
que te rouba o sono,
e te enche de esperança.
Menina dança, mulher ri,
talvez em meio a multidão,
outro alguém te faça sorrir.
Sou uma mulher com desejos
E uma menina cheia de sonhos.
Sou uma mulher vaidosa,
E uma menina com sede de liberdade.
Sou uma mulher que luta,
E uma menina que chora quando perde.
Sou uma mulher que briga,
E uma menina que brinca.
Sou uma mulher correta,
E uma menina travessa.
Sou simplesmente eu mesma,
Nas horas em que erro,
Ou nas horas que acerto.
Sou uma mulher desiludida,
E uma menina apaixonada.
Sou uma mulher que já sofreu por amor ...
Sou igual á você,HUMANA...Imperfeita...
Ás vezes careta, ás vezes moderninha.
Sou igual a você
Quando sente frio,
Quando sente medo.
Quando sente fome,
Quando sente sede.
Sou igual a você,
Que sofre quando perde,
Que sorri quando ganha...
Que chora quando simplesmente quer chorar.
Não sou perfeita,
Assim como você também não é.
Eu sou assim...
MENINA MULHER
Ela parecia frágil
Não era o que queria ser
Não tinha medo de enfrentar a vida
E o que tivesse que fazer
Seria mais um desafio a vencer
Mesmo que lhe causasse sofrer.
Seus sentimentos
Porém, muitas vezes,
A machucava e lhe fazia temer
Sua fragilidade vinha à tona
E ao mesmo tempo.
Agigantava- se diante da dor.
Coração de criança.
Fragilidade que se supera
Puro encanto de menina,
Alma de mulher
És menina, és raio que ilumina
És menina mulher.
Havia ainda aquela menina que gostava de brincar com estrelas.Tanto cirandou que uma caiu.Jovenzinha, triste, pálida, lânguida.Olhou-a: mas era espelho!E o que viu foram lágrimas sem medo, que lhe assustaram na grandiosa janela do quarto.
Fez um pedido à estrela tenra, inocente, e jogou-a aos céus.Ah! pregou-se lá, e logo foi valsear com as outras, não desabou.Então a bacante entendeu: até que podia cair, derreter, mas bastaria um sonho para lançá-la de volta ao infinito que era seu lar.
O girassol e a linda menina.
Em um certo vilarejo, havia um maravilhoso jardim com várias rosas, jasmim, gardênias, violetas, cravos, copos-de-leite e um gracioso girassol.
O vento vinha delicadamente, dançando fazendo exalar o perfume das flores.
Lá só existia alegria, paz e harmonia.
Os pássaros cantavam o hino do amor e as borboletas aplaudiam com júbilo.
Ao lado corria um riacho com águas cristalinas onde os peixes transbordavam de tanta felicidade.
O sol acalentava sorridentemente iluminando o ambiente.
Porventura, surgiu de trás de uma árvore uma linda menina com seus cabelos anelados e um par de olhos parecendo dois retalhinhos do céu, que observavam o esplêndido girassol.
O girassol era de um amarelo intenso e suas pétalas de um tom alaranjado que brilhavam majestosamente.
Enquanto o girassol exibia sua elegância, a linda menina continuava a lhe observar.
Porém, a garotinha Não se conteve e foi se aproximando serenamente passando por entre os cravos, copos-de-leite, jasmim e enfim pode apreciar o girassol de perto e perceber o quão era deslumbrante.
Prontamente a linda menina começou acarinhar o girassol e dos teus lábios desabrochou um belo sorriso e o seu coraçãozinho bateu freneticamente de tanta emoção.
- Em seguida ela lhe deu um doce beijo e os teus lindos olhos azuis brilharam de contentamento.
Um pouco mais adiante, perto das rosas e gardênias estava um colorido beija-flor beijando delicadas violetas.
Para a linda menina foi inesquecível toda magia vivida naquele belo jardim que localizava-se em um vilarejo.
Foram dias fantásticos que a garotinha viveu na casas dos avós durante as férias escolares.
A linda menina morava na cidade grande e lá não encontrava o frescor da natureza, o belo canto dos pássaros e não vislumbrava flores tão brilhantes, perfumadas e muito menos um girassol tão extraordinário e magnífico igual ao que havia naquele fascinante jardim.
Não adianta vigiar, prender, checar as mensagens, ligar o tempo todo.
A fidelidade só é verdadeira se for espontânea, A gente se engana demais pelo medo do fim.
Mesmo quando o coração implora pela presença, deixa ir.
Você não precisa de alguém que não queira estar com você de corpo e alma.
Mas Moça
Mas moça,
O que são essas lágrimas em teu rosto?
O que são essas marcas em teu sorriso?
O que é essa agonia no teu coração?
Mas moça,
Porque choras compulsivamente?
Porque se finges de valente
Sendo que a dor está presente?
Mas moça,
Porque não acreditas no amor?
Porque só pensas no terror
Que assola teu subconsciente?
Mas moça,
Larga esses remédios
Seja feliz, eu te peço
Mostras ao mundo o teu sorriso belo.
Mas moça,
Sorria para a vida
Cura essas feridas
Conforta teu coração.
Maluquinho, nem pense em mudar de assunto. Cala a boca. Você vai se casar comigo e ponto. Você vai se casar comigo porque você é meu. Só meu! Ouviu bem isso? Não se atreva a não se casar comigo! Dá pra entender? Dá pra entender? Eu perguntei, Dá pra entender? É bom entender mesmo. Se não se casar comigo, não vai se casar com ninguém! Você é meu! Só meu!
Há momentos em nossa vida que requerem calma e equilíbrio combinado com uma determinação austera... continuar seguindo em frente.
Viver cada dia mais entregue na confiança em Deus.
Viver em paz. Sentir que tudo está certo como está.
Buscar ser mais assertivo nas ações do dia a dia.
Ver o propósito Divino em tudo o que estiver vivendo, tendo aceitação e humildade com tais situações.
Assim terá o privilégio de ver sua vida se expandir,
seus objetivos se tornarem mais claros e possíveis.
E como se acontecesse pequenos milagres o tempo todo,
poderá se maravilhar e viver plenamente bem, em paz, todos os dias da sua vida.
Eis um conselho para quem almeja felicidade.
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