Meio

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Não me alinho aos ⁠egoístas, manipuladores e perversos, em qualquer meio.

As formas, as cores e as vibrações tonantes por meio visual, são em si instrumentalidades de efeitos psíquico, mental e espiritual, que silenciosamente ativam mudanças dimensionais na vida de quem faz e de quem vê.

Tudo na vida tem começo, meio e fim. Às vezes, o fim chega de mansinho — em pequenos nãos, pequenos desprezos, atitudes que mudam do nada e prioridades que se revelam.
​Talvez não seja o fim de tudo, mas sim portas se abrindo para um novo começo. Algo que você realmente mereça: uma nova história. Mas, às vezes, ignoramos os sinais e insistimos, deixando o tempo passar sem perceber.
​Quando finalmente abrirmos os olhos, talvez essa oportunidade já não esteja mais ali. E só restará sentar em um canto e pensar em tudo o que passou, no que poderia ter sido diferente, no tempo perdido... onde estivemos e onde poderíamos estar.
​A vida é um piscar de olhos — e não existe botão de rebobinar para voltar ao começo.

⁠Em certa ocasião, necessário um Recomeço,
Demonstrar gratidão em meio aos Tropeços,
Não a solução, mas não para o Processo.

⁠Às vezes, seguimos
por um caminho de sobrevivência
com pouca visibilidade
em meio às inseguranças e incertezas
e pior quando esquecemos
que não sabemos todas as verdades,
que muitas são as nossas fraquezas,
porém, pra nossa felicidade,
O Senhor pode nos dá clareza
para que não venhamos a nos perder
na nossa própria vaidade.

⁠⁠És atrevida, tua personalidade é muito notável, um raio de sol que insiste
em brilhar no meio de um neblina,
em ti, há uma forte expressividade
a começar pelos teus cabelos volumosos,a tua bela face
e cada parte do teu lindo corpo
que incita vontades, inspira versos
e cativa olhares,
que faz o tempo parecer eterno
com uma porção de vitalidade
num prazeroso momento
de muita vivacidade.

Você tá gerando frutos, tem sido resiliente
Mesmo em meio as crises, segue plantando sementes

Você é única, completa e carrega uma essência que ninguém mais consegue copiar. No meio de um mundo cheio de cópias e de caminhos iguais, ser autêntica e acreditar no próprio valor é o maior superpoder que existe.
Se priorizar, se cuidar e se amar não é egoísmo, é necessidade e merecimento. Que você continue brilhando na sua melhor versão, com toda a solidez e a luz que carrega! ✨💐🥂

Às vezes, em meio a tantas informações, verdades e inverdades, acabamos nos sentindo perdidos, confusos e desconectados da nossa própria essência.
É nesses momentos que precisamos silenciar o ruído externo e nos reconectar com a nossa Centelha Divina, pois é no encontro com ela que encontramos a nossa essência, reconhecemos a nossa verdade e reencontramos o caminho que faz sentido para a nossa alma.

Liberdade também é ver a luz de cada ser em meio as trevas.


Ser insultado pela escuridão e assim mesmo poder enxergar.

Estar com sentimentos de não controlar é o princípio da felicidade.


Não invejar é meio caminho andado.


Se contentar com o que tem e buscar mais do necessário com leveza é o auge.


Praticar o que gosta de bom, sem ir na ideia de outros, é firmar si próprio sem dúvidas com autenticidade.


Não se achar melhor ou pior que alguém já é morte do ego na vida da consciência.

O verdadeiro papel do Instrutor de Tiro Policial é desenvolver por meio de treinamento adequado e realista, respostas intuitivas condicionadas que possam ser acessadas de forma praticamente automática sob estresse extremo. Em outras palavras, transformar uma habilidade aprendida em uma resposta tão rápida e consistente que, para fins práticos, seja percebida como instintiva.

“Honrar nossos pais é demonstrar, por meio de atitudes, o amor e a gratidão que sentimos por eles.”

Há uma versão sua que nasceu no meio do caos, sem aplausos, sem testemunhas e sem garantias; talvez seja justamente essa versão silenciosa a mais forte de todas as que você já conheceu.

06:57 da manhã - 30 de outubro de 2025 sonhei outra vez...


Acabei de acordar, em meio á um Frenesi de um sonho muito real.


Eu estava me preparando com várias pessoas para ir para um retiro em uma chácara.


Quando cheguei nesse local, me deparei com ninguém mais e ninguém menos que a Eria... Mãe do "C".


Ela estava com um monte de bagagens e eu me surpreendi, porque quem também estava lá, era o "C". Ele estava de costas e não me viu.


Enquanto ele arrumava um monte de coisas, ele de repente olhou para trás e me me viu, começou a me olhar de forma doce, mas sem nenhum tipo de sentimento aparente.


A gente se dava aquela olhadinha inocente, com respeito aos nossos parceiros, sequer nos falamos, pois ambos éramos casados.


Creio que a sintonia do olhar, não passava de lembranças e gratidão.


Ele ia de um lado para o outro, e não deixava de me olhar, eu o olhava também, ele era aquele mesmo garoto da época em que a fantasia tomava conta.


