Medo de Falar

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Enquanto estamos vivos, falam mal de nós, quando morremos, reúnem-se para falar bem.

Pedaços do céu
(Mauro A Evaristo)

Vou lhe falar de amor,
Vou lhe falar de fé
Falo também da flor,
Do sabor do café.

Vou lhe falar de mim,
De boleros e Ravel's,
De uma vida sem pantim,
Dos meus pedaços do céu.

Vou lhe falar de alegrias,
De tantas cores do dia,
De água para beber,

Vou lhe falar com euforia
Que oiço e posso ver
Que existe poder infinito em você.

feradapoesia.blogspot.com

“Por trás de muitos risos, mora uma tristeza que nunca aprendeu a falar.”

"Respeito não se pede, se constrói na coerência entre falar e agir."

“Se ele não liga nem manda mensagem, é porque não quer falar. Duro? Sim. Mas amor não se força.”

“Falar menos. Agir com precisão. Controlar sem parecer que está no controle.”

“Black Noir (The Boys) entendeu a lição: falar é crime, respirar é suspeito.”

"A eternidade escolheu a humildade como sotaque para falar ao coração do homem."

"Não é sobre falar bonito, é sobre falar com fundamento."

“Quem realmente entende, seleciona quando falar — e, principalmente, quando não.”

Senhor, quase não tenho palavras pra falar, pois meus pensamentos estão cheio de aflições. Ouça, no silêncio o meu pedido de socorro. Deus, eu imploro por sua ajuda. Amém!

Que eu possa te falar do amor
Que eu sinto mesmo na dor
Que eu possa falar do que sinto
E saiba que eu não minto
Você que atravessou meu caminho
E não me deixou mais sozinho
Caminha lado a lado comigo
Esforço em tudo que eu consigo
Cada dia é um passo eterno
Vivido de verão a inverno
Sabemos que não existe perfeição
Porém nas linhas da correção
Relatando várias formas de querer
Com a verdade sempre a revelar
Que eu possa te falar de amor
O sentimento único para vida e eternidade
É todo e tudo que nos eleva
Ao maior mandamento pregado
Onde o paraíso só existe
Por Deus ser está fonte
Onde tudo gira nessa energia
Onde segredos não existem
Onde o puro sentimento
É como inocência de criança
Permanece o maior mistério revelado :
O Amor ,por amor, para amar
E o sangue de Cristo
É o ápice do Pai que ofertou na cruz
Seu único Filho para redenção da humanidade Como conserto do pecado original
Jesus se fez homem
Viveu, cresceu, trouxe palavras eternas
E pelo sangue derramado
Permitiu a salvação a todos que Nele creiam
E faça transbordar ao mundo
O verdadeiro evangelho
Na sua essência e verdade
Para que no resumo de toda obra e palavra de Jesus
Inserirmos em nossos corações
O amar do mesmo jeito que Ele nos amou!
Amém!
João Batista Barbosa

ORAÇÃO PARA UM HERÓI

Papai do céu!
Quero falar que não gosto de heróis!
Ontem acordei com beijos do meu pai
Estava fardado pra ir pro serviço...
Ele falou baixinho no meu ouvido
Que me amava muito, muito mesmo !
Encheu-me de beijos e foi trabalhar.
Minha mãe veio me contar mais tarde
Do assalto que houve num banco
Que para defender uma mulher
E seu filho que chorava muito
Meu pai fora baleado e tinha morrido .
No enterro do meu pai
Haviam muitos policiais
Fizeram muitas homenagens
Disseram que meu pai era um herói.
Papai do céu !
Por que herói tem que morrer?
Queria ter meu pai aqui comigo
Não queria que ele se tornasse um herói.
Agora não terei mais seus beijos
Nem seus abraços e seus carinhos .
Jesus , cuida do meu pai aí no céu !
Diga que eu nunca vou esquecer dele
Que sempre vou amar e lembrar
De tudo que ele falou pra mim.
Papai do céu!
Eu não gosto de heróis
Mas eu gosto muito do meu pai !
Agora vou dormir pra sonhar com ele
Quem sabe ele possa assim me beijar
E falar de novo que me ama
Porque eu amo muito meu pai !
Boa noite Jesus!
Amém!

AUTOR – JOÃO BATISTA BARBOSA

FALAR!

