Medo de Mudar

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Sou um caminhante...
sigo sozinho
por todo caminho.

Caminho
sem bússola, sem agenda
nem relógio tenho
sigo caminhando
não sei pra onde vou,
nem sei de onde venho.

Estou aqui... é o que importa.
Se tenho medo do que se esconde atrás da porta?

Sou um caminhante, viajante, passante...
que perdeu o medo pelo caminho,
e se desconfio de que ele está por perto,
fujo bem de mansinho.

Sou apenas um caminhante que perdeu o medo de se perder
simplesmente vou deixando a vida acontecer :)

⁠Quando a gente é criança, só tem medo do que pode machucar. Depois, quando a gente cresce, passa a ter mais medo de machucar quem a gente gosta.

Ela mantinha a cabeça longe para não se iludir. Desejava poder tocar as estrelas e não se apegar muito ao passado; já que o futuro lhe assustava. Tinha medo de se apaixonar, é claro, mas quem disse que seu coração compreendia esse seu tal medo? Repetia inúmeras vezes a si mesmo: “O que é seu, logo chegará.” - mas seu cérebro negava-se a entender o que essa frase significava (…)

Medo...

Vc tem medo???

Medo de sentir culpa... Medo do seu passado... E um pouquinho de Medo de você mesmo... Medo de sofrer...

E eu te entendo... Por isso, tento te encorajar a superar tudo isso... E por enquanto não desisto de vc...

Ser covarde é abandonar o que gosta para evitar o que tem medo.

Mesmo me tornando solitária, mesmo com medo de acreditar outra vez, mesmo com medo de amor... Lá no fundo, no fundo, quem arranca meus maiores e melhores suspiros... É você!

Vendo meus filhos dormirem, só posso desejar uma coisa: que eles nunca experimentem um tempo de sofrimento e de medo como eu experimentei durante aqueles anos.

É melhor levar um tapa que machuca do que perder a vida por medo de levar um.

As grandes sociedades se baseiam em medos recíprocos.

Não tenha medo de suas ideias loucas. Ideias normais não fazem diferença, nem fazem falta!

Meu medo alimenta minha coragem.

Pessoas poderosas iniciam a fala com mais frequência, falam mais de forma geral e fazem mais contato visual durante a fala do que pessoas sem poder. Quando nos sentimos poderosos, falamos mais devagar e levamos mais tempo. Não nos apressamos. Não temos medo de fazer uma pausa Nós nos sentimos no direito do tempo que estamos usando.

Imagine como seríamos se tivéssemos menos medo.

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.

Eu prefiro enfrentar o medo do desconhecido, do que morrer com as minhas dúvidas.

O maior medo de uma pessoa que ama, é amar sozinha.

Quando encontrar empatia, não zombe ou tenha medo. Sorria.

A importância de se sentir ridículo

Nesse mundo de imagens, submeter-se ao ridículo é um ato de coragem.

Mas o que é o ridículo senão um potencial ato julgado pelo olhar? E mais, do outro que sequer sabe o que você tem pra contar.

Temos medo de nos mostrar. Dominamos nossos atos pensando que sua extensão poderá causar repressão. Valorizamos a opinião alheia sobre quem somos antes mesmo de descobrirmos quem somos.

Parece coisa de louco, não? Rs

Levamos a imagem que criamos de nós tão a sério. Nos levamos a sério mais do que deveríamos.

São gestos contidos, jeitos de vestir podados. Personalidades encaixotadas e emoções totalmente perturbadas.

Temos medo do julgamento porque, bem lá no fundo de nós, julgamos. O julgador em nós prevê o julgamento alheio.

Livre-se do martelo. Você é o juiz da sua vida e de mais ninguém. Nesse caso, atenue a pena, leve em consideração o histórico de vida e faça o balanço. Seja gentil.

Nossa gentileza conosco, reflete nos outros. Amor por seus próprios movimentos liberta você e o outro.

Eu quero conhecer o verdadeiro você escondido atrás de palavras não ditas e gestos contidos.

Seja ridícul@.
Eu também sou.
Feliz por ser quem sou.

⁠Se eu prefiro ser amado ou temido? Fácil. Ambos. Eu quero que as pessoas tenham medo do quanto elas me amam.
(Michael Scott)

Se deixo me levar pelo medo e pela insegurança, crio mais medo e insegurança, e deixo de construir sentimentos de segurança e autocontrole. É uma questão de escolha e não de destino.

E foi assim, de repente, que você apareceu e entrou pela porta da frente.

Já no salão principal e sem cerimônias foi logo conhecendo todos os meus sentimentos.

O primeiro foi o medo, que desapareceu depois que se encantou com sua gentileza e seu abraço.

O segundo foi a solidão, que se levantou da mesa e foi embora quando ficou fascinada por seu carisma e educação.

O terceiro foi a tristeza, que sumiu ao se maravilhar com sua simpatia e senso de humor.

O quarto foi o tédio, que partiu sem deixar rastros depois de ficar impressionado com sua conversa cativante e inteligente.

O quinto foi a carência, que saiu de fininho
quando se deslumbrou com toda a atenção e carinho que recebeu.

E quando me dei conta, já não havia mais ninguém na festa. Éramos só nós dois, dançando juntos a música do amor, ao ritmo da batida dos nossos corações.