Bom, de repente ele estava vestindo um short e por milésimos de segundos, ficou pelado na minha frente, e parou um pouco, enquanto pensava em alguma coisa, vestindo um short, eu não me senti constrangida e nem ele, foi algo comum.


Era como se dissesse "você lembra daquela noite?" Hahhahah


A expressão dele, era de vergonha ou expressão de quem poderia ter feito a coisa certa naquela noite. Em um passado muito distante.


Eu encontrei uma estátua de Santo Antônio no sonho, lembrei da minha avó e dizia para a estátua "Santo Antônio, o que está acontecendo, resolva o meu destino".


Porque lembrei da minha avó que sempre fazia isso hahahahah!!


Sonho maluco.


A nossa sincronia do olhar, era como se dissesse "ambos nos amamos, mas é tarde, estamos os dois casados, vamos seguir em frente".


Ele estava sozinho, pegou folga do trabalho no ex... Por isso, estava no mesmo retiro que eu.


Muitas bagagens que ele e a mãe estavam levando, tudo em sacos velhos. Parecia que passaria 1 ano inteiro!!


Ele ainda era o mesmo garoto pelo qual me apaixonei no passado.




Agora acordei e estou terminando de escrever esse sonho bem maluco. Hahahahah

Ela só queria um abraço, em meio a melancolia que emanava em seu semblante.


Então, eu a abracei.

14 de novembro de 2022


É. Só hoje tive tempo pra escrever esse sonho confuso e meio louco.
Estava eu em pé diante de uma porta fechada.
Havia um homem que eu não conhecia, ele estava segurando um machado.
O machado era novinho!
Talvez tivesse acabado de sair de uma loja.
Eu olhava pra ele como se quisesse abrir a porta então ele pegou o seu machado e começou a bater com o objeto com muita força na porta.
Ela não quebrava, nem abria.
Ele e eu nos olhavamos com olhares de frustração.
Então eu acordei, e a porta não havia sido aberta.
Bem estranho esse sonho.
Ultimamente, estou tendo cada sonho maluco.
Parece tudo fazer parte da realidade, pra me impor medo e insegurança nas minhas realizações.
Mas, isso não depende de sonhos, nem mesmo do que eu desejo.
Deus, se ele quiser ele me honra.
Porquê eu me conheço, sou uma pessoa de coração puro.
Deus me conhece.
E no momento certo, ele me dará tudo o que ele achar que seja necessário na minha vida.
Preciso muito de um milagre na vida dos meus pais...
Mas, tudo isso, pertence ao Pai.
E, ele sabe o que fazer no momento exato.

Sonhei com duas alianças entrelaçadas no céu, eu estava no meio de um deserto, vi as alianças ao olhar as nuvens acima de mim. Eram lindas, e os elos eram gigantescos!!
Na madrugada de 15/10/2023

Eu sempre penso nisso como quem toma café no fim da tarde olhando o mundo acontecer, meio silencioso, meio barulhento, aquele tipo de silêncio que conversa com a gente por dentro. Eu amo a Deus de um jeito que não cabe muito em prédio, em regra rígida, em etiqueta de quem pode ou não pode sentir. Não é rebeldia, é mais como quem percebeu que a fé não mora num endereço fixo, ela mora no peito da gente, respirando junto com a gente. E quando eu digo que Deus vive em mim, não é frase bonita para postar, é quase uma constatação prática da vida, dessas que a gente aprende apanhando um pouco do mundo e ainda assim levantando com uma certa teimosia elegante.


Eu olho para a história de Jesus e encontro ali um tipo de coragem que não depende de plateia. Ele me inspira a continuar existindo quando o caos parece aquele vento que bagunça tudo na mesa, derruba até a xícara de café imaginária que eu estava segurando agora pouco. Porque existir às vezes é isso, um ato meio filosófico e meio cotidiano, tipo escolher respirar fundo e seguir, mesmo quando o roteiro não ficou como eu esperava. E tem dias em que eu percebo que amar viver é quase um protesto silencioso contra a desesperança. Uma forma de dizer para o universo que eu ainda estou aqui, ainda acredito que algo dentro de mim conversa com algo maior.


Não dependo de religião para sentir isso, e ao mesmo tempo respeito quem precisa dela para organizar a fé, porque cada pessoa encontra Deus por um caminho diferente. O meu é mais interno, mais parecido com aquela sensação de descobrir uma janela aberta dentro de mim quando eu achava que só havia parede. Às vezes eu rio sozinha pensando que o divino talvez goste desse jeito espontâneo de amar, meio humano demais, meio imperfeito, cheio de perguntas e ainda assim cheio de gratidão.


E no meio do caos do mundo, das histórias complicadas, das memórias que a vida deixa na gente como marcas de chuva na estrada de terra, eu continuo caminhando com essa certeza tranquila. Deus não está distante de mim, Ele pulsa aqui dentro, e Jesus é como aquela lembrança constante de que a vida vale a tentativa. Eu amo viver porque, no fundo, cada dia é uma conversa nova com o mistério de existir. E eu sigo, com fé, com humor, com aquela coragem discreta de quem aprendeu que acreditar também é um jeito bonito de permanecer.

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


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