Falam-se tantas coisas a respeito de tudo
Falam-se de realidades e também de utopias
Falam-se do passado , do presente e do futuro
Falam-se da vida dos outros
Falam-se de vitórias e choram as derrotas
Falam-se do tempo, frio, calor, temporal ou calmaria
Falam-se do bem estar do próximo
Falam-se de tudo um pouco
ou do pouco se fala muito.
Mas enquanto falam-se assim ou assado
muitas coisas se arrumam ou desarrumam
depende da forma como expressam o falar.
E assim as palavras tomam vida
ou delas se expressam condenações!
Falam-se e falam-se e que falem sempre
pois o mundo não pode calar!
Então que busquemos falar do bem , do amor!
Falemos da amizade , das lutas, dos prazeres!
Falemos do que possa existir nesta terra
e também do que fora dela existe ou imaginamos.
O que não podemos jamais esquecer
que palavras foram geradas
para expressarmos emoções
entre a razão ou o inifinito sonhar
e através do coração para sempre falar.

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIAS...

Está decidido
À partir de hoje
É proibido odiar
falar mal e reclamar
À partir de hoje
É proibido ser infeliz
proibido fazer fofoca
proibido o diz que me diz
é proibido ficar doente
é proibido não entender
é proibido ser carente
Fica também decretado
Que todos serão obrigados
a gostarem uns dos outros
e também se olharem
como irmãos
Se você não tem religião
Esta lei é fundamentada
Na Eva Mitocondrial
Mãe dos seus pais
e dos meus
Se você tem religião
esta Lei se baseia
Nos Mandamentos de Deus
Ciência ou Religião
tanto faz
À partir de agora
É obrigatório
Viver em paz.

"...e vêm os mortos que estão sempre vivos, falar aos vivos que estão não invariavelmente sempre mortos".
Trecho da palestra proferida por: Marcelo Caetano Monteiro, no ano de 1995 no Centro Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e anos mais tarde repetida no Centro Espírita Manoel Soares.
Tema: Mediunidade.

EXPOSITOR OU PALESTRANTE. A RESPONSABILIDADE DE FALAR SOBRE O QUE SE CONHECE..
No ambiente da comunicação pública, sobretudo quando se trata de temas filosóficos, religiosos ou doutrinários, a escolha das palavras nunca é indiferente. Cada termo carrega consigo uma tradição semântica, um campo de responsabilidade intelectual e uma expectativa de rigor. Por essa razão, a distinção entre expositor e palestrante merece consideração serena e criteriosa.
O termo expositor designa aquele que expõe um conteúdo com método, estudo e responsabilidade interpretativa. Expor não significa apenas falar. Expor implica ordenar ideias, interpretar conceitos, esclarecer princípios e apresentá-los de maneira compreensível ao auditório. Há na palavra expositor uma conotação pedagógica e doutrinária. Trata-se de alguém que não apenas comunica, mas que se esforça por tornar inteligível um conjunto de ideias previamente estudadas e refletidas.
Já a palavra palestrante possui natureza mais ampla e genérica. O palestrante é simplesmente aquele que realiza uma palestra, isto é, alguém que fala publicamente diante de um público sobre determinado assunto. A palavra não pressupõe, necessariamente, aprofundamento metodológico, nem compromisso interpretativo com um corpo doutrinário específico. Pode tratar-se de uma conferência motivacional, de um relato de experiências ou de uma reflexão pessoal.
Essa diferença de natureza torna-se particularmente significativa quando o assunto envolve doutrina, filosofia ou espiritualidade. Nesses campos do pensamento humano, a palavra pronunciada diante de uma assembleia adquire peso formativo. Ideias são transmitidas, convicções são modeladas e interpretações passam a influenciar a consciência coletiva.
Por essa razão, muitas tradições intelectuais e religiosas preferem a designação expositor. A palavra sugere alguém que estudou previamente o tema, que conhece suas fontes e que procura transmiti-lo com fidelidade conceitual. Há uma responsabilidade implícita nesse papel. Quem expõe um pensamento não fala apenas em nome próprio. Fala como intérprete de um conjunto de ideias que o precedem.
Essa perspectiva conduz a uma advertência ética essencial para qualquer forma de comunicação pública. Nunca afirmar assuntos dos quais não se possui conhecimento suficiente. A prudência intelectual constitui um dos fundamentos da honestidade do pensamento. Aquele que se propõe a explicar ideias precisa antes dedicar-se ao estudo, à reflexão e à compreensão cuidadosa daquilo que pretende transmitir.
A história do pensamento mostra que as grandes tradições filosóficas e espirituais sempre valorizaram essa atitude. O ensino responsável nasce do estudo sério. A exposição clara nasce da compreensão profunda. Quando a palavra é utilizada sem esse fundamento, corre-se o risco de substituir o esclarecimento pela opinião e o conhecimento pela improvisação.
Assim, no campo doutrinário, o termo expositor revela-se mais adequado. Ele indica alguém que procura apresentar ideias com fidelidade, método e responsabilidade intelectual. O palestrante fala. O expositor explica.
E é justamente na diferença entre falar e explicar que se encontra a verdadeira dignidade da palavra pública. Porque a palavra que nasce do estudo não apenas informa. Ela ilumina o entendimento e convida a consciência humana a elevar-se pelo caminho do conhecimento.

