Medo de Falar

Cerca de 48176 frases e pensamentos: Medo de Falar

⁠Os machos sempre terão medo das mulheres livres. Somente os homens admiram essas mulheres.

Inserida por katiaruiva

O medo é o que faz pessoas boas se renderem às regras impostas por pessoas más. O sistema que o governo usa por exemplo, faz com que a midia oprima as pessoas boas e coloquem no comando pessoas más e inferiores.

Inserida por jeanmacalister

⁠180

Quantas vezes a rosa vai se calar? quantas vezes mais o cravo ira brigar?

O meu medo é se nessas brigas será que o cravo vai se conter?

O meu medo é um dia saber que essa rosa não vá sobrevive, o cravo saíra imune? a rosa ferida?

Nessa história não é brincadeira, mas sim algo que devemos levar a serio por que a rosa talvez não possa sobreviver para contar a história

Lembre que não é cantiga de ninar, mas sim o manual da vida que vem nos ensinar 180 é só disca e sigilo você terá!

Inserida por david_plima

"Amar é se entregar sem medo de ser feliz só o amor é felicidade"

Inserida por cardosojose

A maioria das pessoas vivem com medo de morrer, eu vivo querendo viver ao máximo.

Inserida por ZeOliveirao

Medo ? Não. Não tenho medo de viver, tenho medo de não ter vivido o suficiente, mesmo eu viajando toda semana ou todo mês, não conhecerei nem 1% de tudo que tem no mundo.

Inserida por brut0

A vida é falada em uma linguagem estranha, porém não tem legenda, se você tiver medo nunca será o protagonista, sempre estará na plateia!

Inserida por brut0

Não tenha medo do novo, o viver sempre será uma incógnita, e está tudo bem.

Inserida por brut0

⁠O fascismo é o lado terrorista do capitalismo, ele incita o ódio para exorcizar o medo.

Márcia Tiburi
Como derrotar o turbotecnomachonazifascismo. Rio de Janeiro: Record, 2020.
Inserida por leobosco

Talvez todas as pessoas nesse mundo maldito estejam com medo umas das outras.

Inserida por pensador

⁠O poder não corrompe. O medo corrompe... talvez o medo de perder o poder.

John Steinbeck
The Short Reign of Pippin IV (1957).
Inserida por Farinazzo01

Este silêncio que a madrugada aspira é o medo que em meu coração ausculto.

Inserida por NICOLAVITAL

CORAÇÃO DEVOLUTO:

Este silêncio que a madrugada aspira
É o medo que em meu coração
Ausculto.
Este medo que em meu coração
Ausculto.
Prelúdio de um sentimento astuto
Que aspira este coração
Devoluto.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠SEM MEDO DE SER FELIZ:

Medo, medo, medo
meeeeedo...
eu tenho medo de ter medo!
às vezes fecho os olhos para a realidade.
fecho sim, por medo de ver o medo
que sonda os "indivíduos" em uma sociedade
subjetivada pelo medo.
porque o medo, essa premissa...
é uma configuração social de relação de poder
imposta a seus atores sociais.
portanto, o medo é sim!
ferramenta de controle social
e tenho medo, medo, medo
meeeeeedo...
Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

⁠DIVINA TRAGÉDIA:

Eu tenho medo, medo da solidão dessas capitais.
Eu tenho medo, esse medo me faz ser capaz.
Medo, medo, medo.
Eu tenho medo da loucura das maquinas dos homens a malograr
Eu tenho medo sim, medo do progresso, esse ‘Deus” mendaz, capataz
Medo, medo, medo
Eu tenho medo da Brasília pomposa e tudo que há
Eu tenho medo de tudo isso, do porvir, regressar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos sonhos não sonhados, ou que há de sonhar
Eu tenho medo da distopia que não sabe sonhar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo do discurso formal que se faz capital
Tenho medo de tudo que é certo, de certo, se há
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos livros que não se ler
Dos tidos e lidos que se pode ver
Medo, medo, medo
Eu tenho medo dos verdes das “matas”
Do ouro amarelo do seu céu estrelar
Medo, medo, medo
Eu tenho do jardin de infância, seu vestibular
Eu tenho medo porque medo é constância em seu habitar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo pela cor do nagô pelas “moças” que há
Tenho medo dos rios que fenece sufocando o mar
Medo, medo, medo
Eu tenho medo das chuvas acetas à primavera que virá
Eu tenho medo da morte que mata o pulsar
Medo de seu tenaz preconceito e tudo que está
Medo, medo, medo
Que o medo me faça de resistir incapaz.
Medo, medo, medo.

Inserida por NICOLAVITAL


⁠Série: Minicontos


MEDO DE SEUS DEMÔNIOS
Macho alfa, não admitindo separação, “decreta” sua própria prisão após várias ameaças, a fim de não cometer feminicídio, segundo o delinquente agora autuado...

Inserida por NICOLAVITAL

⁠SEM MEDO DE SER FELIZ:

"Às vezes, eu fecho os olhos para a realidade.
Fecho sim, com medo de ver o medo que sonda os "indivíduos" em uma sociedade subjetivada pelo medo.
Porque o medo, essa premissa, é uma configuração social de relação de poder imposta aos seus atores sociais.
No entanto o medo, é sim, ferramenta de controle social. E o Brasil hoje esperança alentar esse dragão.

Inserida por NICOLAVITAL

MEDO DE MORRER
Eu tenho medo de morrer.
Porque só em pensar que não vou mais ver o nascer do sol
Acordar com o abraço dos netinhos.
Comungar a natureza em sua leve brisa da manhã.
Se eu pudesse falar com Deus, uma proposta lhe faria.
Uma pequena troca...
Eu abriria mão de um ano de minha vida para ele me deixar voltar uma noite na minha infância.
Na casa de mamãe onde tudo era possível, mesmo que na medida exata.
Todos nós cantávamos à mesa para uma ceia nutrida de carinho e afeto.
O cheiro de café na trempe viaja comigo.
Mas àquela hora só os adultos tinham acesso
Mamãe achava pouco e fervia uma chaleira de flor de laranja
Que era para a gente dormir cedo
Éramos sete, às dezoito horas, Paim no auge de sua devoção religiosa nos obrigava a rezar
Logo todos também religiosamente teriam que ir dormir.
Sem sono, começávamos a brincar no escuro do quarto e mamãe comecava a contar histórias de Trancoso para despertarmos só no outro dia.
Por fim, perguntava-lhe.
Por que as mães precisam nos deixar?

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠Minha criança
Eu fui criado menino buchudo.
Não tinha medo de nada
Do escuro, da chuva ou papangu
Cresci assim
Como Deus criou batata
Em meio aos jogos de bola de gude
Futebol, gata maga, enfinca, barra-bandeira
Amarelinha...
Sim, amarelinha!
Qual o problema?
Ouvia Gonzagão de mamãe na vitrola do vinil
Contos que noite a noite conta da saudosa rádio cariri.
Tomando banho nos barreiros de água barrenta e enlameada
Nu, no frescor da inocência.
À noite batia um prato de tambica antes da reza que era irrefutável na cosmo visão de Paim.
No dia seguinte, os pés amanhecia limpos e mamãe dizia que era o capiroto que lambia
Só assim lavamos os pés antes de dormir pelo menos por alguns dias.
Talvez não fosse recomendado para a saúde física.
Mas, de certo, era lenitivo à alma.
Saudade do meu tempo de criança
Passado que não se encontra mais.Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

Não tenho medo da morte, contudo tenho receio da vida.

Inserida por NATALINO1980