Memória de Elefante

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⁠De Rio a Rio os destinos
sempre se encontraram,
A memória brinda
a afetuosa História,
Com dengo e manha
o Filé a Oswaldo Aranha
será servido com tudo,
com direito a beijo
a repeteco e com tudo
o quê a gente merece.

(A sua fala mansa,
o teu charme manda
e o coração obedece).

#FiléaOswaldoAranha
#poetisabrasileira

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não vejo a hora
de aprender
a dançar a tão
esquecida Xiba,
A memória é
importante
para manter
a alma da Nação
sempre viva,
Sem você notar
você já é toda
a minha poesia
e amor bonito que
pedi a Deus nesta vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Olhando a fumaça da História
que te deu o seu nome,
assim escrevo a sua memória.

Eu te amo, Morro da Fumaça!

Recordo que teus fundadores
vieram da Bielorrússia
para a gentil terra
do Sul de Santa Catarina.

Eu te amo, Morro da Fumaça!

Depois vieram os italianos
e assim foi se erguendo
esta gentil e amorosa cidade.

Eu te amo, Morro da Fumaça!

Te amo com um amor tão lindo
que por nada neste mundo passa,
o teu povo tão querido tem uma
hospitalidade que com o coração
sempre quem chega ele abraça.

Eu te amo, Morro da Fumaça!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Câmeras com bancode memória
Detectores de metaisnos portões
Inspetores Escolares
Mais interação com agentes de Segurança Pública através de projetos educacionais
Modelo de Policiamento Comunitário Clássico

=Segurança nas Escolas

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Mistura de corpos, gingas
e ritmos na memória,
Não me esqueci a Lambada
da História e não preciso
deixar de gostar mesmo
que tenha saído de moda,
Quando você chegar
mesmo sem saber dançar
é bom você saber que
vou dançar Lambada contigo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A rua acima
da minha rua
é o endereço
da memória
do amor de
muita gente
que migrou
para o infinito.

E todos nós
nos divertindo
com a tragédia
de quem não
nos entende,
e se colocou
num mundo
em guerra por
ignorar que
viver significa
fazer o bem
sem ver a quem.

Da rua acima
da minha rua
não olhamos
só para trás
e para quem
longe se foi,
Em noites
mui escuras
ali sempre
contemplamos
a luz da Lua.

Os que vão
contra o oculto
e o destino
são todos
os que creem
na vida curta,
nem no verdor
e no balanço
das árvores
poemas não leem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando há
falta de justiça
a quem
é inocente
sobram poemas
neste continente
de memória
marcada:
Letras de cela
apertada,
sem ventilação
e ainda
sem ventilador.

O tempo tem
passado lento,
Provocando tudo,
menos o nosso
esquecimento.

O General
anda engolindo
a dor no ombro
pela alta
temperatura
inflamatória,
E a Mãe orante
pelo manto
Virginal
de Coromoto.

Segue esta
trágica situação
vexatória mais
para quem tem
o dever de fazer
e ignora o dever.

Neste tempo
em tempo
de conseguir
fazer justiça,
E encaminhar
a liberdade
em pronto
andamento,
Pois já são
18 meses
sem nenhum
discernimento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A elegância angélica
das Perobas-Brancas
trazem a memória feita
de fibra, poesia e paz
das ancestrais austrais
que dirigem o Hemisfério
e não silenciam jamais.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Araribá-Amarelo
quando floresce
é sempre um elogio
ao Céu e a Terra,
É uma memória
poética que muitas
vezes deixamos de fazer:
elogiar quem merece
é também na vida bendizer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O menino virou
a serpente do Tanque,
Da memória deste
susto nunca mais
saiu da cabeça
nem por um instante,
Só sei que desta lenda
o quê ficou virou poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cante da Modista

Abrindo as janelas da memória
e o porta linhas da origem:
cinco são os fios da História
que seguem costurando o destino.

O rádio toca o Cante Alentejano
e o atelier da modista inunda
unido ao batuque da costura
de quem começou na vida cedo.

Relembrando a mocidade,
com o coração no ritmo da música
e a esperança formando a costura
para as Saias da nossa Cultura.

