Memória de Elefante
Vale a pena fazer a diferença. É o bem que praticamos que honrará nossa memória A vida é um estágio sem volta e sem ensaio.
Desejo construir uma lareira com os gravetos da saudade e as músicas da memória, para me sentir aquecida no meu inverno emocional.
Sempre fui bom em expressar a verdade, e quem fala a verdade não precisa ter boa memoria...
(Saul Belezza - Patife)
🌺 Em memória de Juliana Marins
Juliana Marins partiu cedo demais, aos 26 anos, enquanto realizava aquilo que muitos apenas sonham: viver intensamente, explorando o mundo com coragem, beleza e liberdade.
Formada em Publicidade e Propaganda pela UFRJ, dançarina e apaixonada por trilhas, ela percorreu a Ásia em busca de experiências e encontros com a natureza — até que sua caminhada foi interrompida de forma trágica no Monte Rinjani, na Indonésia.
A dor de sua perda é imensa. Mas, no meio do sofrimento, surgiu um gesto de humanidade que jamais será esquecido: o do alpinista Agam Rinjani, que mesmo sem conhecê-la, mobilizou amigos, arriscou a própria vida e subiu até onde poucos teriam coragem de ir. Ele a encontrou já sem vida, mas se recusou a deixá-la para trás. Passou a noite com ela, à beira de um penhasco, ancorado pela fé, pela dignidade e por um senso profundo de respeito à vida.
“Só saio quando Juliana sair também”, disse Agam. Palavras que tocam como oração.
A ele, o Brasil se curva com gratidão. Sua bravura, compaixão e integridade nos mostram que o bem ainda habita neste mundo.
Mas a dor também se transforma em indignação. A lentidão e a frieza do governo indonésio diante de uma situação tão urgente revelam uma **falta de sensibilidade inaceitável**. Quando vidas estão em risco, a burocracia e o despreparo não podem prevalecer. Cada segundo conta. E, neste caso, o tempo custou caro demais.
Juliana merecia mais. Merecia respeito, cuidado, prontidão.
Ela não era apenas uma turista — era uma jovem cheia de sonhos, com uma vida inteira pela frente.
Que a história de Juliana não seja apenas uma tragédia lembrada com tristeza, mas um chamado à humanidade: para que resgates sejam mais ágeis, fronteiras menos frias, e pessoas mais solidárias, como Agam foi.
Que Deus a receba em luz. Que sua família seja consolada. E que o mundo aprenda, finalmente, a valorizar cada vida com o zelo que ela merece.
📖 “Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
2 Timóteo 4:7
Com respeito, carinho e oração,
Geórgia Palermo
Mãe em meio a um turbilhão de coisas, minha memória descansa no seu amor.
Grata sou a Deus, por escolher você para ser minha mãe.
Uma mulher quevtofos os dias, brilha com a lição "amor" "paciência" e principalmente com a "fé".
As pessoas te amam e te admiram, por ser sempre carinhosa, receptiva, bondosa e dona do sorriso mais lindo que eu já conheci.
A memória é curta, mas, o futuro continua imprevisível, nenhum plano bem traçado é a garantia de uma vida segura, é bom ser otimista com o pé no chão, sonhar sem flutuar e ter fé sem perder a coragem de viver com ética.
"Claro que errei.
O porquê não sei.
Mas errei.
Tens na memória os meus erros, mas e as vezes que acertei?
Mereço eu o julgamento pelos erros, mesmo sabendo as coisas que eu sei?
Errar é humano e humano pela eternidade serei.
Se o erro me faz mais um humano, então digo-lhes, sou mais humano que todos vocês.
Não o sou pela humanidade em si, mas sim, pelas vezes em que errei.
Sem errar fiz-me Deus e no erro fiz-me rei.
Turva-me a memória as vezes em que, no seu mar de mentiras eu mergulhei.
Suas falácias são águas de um mar revolto e nelas me afoguei.
E enquanto as inverdades afogavam-me o coração, por sua salvação eu aguardei.
Naquele momento eu sabia, que não existiria vida em seu amor, eu errei.
As vezes em que mais errei, foram as vezes em que te amei.
Errando sou humano, sem teu amor o que serei?
Um poeta, um demônio, um louco? Não sei.
Do seu amor já fui escravo, um servo, mas nunca um rei.
Na sua ausência já fui boêmio, ébrio, juiz e até réu das coisas que eu sei.
O que eu sei?
Continuo refém das vezes em que te amei.
Quanto mais for escura a noite, mais fica claro o que eu sei.
Não sei o porquê.
Mas é claro como a noite, eu errei..."
Em breve o cerebro humano deixará de ser HD para ser Memória Flash, terceirizaremos nosso banco de dados para o Google.
A memória salva quase tudo. A memória guarda quase todas as coisas. Mas é o coração que sabe o que ou quem valeu a pena; e ele sabe muito mais sobre você do que ela.
E mais um ano se acaba e só fica as boas lembranças na nossa memória, perante um ano de lutas,batalhas,derrotas,perdas, não devemos desanimar, superar é preciso seguir em frente é essencial, você é mais forte do que imagina, que 2023 seja um ano melhor para todos inclusive para você que está lendo isso, que esse novo ano seja de: saúde,paz,prosperidade,sucesso,realizações e alegria, que Deus te abençoe, Amo você🤍🙏🏽🙌🏽👏🏽😘🥂💛
Jônatas saiu da presença de Davi fisicamente, mas não saiu da sua memória. Quando Deus coloca o amor d'Ele em nós por alguém, nem mesmo a distância pode arrancá-lo. Meu amigo, que o Espírito Santo preserve a humildade que há em você até aquele grande dia em que nos veremos lá na Glória.
AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.
O pensamento sábio muitas vezes se escapa, por confiar demais na memória, e o sábio sem resultados é um louco.
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