Memória
“A memória é a casa invisível onde ainda habitam as vozes, os cheiros, os afetos e as ausências que nos ensinaram a ser quem somos.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nem toda memória aparece como imagem; algumas retornam como medo, tensão, silêncio, dor ou escolha repetida.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A memória pode ser abrigo ou labirinto; a consciência é quem aprende a transformar lembrança em sentido.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Antes de ser livro sagrado, a Bíblia foi memória, crise, resistência e tentativa humana de preservar sentido diante do colapso.”
Do livro A Bíblia Antes da Bíblia — Poder, Fé, Política e Sangue na Construção dos Textos Sagrados, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Antes da Escritura, havia voz; antes do cânon, havia memória; antes da doutrina, havia um povo tentando não desaparecer.”
Do livro A Bíblia Antes da Bíblia — Poder, Fé, Política e Sangue na Construção dos Textos Sagrados, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando a terra, o templo e o rei caíram, o texto tornou-se casa, memória e fronteira espiritual de um povo.”
Do livro A Bíblia Antes da Bíblia — Poder, Fé, Política e Sangue na Construção dos Textos Sagrados, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há textos que ficaram fora da Bíblia, mas não fora da história, da busca humana e da memória espiritual dos primeiros cristãos.”
Do livro A Bíblia Antes da Bíblia — Poder, Fé, Política e Sangue na Construção dos Textos Sagrados, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o medo ocupa o lugar da confiança, a memória pode se esconder exatamente no momento em que mais precisamos dela.”
Do livro Apagão Mental — Quando a Mente Apaga: A Amnésia que Bloqueia Sonhos e Como Superá-la, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A palavra que sai da boca também retorna à alma como ordem, memória ou libertação.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
O que antes era inexistente passou a fazer parte da memória da cidade. E talvez esse tenha sido seu maior pecado aos olhos de alguns: provar que era possível.
A memória preenche esses espaços até que se transformem em recordações mesmos que ela nunca tenha acontecido , lembranças boas trazem conforto e as más desilusões .
Meu maior investimento está nos meus olhos e na minha memória. Esses viram e guardaram momentos que não se pagam. Obrigado Deus pela vida, pelo espírito de aventura e pela coragem de sempre ir, independente do que aconteça.
O crepúsculo bordava silêncios nas margens do tempo, enquanto a memória recolhia estrelas caídas nos jardins de orvalho. Eu observava a aurora em outro momento da eternidade e o destino escrevia hieróglifos invisíveis sobre a névoa dos séculos. Eu já não questionava, me deixava ir conforme as águas do rio e isso era um alívio de desapego. As montanhas guardavam o segredo ancestral das eras esquecidas, pois o vento transportava vestígios da lua derramada prata sobre os caminhos da ausência e tudo era silêncio que passava e esvanecia o aroma da lógica na inquietude das palavras, prisioneiras da sintaxe. A alma peregrinava por catedrais erguidas de luz e sombra no infinito a respirar entre as páginas de um livro não escrito. Era como ler o nada e o nada meditava. O silêncio possuía a solenidade dos templos. O horizonte vestia mantos de melancolia, mas a vida em si era alegre porque eu andava com a postura reta e a opressão se escondia para longe de mim. E no mais era uma grande calma nas festas juninas do mês. Ao findar o dia a noite florescia como uma rosa negra sobre o firmamento. E a alma de açucena contemplava a vida sem sobressalto. Era o momento de um novo ciclo e o espírito estava leve como estrelas que cintilam pensamentos divinos. A estação espalhava cartas douradas como um oceano recitando antigas profecias à praia adormecida. E lá estavam minhas pegadas de tantas estradas que meu ser já percorreu. A existência dançava nas horas do dia e era possível ouvir sua melodia em lírios brancos de uma canção tardia. O firmamento abria suas janelas para a vastidão do mundo e havia um sentimento profundo de orquídeas se espraiando pelo caminho florido. E não havia nada a faltar, só ao momento presente se entregar. A paz invadiu o meu coração e eu aprenciava a imensidão.
Loira linda você vive constantemente na minha memória,
e há momentos em que a saudade aperta demais.
Então meu coração pede socorro, e a única maneira de alivia-lo é fazer o que ele pede! Desabafar.
O que é o amor?
Vinícius de Moraes o definiu como a memória que o tempo não mata
Filósofos acreditam ser a palavra que nos liberta de todo o peso e da dor
Músicos o classificaram como o pensar além do bem e do mal
Já a bíblia diz Deus é amor e isto basta