O Cante da Modista feito
da poesia que a rotina veste,
e para muitos simples parece:
vencendo com dedicação e prece.

O Cante da Modista feito da poesia que da esperança se enfeita
e de toda a tristeza do mundo rejeita:
uns sem ver o quão vibrante quê
vive enaltecendo uma região inteira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No meu País se recorda

orando nos cemitérios

em memória daqueles

que se foram deste mundo,

A morte em si para mim

não carrega mistérios;

A morte não é partir rumo

ao Paraíso ou ao Inferno:

A morte é a invasão de limites

e aceitar a colonização do outro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nada mudou em relação
a vida dos presos
consciência e por todos
a minha poética memória
sem escolher a quem:
conta a trágica História
e tem escrito incansáveis
Versos Latino-Americanos
ao General e à uma tropa.

Esta questão interna
não deve impedir a reconquista
do direito territorial,
O Esequibo é da Venezuela
e o Ministro da Guyana
quer tirar o mapa desta visão
histórica e geográfica
muito antes da decisão
da Corte Internacional.

Mesmo sendo o Esequibo
um território em reclamação
o mapa não pode ser ocultado
o povo pode ser calado
e igualmente os meus poemas:
os insatisfeitos que aprendam
a resolver os próprios dilemas.

Que não haja nenhuma
previsão de libertação
para a tropa e o General:
os meus poemas seguirão
falando até encontrar
o mapa do Sol da Justiça
que dê a pacificação
e a mais do que justa libertação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Maracajá

O teu povo originário
do Extremo Sul da Bela
e nossa Santa Catarina
é memória que fascina,
Tenho um amor enorme
que só cresce por ti,
e que a tua beleza explica.

Maracajá tu levas
o nome de raridade felina,
No Morro Mãe Luzia
deixei toda a minha poesia,
e no Morro da Cruz
entreguei a minha oração.

Minha Maracajá querida,
tu pertenceste a gentil
Freguesia de Araranguá,
A tua gente é lutadora,
querida e hospitaleira,
e orgulha de ser brasileira:
és bênção para a nossa Pátria.

A tua gente açoriana,
africana, italiana e de outras
distantes origens vieram
para uma cidade erguer,
um Estado levantar
e uma Pátria para orgulhar.

Minha Maracajá magnífica,
por ontem, hoje e sempre
que não paro nesta vida de adorar
pelo heroísmo com o cultivar
e o fundamental cativar;
És desta Pátria a minha proteção,
o meu refúgio e meu amoroso lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Engenhos

A memória brinda com
a lembrança dos engenhos
de Açúcar e de Farinha
que serviram com alegria
muitas mesas à custa
de infindáveis tristezas
que até hoje deixaram
as marcas na História,
Poesia sempre para falar
de glória e também
do que nos envergonha
mesmo não tendo
ancestralidade culpada
pela parte mais inglória
e trágica da História.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Fantasma da Figueira


A memória do fantasma
da Figueira navegantina
continua mais viva do que antes,
Quem sabe possa ser
o mesmo fantasma
que de Figueira em Figueira,
de cena em cena,
virou lenda brasileira
e também virou este poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Margarida Alves

A minha marcha é
a marcha da memória
por Margarida Alves
a inesquecível heroína,
A minha marcha é
a marcha da poesia
almenara, reunida
e inevitável com a sublime
Marcha das Margaridas
persistente por melhores
e mais justos dias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Maria Beatriz do Nascimento

O seu sorriso ainda está
vivo na memória afetiva
da minha infância,
Não te esqueci
e os teus poemas eu li,
A sua rota de igualdade
e direito de restituição
para as tuas irmãs ainda
não foram concluídas,
Há muitas histórias
a serem esclarecidas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Büyük Onlar

A janela da memória
se abre lá do alto
de Büyük Onlar
e recorda do seu olhar,
A História não vai
terminar como
alguns estão a pensar,
O enigma está mais vivo
do que antes e há poesia no ar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Canköy

As casas da memória
em Canköy me visitam
e eu as visito,
Nem mesmo o destino
apagou da lembrança,
Ainda a esperança
mantém residência
com nome certo e conhecido.

Inserida por anna_flavia_schmitt