EXPOSITOR OU PALESTRANTE. A RESPONSABILIDADE DE FALAR SOBRE O QUE SE CONHECE.
No ambiente da comunicação pública, sobretudo quando se trata de temas filosóficos, religiosos ou doutrinários, a escolha das palavras jamais é indiferente. Cada termo encerra uma tradição conceitual e estabelece uma expectativa quanto ao grau de responsabilidade intelectual de quem fala. Por essa razão, a distinção entre expositor e palestrante merece análise cuidadosa.
O termo expositor designa aquele que expõe um conteúdo mediante estudo prévio, organização lógica das ideias e fidelidade às fontes que interpreta. Expor não é simplesmente falar. Expor significa esclarecer princípios, ordenar raciocínios, interpretar conceitos e transmiti-los de forma inteligível. Há nessa palavra um caráter pedagógico e metodológico. O expositor assume a tarefa de tornar compreensível um conjunto de ideias que foram previamente examinadas com rigor.
Já o termo palestrante possui natureza mais ampla e menos precisa. O palestrante é aquele que realiza uma palestra, isto é, que discorre diante de um público sobre determinado tema. A palavra não pressupõe necessariamente aprofundamento doutrinário nem compromisso sistemático com a interpretação fiel de um corpo de ideias. Trata-se de uma designação genérica para quem fala em público.
Essa distinção torna-se particularmente relevante em ambientes de estudo espiritual ou filosófico. Nessas esferas, a palavra pronunciada diante de uma assembleia exerce função formativa. Ideias são assimiladas, interpretações são transmitidas e convicções passam a influenciar a consciência coletiva.
Há, contudo, um aspecto ainda mais sutil nessa diferença. A estrutura tradicional de uma palestra costuma ser essencialmente unilateral. O palestrante fala, o público escuta. Não há, em regra, espaço natural para diálogo crítico ou para intervenções que examinem a fidelidade do conteúdo apresentado. Os ouvintes neófitos, por não possuírem ainda formação suficiente, geralmente recebem a exposição como verdade completa. Já aqueles que estudaram profundamente o tema podem perceber eventuais imprecisões ou desvios conceituais, mas raramente encontram ocasião adequada para apontá-los.
Nesse cenário, a palavra palestrante pode, involuntariamente, criar uma espécie de barreira silenciosa. A comunicação torna-se vertical, e a possibilidade de correção fraterna ou de debate esclarecedor diminui consideravelmente. O resultado é que eventuais equívocos permanecem sem análise, enquanto os ouvintes menos experientes assimilam ideias que nem sempre correspondem com exatidão ao pensamento original das fontes doutrinárias.
O modelo do expositor, por outro lado, está historicamente associado ao estudo coletivo e ao exame reflexivo. O expositor não se coloca como autoridade incontestável. Ele apresenta o tema como alguém que também se encontra em processo de aprendizado, oferecendo aos ouvintes os elementos necessários para reflexão e aprofundamento. Nesse espírito, a exposição tende a aproximar-se mais de um diálogo intelectual do que de um monólogo oratório.
Essa diferença conduz a um princípio ético fundamental para qualquer forma de ensino público. Nunca afirmar com segurança aquilo que ainda não foi devidamente compreendido. A prudência intelectual constitui um dos fundamentos da honestidade do pensamento. A palavra que pretende esclarecer precisa nascer do estudo, da análise e da consciência da própria responsabilidade.
Quando essa atitude está presente, a exposição transforma-se em verdadeiro serviço ao conhecimento. A palavra deixa de ser mero discurso e passa a tornar-se instrumento de esclarecimento.
E é justamente nessa fidelidade ao estudo, à reflexão e à responsabilidade intelectual que a palavra humana encontra sua mais alta dignidade.

Todo trabalho árduo traz proveito, mas o só falar leva à pobreza.

Bíblia Sagrada
Provérbios 14:23.

Pensar ou não pensar,
falar ou não falar,
fazer ou não fazer:
tudo para a glória de Deus.


📖 1 Co 10.31